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Tag Archives: dicas europa

O copo ideal

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Cada cerveja proveniente das diversas regiões alemãs, seja de trigo, clara ou escura, requer copos específicos que ressaltam o sabor, sobrepõem os aromas e ajudam a formar a melhor espuma.

 

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Não é nenhum segredo que a Alemanha é uma das principais produtoras de cerveja. Mas qual a maneira correta de degustar a bebida? Muitas vezes o segredo se resume à espuma do topo. O formato cônico do copo ajuda a manter o aroma, enquanto um copo fininho preserva o frescor.

 

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Para os cervejeiros de Colônia estes copos de 20 cl são essenciais. O termo Kölsch (adjetivo referente a Köln, nome de Colônia em alemão) é restrito a cervejarias dentro e nos arredores de Colônia. Garçons carregam bandejas circulares com alças cheias de Kölsch e trocam constantemente os copos cheios pelos vazios. Se você não quer beber mais, tampe o copo.Para os cervejeiros de Colônia estes copos de 20 cl são essenciais. O termo Kölsch (adjetivo referente a Köln, nome de Colônia em alemão) é restrito a cervejarias dentro e nos arredores de Colônia. Garçons carregam bandejas circulares com alças cheias de Kölsch e trocam constantemente os copos cheios pelos vazios. Se você não quer beber mais, tampe o copo.

 

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Assim como os rivais às margens do Reno, os moradores da vizinha Düsseldorf também têm uma especialidade, a Altbier. O copo também comporta 20 cl, mas é mais curto e largo que o de Colônia. E como a Altbier é de alta fermentação, o sabor ficaria choco se fosse servida em copos largos, diz um produtor. “No copo correto, a ‘Alt’ solta seu aroma e forma uma espuma compacta.”
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“Um copo de pilsen se estreita em direção à boca do copo, para que o aroma de lúpulo alcance o nariz”. “Isto melhora o sabor da cerveja.” Alguns copos são apenas cilíndricos, outros, como o da foto, têm o formato de tulipa. O pedestal da base é somente ornamentação e não influencia o sabor da bebida.

 

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A cerveja típica da Oktoberfest ou “helles” é servida em uma caneca de um litro, chamada “Mass”. Originalmente de cerâmica, estas canecas são produzidas para resistir às diversas rodadas de brindes e celebrações. Quando vazias, elas pesam mais de um quilo cada uma! Imagine então o quanto elas ajudam a delinear os músculos quando estão cheias! Prosit!

 

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Os copos da “Hefeweizen”, a cerveja clara de trigo, são altos e sinuosos. O elevado teor de dióxido de carbono forma a espuma na parte superior da bebida. Para isso, a cerveja deve ser derramada no copo vagarosamente. O diâmetro ampliado no topo do copo acomoda a espuma extra, assim como seus aromas florais.

 

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Até mesmo os soldados de Napoleão levantaram seus copos para brindar a “champanha do norte”. Uma fermentação especial à base de culturas de ácidos lácticos dá à “Berliner Weisse” sua característica borbulhante e de sabor único, geralmente complementada com um toque de framboesa ou xarope de aspérula (Waldmeister). O copo amplo serve para acomodar bem a espuma.

 

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Todos os detalhes do copo da “Schwarzbier”, a cerveja escura, celebram a experiência da degustação. A forma, a espessura e o tratamento dado à borda do vidro salientam o sabor. O formato amplo da boca do copo permite exalar melhor a nota de castanha torrada, chocolate e pão fresco. O formato também ajuda na manutenção da espuma, encorajando a degustar a bebida devagar.

 

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Ao beber a “Bönnsch”, da cidade de Bonn, os amantes de cerveja seguram em suas mãos pequenas obras-primas inspiradas pelo designer Luigi Colani. A “Bönnsch” é uma versão não filtrada da “Kölsch”. Apesar de não alterar o sabor da bebida, o copo é mais popular que a própria cerveja, especialmente entre turistas que procuram por um souvenir diferente, diz o dono da cervejaria.

 

Experiencia do leitor

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Como já havia citado, todos podem contribuir com dicas e compartilhar suas experiencias de viagem. Seguindo essa idéia, estou transcrevendo na integra o comentário de um dos nossos leitores, o Eduardo Magalhaes.

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“Olá Leo, boa noite.
Não pensei que fosse responder tão rápido…rsrs. Muito obrigado.
Legal que possa colocar o que escrevi como post. Eventualmente pode servir de estímulo a outros que tenham o mesmo interesse a irem ver o que estive visitando.

Para baratear e para ficar mais independente em termos de horários e para visitar às vezes locais onde excursões normais não vão nos períodos que desejo, procuro sempre fazer as visitas por conta própria. Só que, algumas dessas visitas a locais onde ocorreram episódios da II Guerra não são muito fáceis de se fazerem sozinho, ou porque o transporte não é simples, ou porque não se tem muita informação. Relato aqui três episódios.
O primeiro, em 1988, quando fui a Berchtesgaden, em maio ou junho daquele ano. Naquela época não tinha internet e não tinha as formas de comunicação que temos hoje. Havia muito menos informação à disposição e até menos preparo para se receber o turista nos locais. Então, fui a Berchtesgaden basicamente para visitar o que era conhecido como o Ninho das Águias, que é o Kehlsteinhaus. Cheguei à estação de trem, vindo de Munique, se não me engano, e dali mesmo, ou de bem perto, já partia o ônibus que sobe aquela estradinha estreita, que fica fechada no inverno, e que vai até um determinado ponto de onde se toma aquele elevador dourado até o Kehlsteinhaus. Fiz a visita ao Ninho da Águia, andei um pouco ali por aqueles caminhos nas montanhas que há lá em cima e depois encerrei, tomando o elevador de volta para o local do estacionamento onde ficam os ônibus. Por sorte, ali na descida do Kehlsteinhaus, conheci um cara, um alemão, que queria visitar também as ruínas do Berghof, que eu nem sabia que eram possíveis de serem visitadas. Fiquei logicamente animado e o acompanhei. Para tanto, tínhamos que saltar numa espécie de estação intermediária naquela estradinha estreita. Saltamos e então fomos a pé até o Gasthof Zum Türken e mais adiante entramos num pedaço do mato ali exatamente onde era o Berghof e depois seguimos mais adiante por uma estradinha local, dando como que uma volta, visitando o Platerhoff, Kaserna dos SS, local onde era a casa de Göring, o que sobrou, e uma ou outra coisa a mais. Naquela época, tínhamos câmeras fotográficas, mas não era essa febre que é hoje em dia com fotografia de tudo o que é jeito, celular e etc… Tenho algumas fotos do Kehlsteinhaus e até ali das ruinas do Berghof, também do Platterhof, mas não com o detalhamento que eu hoje gostaria de ter. Acabei não visitando os bunkers, que na época acho que nem eram abertos a visitas e não fiz o caminho a pé até a Teehaus, que hoje me parece possível ainda de se fazer, com alguns pontos podendo ser reconhecidos, se compararmos com os filmes de época. Esse tipo de visita uma excursão não vai fazer. Nenhuma excursão, naquela época, ia às ruínas do Berghof. E, se não tivesse encontrado aquele alemão ali durante a visita ao Kehlsteinhaus, não teria visto as ruínas do Berghof.
No ano passado, quando estive na Europa, no caminho de trem de Münster para Berlin, resolvi visitar o castelo de Wewelsburg, numa localidade meio isolada relativamente perto da cidade de Padderborn. Saltei do trem em Padderborn e tomei um ônibus para Wewelsburg. Levou uns 40 ou 50 minutos até um ponto de ônibus que fica numa vila há uns 15 ou 20 minutos a pé do castelo. A visita foi ótima. O castelo foi uma espécie de escola ou retiro espiritual da SS. Há algo de místico naquele castelo. Hoje parte dele é um albergue da juventude e a outra parte é um museu. Visita excelente. Depois, na volta, novamente os 20 minutos a pé até o ponto de ônibus e lá uma espera sozinho de 1 hora ou um pouco mais pelo ônibus que me levaria de volta a Padderborn, para ainda no mesmo dia seguir caminho de trem para Berlin. Essa visita não foi propriamente difícil, mas também não foi muito tranquila de se fazer, por causa da logística do transporte. No ponto de ônibus lá na cidadezinha não tem ninguém, nem para perguntar se é ali mesmo que devemos aguardar o ônibus que vai na direção de Padderborn, você fica preocupado com a questão do horário, até porque o ônibus só passa lá um certo número de vezes por dia, razão pela qual a visita ao castelo tinha, no meu caso específico, de se encaixar nos horários mais restritos do transporte, horários esses que estavam, portanto, um pouco apertados por causa da sequencia da minha viagem para Berlin ainda no mesmo dia. Visita boa, mas que há de se ter um certo desprendimento para se fazer sozinho, sem uma excursão. Local um pouco isolado.

Por fim, na Rússia, há dois meses, já foi um pouco diferente. A infraestrutura de transporte é muito inferior à da Alemanha. Em Stalingrado, contando também o pouco tempo que eu ficaria na cidade, apenas dois dias, considerando ainda as distâncias entre os pontos interessantes a serem visitados, preferi contratar uma guia local particular. Queria ver a cidade em si, algumas ruínas e monumentos e memoriais nos locais de batalha dentro da cidade, mas desejava também visitar algumas cidadeszinhas onde houve batalhas nas chamadas “estepes” russas, quando os alemães se aproximavam para tentar tomar Stalingrado. Foi muito legal, visitei vários locais interessantes, embora nem todos necessariamente bonitos do ponto de vista estético, mas foi muito bom. Em Stalingrado e arredores, sem a guia local, não teria sido possível fazer as visitas que fiz em apenas dois dias. Com a guia e com o transporte que ela proporcionou, pude visitar muitos locais de batalhas na cidade de Stalingrado em si, bem como visitar outras localidades, como Zapadnovka, Peschanka, Kalach on Don, Pyatmorsk e Golubinskaya. Não foi muito barato, mas não tinha outro jeito, uma vez que queria ir aos locais das batalhas, tanto na cidade de Stalingrado, quanto em localidades próximas, inclusive onde houve o cerco russo aos exércitos de von Paulus, onde os exércitos russos, num movimento de pinça, isolaram von Paulus. O cerco deu-se em Pyatmorsk, perto de Kalach on Don. Há um monumento no local. Visita ótima a Stalingrado e arredores, mas impossível de se ver isso tudo se tentar-se usar o transporte normal da cidade. Logística, inclusive também por conta da língua, bastante complicada para se fazer esse passeio sozinho.
Você me deu sugestões ótimas: o Memorial da Segunda Guerra em Caen, a base de submarinos de Lorient, o rio Waal em Nimegue, parte da , que gerou o filme Uma Ponte Longe Demais, que é a ponte de Arnhem, que os aliados não alcançaram e foram massacrados, e Bastogne, parte da batalha na floresta das Ardenas, numa das últimas contra ofensivas dos alemães na guerra, pois desde o desembarque do dia D que mais se defendiam do que atacavam. A verdade é que não há tempo de se fazer tudo. Há também ruínas da Linha Maginot, que gostaria de visitar. Mas, dessa vez, acho que será possível talvez somente o Memorial de Caen. Vamos ver…..

Você mencionou que a Bavária foi pouco bombardeada e com isso há vários locais também não muito conhecidos ou não muito visitados, mas que têm significado no período nazista e que de certa forma estão preservados, ou como memoriais ou como museus ou como ruínas mesmo. Você poderia indicar alguns desses lugares ? Na Bavária, relacionados à II Guerra, visitei Munique e vou voltar, Berchtesgaden, que também voltarei, e Nürnberg, que também voltarei, além do campo de Flossenbürg, que não voltarei. Mas, acredito que haja outros locais bastante interessantes para serem visitados e que eventualmente não sejam muito divulgados.
Fico antecipadamente grato e desculpo-me pela longa mensagem.
Abraços
Eduardo”

Eduardo, mais uma vez, obrigado.
Prometo escrever outra materia sobre o tema II Guerra e os locais poucos explorados. Nao se preocupe.
Seja bem-vindo sempre com novos textos e ideias para o blog.
Abracos.

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Rota Alpina Alemã – uma viagem fabulosa pelos picos dos Alpes

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A Rota Alpina Alemã – um verdadeiro cinema drive-in! Seja bem-vindo ao um passeio panorâmico cheio de curvas, ao longo de 450 km no cenário deslumbrante das montanhas do sul da Baviera, de Lindau, no Lago de Constança, até Berchtesgaden, no lago Königssee. Esse roteiro reúne uma espécie de “seleção nacional” do turismo alemão, seja de carro, pedalando, ou caminhando.

O melhor das montanhas da Baviera são os lugares onde elas mostram o que há de mais típico nessa região, onde há músicos alegres tocando, gente sentada à mesa, cada um com sua caneca de cerveja, e onde os costumes ainda são preservados – e esses lugares são perfeitos também para dirigir. Se tudo isso ainda vier acompanhando de vistas formidáveis, com a sensação de que você só precisa dar um pulo para chegar do outro lado da cordilheira, então pode ter certeza de que você se encontra na Rota Alpina Alemã, em pleno salão de festas dos Alpes.

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Como numa propaganda de chocolate

Sua companhia durante viagem serão mais de 20 lagos cristalinos nas montanhas, castelos altivos, palácios saídos dos contos de fadas, mais de 60 estâncias terapêuticas, desfiladeiros, vales, centenas de picos de montanha e campos ensolarados, onde as leiterias produzem queijos deliciosos. A rota é também um convite para desfrutar de uma culinária de altíssima qualidade e da atmosfera nos chalés, nas cervejarias que servem ao ar livre ou nos cafés aconchegantes à beira dos lagos. Mas o esporte também não fica atrás, com atividades como rafting, todo tipo de esporte aquático, parapente, ciclismo, excursionismo e escaladas ou, naturalmente, os esportes de inverno nas diversas pistas de esqui.

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Impossível pedir mais

Ao longo da rota, as hospedagens vão desde férias na fazenda até hotéis de luxo. Cercada de uma enorme riqueza natural e cultural, a rota explora atrações mundialmente famosas, como o pico de Zugspitze, os castelos reais perto de Füssen, os mosteiros Ettal e Benediktbeuern, o lago Chiemsee, o patrimônio mundial na igreja Wieskirche, Watzmann, St. Bartholomä no lago Königssee, o Parque Nacional dos Alpes em Berchtesgaden e muito mais.

Alpen_Bayern_Aussicht_Tegernsee_BaumgartenschneidQuem já esteve aqui sabe disso!

É recomendável parar de vez em quando, ou melhor, frequentemente para apreciar esse panorama espetacular oferecido pelos Alpes. Afinal, há poucos lugares onde é possível chegar de carro a uma paisagem digna de um cartão postal, como aqui. Na verdade, uma viagem de curta duração é pouco para a Rota Alpina Alemã!

ROTA ALPINA ALEMÃ

EXTENSÃO: 450 km

DESTAQUES:
Berchtesgaden: Watzmann, Parque Nacional,
Chiemsee: lago Herrenchiemsee, ilha Fraueninsel, mosteiro
Ettal: mosteiro
Füssen: castelo Neuschwanstein
Lindau: Lago de Constança,
Königssee: St. Bartholomä, capela Eiskapelle
Oberammergau: festival Passionsspiele
Garmisch-Partenkirchen: Zugspitze
Pfaffenwinkel: igreja Wieskirche

www.deutsche-alpenstrasse.de

Dez cervejas de trigo alemãs

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Na Alemanha são produzidos mais de 5.000 tipos de cerveja. Entre elas está a famosa cerveja de trigo (em alemão Weizenbier ou Weissbier).

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Conhecida mundialmente, essa Hefeweizen tem tonalidade dourado-brilhante – cor da composição de quatro diferentes tipos de maltes – e aspecto turvo, já que a levedura (Hefe) não é filtrada. Produzida na oitava maior cervejaria da Alemanha, tem traços de manga e abacaxi e equilibra doce e amargo no paladar.
Teor alcoólico: 5,5%

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Weihenstephaner Vitus

Encorpada e complexa, essa Weizenbock é reconhecida pelo aroma de damascos secos e pelo sabor marcante de especiarias: forte, mas frutado. Premiada diversas vezes pela World Beer Awards como a melhor cerveja de trigo e produzida pela mais antiga cervejaria do mundo, ela pode ser saboreada ao lado de pratos exóticos – e inclusive na hora da sobremesa.
Teor alcoólico: 7,7%

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Franziskaner Royal

A Royal é uma versão especial da Franziskaner, dotada de especiarias e o teor alcoólico mais elevado. Na composição do sabor, toques de figo, melão e banana madura, com aromas de cravo e espuma cor de marfim. De cor acobreada, encorpada e elegante, ela é uma das preferidas em ocasiões comemorativas – podendo facilmente substituir um bom vinho.
Teor alcoólico: 6%

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König Ludwig Weissbier Leicht

Com 40% menos do volume alcoólico de sua versão helles (clara), essa Weissbier é da categoria “light”, muito mais leve e bastante refrescante. A cerveja leva o nome do Rei Luís I, responsável pela inauguração dos primeiros Biergarten, os “jardins de cerveja”, bastante comuns na Alemanha, e da Oktoberfest em Munique.
Teor alcoólico: 2,9%

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Schneider Weisse TAP 7

Feita em Kelheim, na Baixa Baviera, a Schneider Weisse conta com um enorme leque de diferentes cervejas de trigo, sendo a TAP7 a mais tradicional. De espuma leve e gostinho “típico da Baviera”, a Weizen se equilibra entre 60% de malte de trigo e 40% de cevada.
Teor alcoólico: 5,4%

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Erdinger Weissbier

Outro exemplo da tradicionalíssima cerveja de trigo alemã, a Erdinger precisa de um período de três a quatro semanas para atingir a maturação ideal. Ela existe no mercado desde o início do século 20 e reafirma a antiga Lei de Pureza Alemã: contém apenas lúpulo, maltes, levedura e água. Cremosa, com tons de dourado e aparência opaca, é frutada e refrescante.
Teor alcoólico: 5,3%

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Maisel’s Weisse Alkoholfrei

Ideal para quem busca uma Weizen sem álcool e menos calórica, sem abrir mão das características originais de aromas e sabores da cerveja tradicional. Produzida artesanalmente em Bayreuth, no norte da Baviera, a Maisel’s é leve e perfumada, com um sabor acentuado que equilibra banana e frutas cítricas.
Teor alcoólico: 0,5%

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Hofbräu Schwarze Weisse

Mais uma da série: Weizenbier produzida em Munique! Mas, diferente das últimas, essa é uma Schwarze Weisse: versão escura e menos espumante, se comparada à tradicional, ela é bastante aromática e leva um toque de biscoito amanteigado no sabor, misturando ainda notas de marrom glacê e até salada de frutas. A espuma tem cor de cappuccino.
Teor alcoólico: 5,1%

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Berliner Kindl Weisse

Levemente ácida e muito refrescante, a Berliner Kindl Weisse tem um teor alcoólico bastante baixo. Feita na capital alemã, ela já foi considerada a “champagne do norte da Europa”, graças ao seu frescor e à sua característica borbulhante. Além, é claro, do colorido – a Berliner Kindl é famosa por adicionar xaropes dos mais variados sabores às suas cervejas.
Teor alcoólico: 2,8%

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Hacker-Pschorr Dunkle Weisse

De caráter aveludado e notas de caramelo, essa Dunkle Weisse é produzida no coração de Munique. Feita com maltes selecionados, é densa e aromática. A doçura picante do malte escuro se equilibra com um leve gosto amargo, e os traços são de cravo e gengibre.
Teor alcoólico: 5,3%

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(fonte DW)

NÃO VIAJO PORQUE SOU RICO, VIAJO PORQUE ME PROGRAMO

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“Nossa, como você viaja tanto, deve ser rico”. Eu já perdi a conta de quantas vezes ouvi essa frase ou algo parecido e eu respondo: Não sou rico, não tenho um super salário, mas sou organizado e me planejo.

A vida é feita de escolhas: se sair de balada é o que você mais gosta de fazer, você de certa forma trabalha para isso. Se você curte cinema e coleciona DVDs e Blu-rays, você trabalha para isso. Viajar é a minha maior paixão, essa é a minha prioridade.

Viajar também não significa luxo. Ir para Londres não quer dizer que você ficará hospedado no Ritz, não quer dizer que você voará de primeira classe ou que vai comer nos restaurantes mais caros. As pessoas tem uma concepção um pouco errada de viagens.

Todas as minhas viagens eu começo a me planejar com até 7 meses de antecedência, pesquisando lugares, acompanhando o preço das passagens e hotéis. Monto um orçamento base para saber quanto eu vou precisar para a tal viagem. Divido esse valor pelos meses até data da viagem e assim eu sei de quanto dinheiro vou precisar economizar todos os meses para poder viajar.

Se eu preciso economizar X dinheiros por mês, eu não vou ao cinema toda semana, não vou comer no meu restaurante favorito todo sábado. Já parou pra pensar quanto custa no fim do mês aquele cafezinho com um docinho depois do almoço? Faça as contas!

Não falo de abrir mão das coisas boas da vida e “deixar de viver” para juntar dinheiro, falo de saber equilibrar os forninhos para em sete meses, estar embarcando rumo ao destino dos sonhos. Se você é como eu, vai pensar muito antes de comprar um iPhone 6, sabendo que com esse dinheiro dá para comprar uma passagem para qualquer canto do mundo.

É muito comum ir chegando a data das férias e você decidir para onde vai viajar em cima da hora. Erro fatal! Os preços estarão lá em cima e como você não se planejou, vai ter que parcelar a viagem em sabe-se lá quantas vezes. Aquela dívida no cartão de crédito vai te acompanhar por meses e te impedir de poupar para sua próxima viagem.

Viajar com regularidade requer foco e objetivo. Essa é a sua prioridade? A vida é cheia de escolhas e se viajar é a sua prioridade, comece a pensar mais nisso antes de ter aquele descontrole no shopping e sair de lá com bolsas e mais bolsas de compras, trocar de celular a cada 6 meses ou mergulhar em dívidas para andar de carro novo.

Trens na Alemanha

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Quando se trata de transporte, muitos turistas (principalmente meus amigos brasileiros) preferem os trens na Alemanha. O sistema de trem alemão é enorme, facil de usar e extremamente pontual (como tudo aqui).  No entanto,  prepare seu bolso, a brincadeira não é barata.  Mais de 40 mil quilômetros de vias férreas compõem a base mais importante sistema de transporte nacional da Alemanha.  Trens na Alemanha são muito limpos, confortáveis e eficientes.  Quase sempre mais caros que os aviões. Então aquela historinha de comprar o “Euro Pass”,  viajar por toda a Europa de trem, muitas vezes dormindo no proprio trem e economizando algumas diárias de hoteis é lenda.
Mesmo que muitos dos alemães ainda reclamem das altas tarifas e do atendimento dos funcionários nos trens na Alemanha, muitos turistas elegeram o sistema ferroviário alemão como um dos melhores da Europa.  Particulamente, essa eternas reclamações fazem parte da famosa “etiqueta alemã”.  A maioria dos trens na Alemanha é gerido pelo Deutsche Bahn AG , mas há também algumas linhas regionais privadas, como a Bayerische Oberland Bahn no sul da Baviera ou o Nord-Ostsee-Bahn , perto da fronteira germano-dinamarquesa.
                                        

Trens e Estações

Existem diferentes tipos de trens na Alemanha, podem parecer confuso à primeira vista.  A lista a seguir deve ajudá-lo:
  • EuroCity (CE): conectar grandes cidades, não só na Alemanha, mas também em outros países europeus. Por exemplo, há ligações regulares entre Hamburgo e Copenhagen, Berlim e Varsóvia, bem como Munique e Milan.
  • Intercity Express (ICE): na Alemanha conectar grandes áreas urbanas com horários programados.  Eles viajam muito rápido, e algumas linhas ICE oferecem serviços de bordo adicionais como hotspots WLAN, recepção móvel e entretenimento de áudio / vídeo. Portanto, eles são muitas vezes preferido pelos viajantes de negócios.
  • Intercity (IC): na Alemanha conectar algumas das cidades maiores, por exemplo, Hamburgo e Nuremberg.
  • Regional Express (RE): na Alemanha são trens regionais que param em cidades menores também.Eles são mais baratos, mas também mais lento do que as mencionadas acima.
  • Regionalbahn (RB) é o tipo mais lento de trem na Alemanha. RB trens só servem áreas limitadas e fazer inúmeras paradas em pequenas estações. Assim como os trens RE, os seus compartimentos de segunda classe pode rapidamente tornar-se lotado, especialmente na sexta-feira à noite, no fim de semana e durante a temporada de férias.
As paradas nas estações tendem a ser bastante rapidas, por isso preste muita atenção no sistema de alto-falante ou pedir a seus companheiros de viagem para alertá-lo sobre o seu local de desembarque.  As próprias estações estão ligadas à rede de transporte local ou regional.

Bilhetes e tarifas

Como eu já citei, viajar de trem na Alemanha é de fato bastante caro, especialmente se você optar por um assento de primeira classe em um trem rápido de longa distância. Por exemplo, um único passeio ICE de primeira classe, saindo de Munique para Berlim custa até EUR 219.  No entanto, existem inúmeras maneiras de conseguir um desconto para viagens de trem na Alemanha, e podemos explicar apenas alguns deles aqui:
  • Se você vai em viagens de negócios dentro da Alemanha em uma base regular, o chamado Cartão Bahn provavelmente vai te ajudar: Com este cartão de desconto personalizado, você pode economizar até 50% da tarifa regular.
  • Para viagens de longa distância, também existem as chamadas “tarifas poupança” ofertas: um número limitado de bilhetes para certas conexões são vendidos por menos de EUR 29 ou EUR 39.
  • Além disso, você pode economizar até 50% em cada passagem de volta, desde que você restringir-se a viajar em um determinado dia e fazer uma viagem de volta de e para a mesma estação.
  • Além disso, existem vários bilhetes sazonais e descontos regionais também. O Schönes-Wochenende-Ticket(Happy Weekend Ticket) e os Länder-Tickets (bilhetes de um dia regionais) são particularmente populares.

    Onde comprar o seu bilhete

    Você pode adquirir o seu bilhete no balcão, ou em uma máquina de venda automática (nem todas aceitam cartões de débito ou cartões de crédito), ou on-line . Não é mais possível comprar bilhetes a bordo trens regionais.  Se você embarcar em uma conexão regional sem um bilhete válido, lembre-se que voce estará cometendo uma infração, se o fical te pegar, alem do vexame e multa,  ele pode forçá-lo a deixar o trem na estação seguinte. Nas grandes cidades, você vai encontrar muitas vezes chamados Reisezentren (centros de viagem), bem como pelo menos uma cabine de informações com funcionários que falam Inglês. Eles podem ajudá-lo a encontrar a conexão correta, ou dar conselhos em trens na Alemanha e transporte local ou para encontrar a conexão correta.  No entanto, a venda de bilhetes em estações menores costumam ter um horário limitado e o pessoal local pode não ser tão eficiente no Inglês. Em cidades muito pequenas, não há mais a bilheteria em tudo.

  • Um dica para facilitar sua viagem de trem com horarios, conexões, mapas,..é o aplicativo do Deutsche Bahn AG (Db Bahn)
  • O trem é um meio de transporte bastante popular, especialmente durante os feriados. Assim, aconselho voce fazer reservas para viagens, especialemente durante feriados, fins de semana e na hora do rush. Caso contrário, você pode acabar sentado em sua mala ou no chão. 🙂

Munique: qual a melhor região para se hospedar?

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É o tipo de pergunta que mee fazem o tempo todo e obviamente eu faço a meus amigos que moram em cidades que pretendo viajar.

Você quer praticidade, andar pouco e ter toda a malha de transporte público a sua disposição ?

Pois bem, não tenho dúvida que a região no entorno da Estação Central de Trens (Hauptbahnhof) é a melhor opção. De qualquer extremo da cidade que você esteja passeando, você irá encontrar um metro, um onibus ou um bonde que tenha o “Hauptbahnhof” como destino.

É obvio que nessa região, não espere encontrar esquilos saltitantes em um belo jardim na frente do Hotel. Lembre-se: você está no marco zero da cidade, chegada e saida de milhares de turistas. Isso serve para todas as cidades no mundo, as redondezas das Estações Centrais são sempre feias. Porém você está em Munique, você não precisa se preocupar em andar de noite por essa região. Roubo zero, ok !?!

A opção de Hostels e Hoteis com preços baixos é maior nessa região citada. É praticamente um Hotel colado no outro, com muita opção de resturante e “fast food”

Se você prefere um lugar menos tumultuado, evitando a Estação Central. Se Hoteis na região central estão lotados (acredite, na Oktoberfest não tem nem casinha de cachorro disponivel), .. Enfim, a segunda dica é procurar hoteis que estejam proximos as estações em destaque no mapa abaixo, de Pasing ateOstbahnhof. Por que ? Simples, observe que a rede de metro continua intensa nessas estações. Ou seja, você não precisa ficar esperando 20 minutos pelo proximo metro, pois é o que acontece quando voce só tem uma linha de metro para sua região. Nessas estações que destaquei no mapa (essas capsulas brancas), você tem metro de 2 em 2 minutos.

Ficar no fim de linha de metrô é, de fato, uma chatice. Você começa e termina o seu dia com aquela mesma seqüência interminável de estações (a gente se sente como se fosse para o trabalho). Passar no hotel no meio do dia para buscar algo que esqueceu acaba se tornando uma novela e tomando um tempo e uma energia que custam muito mais do que a diferença do que você pagaria por um hotel mais central.

Se você prefere ficar numa região agitada à noite, não apenas para agitar de fato, como também para se sentir em segurança em ruas que não morrem cedo , escolha Karlsplatz ou Sendlinger Tor. De preferência próximo a avenidaSonnenstraße.

Quer dormir e acordar praticamente dentro da Oktoberfest ? Então procure algo proximo a Theresienwiese ou um hotel que tenha a linha U4 e U5 por perto. Todos os hoteis costumam indicar em seus websites “estamos a 3 minutos da estação de metro tal e tal”.

A outra opção é a estação de Hackerbrücke. Esse local é marcante pela imensa ponte de ferro que atravessa as linhas de trem que abastecem a Estação Central. Em Hackerbrücke, você caminha de 5 a 10 minutos e já está dentro da Oktoberfest.

Quer dormir e acordar num lugar lindo? Abrir as cortinas e ter um belo lago como cenário ? Ou você esta de carro e quer fazer um tour pela Bavária ? RecomendoStarnberger See ou Ammersee. Lembre-se que nessa região temos uma linha de metro para cada lago citado, porém estamos bem afastados do centro. Algo em torno de 30 minutos de Metro, porém com a Autobahn muito próxima.

Zurique

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Zurique

Essa pequena cidade suíça é sem dúvida um dos lugares mais legais de se conhecer. Quando cito “pequena cidade” é pelo fato de Zurique ter apenas 350 mil habitantes. Ou seja, praticamente a metade dos habitantes de Copacabana no Rio de Janeiro por exemplo.

Zurique é lugar para se visitar em 3 dias, nunca me arrisquei a ficar mais de 3 noites por lá. Digo isso, não só pela facilidade de se conhecer os principais pontos turísticos, mas também pelo preço. Prepare o bolso, pois se existe um lugar caro, esse lugar é Zurique. Acho que os suíços não aderiram ao Euro justamente por isso, acredito que seja um complô para confundir os turistas com a conversão do Franco-Suíço x Euro. Brincadeiras à parte, mas o fato é que você se perde com o dinheiro na hora de comprar souveniers nas dezenas de lojas próximas a catedral Grossmünster, na Nieddorfstrasse O melhor é ir e relaxar, evitar compras desnecessárias, porém nada de ficar conferindo preço do cafézinho ou refrigerante nos restaurantes e cafés. Cafézinho? Chocolate, né. Afinal de contas, o chocolate suíço é um dos melhores do mundo.

A melhor maneira de conhecer o centro de Zurique é de bicicleta ou de bondinho. Como qualquer outra cidade europeia (ok, eu sei..a Suíça não faz parte da União Européia), os carros são abominados e devem ser evitados. Praticamente tudo acontece as margens do rio Limmat, portanto não acredito que irá se perder nesse city-tour.

Se for seguir minha dica de ficar no máximo 3 dias, procure se hospedar na região mais central. O ponto de referência é o Hauptbahnhof (Estação Central de Trens).

Idiomas
Na Suíça são quatro línguas oficiais: alemão, italiano, francês e romanche. Essa última é falada por uma minoria, cerca de 0.5%. O alemão é na verdade chamado de suíço-alemão, pois trata-se de uma variação da língua naquela região. É como se fosse um dialeto, sendo difícil até para os próprios alemães entenderem os suíços. Mas calma, com o tradicional inglês, tudo pode ser resolvido.

Visto

A Suíça faz parte da EFTA e aderiu em 12 de Dezembro de 2008 ao bloco de países europeus que permitem a livre circulação de pessoas sem necessidade de passaporte (passageiros que provenham do espaço Schegen). No entanto, turistas brasileiros, apenas o passaporte em dia.

Turismo

Vale a muito a pena dar um pulo em “Neuhausen am Rheinfall”, onde além do “Schloss Wörth” (castelo), tem a cachoeira “Rheinfall”. Várias empresas oferecem um passeio de barco que vai até a base dessa enorme cachoreira. Há também alguns decks de observação (gratuitos) com uma vista espetacular das quedas. Além de visitas guiadas que começam no Castelo indo até queda d’agua. Vários restaurantes estão localizados em Schloss Laufen, Wörth Schloss e no parque Rheinfall.
As Cataratas do Reno são facilmente acessíveis de carro, bicicleta e transportes públicos. Diversas linhas de trem atendem o local: o DB-Bahnhof “Neuhausen Bad Bf” e SBB-Bahnstation “Schloss Laufen am Rheinfall”. Lembrando que tudo está muito bem sinalizado, portanto fácil para qualquer um.
Compras
 

A Bahnhofstrasse é a principal, para não dizer a mais famosa rua de Zurique. Nela estão as lojas caras e chic’s (Chanel, L.Vuitton, Dior, ..), além de grande parte dos bancos e empresas suíças. Ela começa na estação de trem central (Bahnhof, daí seu nome) e termina na beira do lago Zürichsee. Vale a pena uma caminhada por toda a sua extensão.

Sprüngli – é a confeitaria/chocolateria mais famosa de Zurique, pertencente a marcde Chocolates Lindt. Para os chocolátras, é um passeio obrigatório. Não deixe de experimentar o Luxemburgerli  Bom demais! Os suíços o consideram melhor que o “macaron” francês. Se experimentar um desses, depois me escreva deixando sua opinião. 🙂

Sölden

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Sölden é onde tudo acontece primeiro quando o assunto é esportes de Inverno. Isso tudo, porque as atividades já começam em Setembro. Em Outubro começam os campeonatos, esse ano (2012) por exemplo, acontece o AUDI FIS Skiweltcup Auftakt de 26 a 28 de outubro e, mais tarde, eventos em quase todos os finais de semana. Ou seja, é “bagunça” até o início de Maio.

Nas duas geleiras acima da vila e na parte posterior do Vale Ötz, a temporada de neve começa em setembro. A estrada panorâmica de maior altitude dos Alpes orientais guia esquiadores e snowboarders, de carro ou de ônibus, de Sölden até as geleiras de Tiefenbach e Rettenbach, uma das maiores regiões de Esqui Glacial da Áustria. As duas geleiras gigantes são interligadas por uma estrada e um túnel, formando o único circuito de esqui glacial dos Alpes. São 148 km de pistas, para todos os níveis, sem estresse nem tempo de espera de transporte devido aos inúmeros Lift’s (teleféricos). As áreas de esqui vão de 1.350 a 3.340 metros de altitude e aproximadamente 80% das pistas são abastecidas por canhões de neve.
Além disso, Sölden é a única região de esqui da Áustria que possui três montanhas com mais de três mil metros de altitude: Gaislachkogl (3.058 m), Tiefenbachkogl (3.250 m) e Schwarze Schneide (3.340 m).  Quem quiser conquistar as “BIG3“ em um dia pode participar do “BIG3 Rallye“. O ponto de partida é a estação de teleférico Giggijoch e a chegada é a estação Gaislachkogl. Entre as duas estações encontram-se quatro horas de descidas, 50 km de pistas, 10 mil metros verticais e três paisagens alpinas de tirar o folêgo, admiradas nas plataformas panorâmicas. Um destaque especial para todos os fãs de Sölden é o novo “Multimedia Nightshow“, nas noites de quarta-feira na estação intermediária de Gaislachkogl, contando inclusive com a participação de DJ’s Internacionais como David Guetta. Além disso, todas as Escolas de Esqui da cidade, em conjunto com o tradicional Skiclub Sölden, fazem uma demonstração impressionante de Esportes de Inverno, apresentando as técnicas de esqui desde seu início até os dias atuais.
Mais informações consulte o site: http://www.soelden.com/main/EN/SD/WI/index.html

LONDRES

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Mesmo meu blog tendo Munique como tema principal, resolvi ampliar um pouco mais as fronteiras sobre as minhas dicas de viagem. Nesse caso, vamos para Londres. Se você nunca esteve em Londres, prepare-se. Tenho certeza de irá se surpreender muito com o essa cidade.  A minha chegada em Londres foi pelo aeroporto Standsted e seguindo de metro ate o centro da cidade. Admito que nesse aspecto, o metro de Munique é infinitamente melhor, mais limpo e mais fácil de ser usado. Ainda sim, o metro de Londres é referência mundial pois atinge todos os pontos da cidade.

Procurei desembarcar na estação mais central possível, por isso optei pela “Oxford Circus“. Eram 18hs de uma Sexta-Feira, tente imaginar as milhões de pessoas transitando ao meu lado, todas as luzes acessas, vitrines decoradas,..fiquei 30 minutos parado no mesmo lugar, tentado assimilar tanta informação.

Passado esse periodo de adaptação, tratei de procurar um hotel ou hostel. Para minha surpresa, tudo lotado. Isso mesmo, em pleno Outubro, sem qualquer feriado ou data festiva e tudo no “centrão” estava lotado. A opção foi começar a me afastar do centro, infelizmente. Consegui um Hostel em “Canada Water”, com quarto individual e café-da-manhã.

Segunda etapa era resolver o translado na cidade. Optei pelo ”London Oyster Card“, que nada mais é que um cartão magnético que te dá direito de usar onibus e metro, 24 horas, 7 dias da semana. Esse cartão é carregado de acordo com o periodo que você irá permanecer na cidade e com uma taxa de 5 Libras para ter o cartão. Lembrando que essas 5 libras serão devolvidas ao final da sua viagem, quando devolver o cartão nos Postos de Atendimento de Waterloo Station ou Liverpool Station. A média é de 5 libras por dia de uso, portanto 1 semana (7 dias) será faixa de 35 libras. Caso você compre o de 1 semana e utilize apenas 4 ou 5 dias, a diferença será será devolvida juntamente com as 5 libras pagas pelo cartão.

Até esse momento, tudo poderá ser feito com cartão de débito e/ou cartão de crédito. As libras deverão ser compradas depois de algumas pesquisas e de preferencia em lojas do centro. Fuja das casas de cambio do aeroporto, pois todas cobram comissões e trabalham com as piores cotações. Todas as casas de câmbio do centro funcionam 7 dias da semana, de 9 às 22. Particulamente eu vacilei nesse aspecto, pois fiquei com receio dessas lojas não funcionarem no final de semana. A outra dica, é ir comprando as Libras aos poucos, conforme a demanda.

Passeios: Londres é uma cidade extremamente cultural, com dezenas de museus e locais emblemáticos.
A dica é pegar aquele “City Tour” de onibus, com guias em todos os idiomas (inclusive português), no qual você embarca e desembarca quantas vezes quiser e conhece os pontos turisticos de maior interesse. Acredite, esse passeios foram as melhores idéias para turistas, pois além de poupar tempo, você conece praticamente tudo sem gastar a sola do sapato.

Locais a visitar: obviamente que London Bridge, Big Ben, Palácio de Buckingham, London Eye (enorme Roda-Gigante), Catedral de St Paul’s e Westminster, … são paradas obrigatórias. Porém não se esqueça dos museus. Que além de serem uns dos melhores do mundo, muitos são de graça.

Museu Imperial de Guerra (IWM) em Londres tem um acervo que cobre todos os conflitos envolvendo a Grã-Bretanha no século XX e XXI.
Endereço: Lambeth Road
Estação de Metrô: Waterloo
Horário: 10 às 18hs

Museu de História Natural de Londres (Natural History Museum). Fundado em 1881, possui itens relacionados a Botânica, Entomologia, Mineralogia, Paleontologia e Zoologia. Resumindo: bom para quem gosta de ver dinossauros e ossos e aprender mais sobre o desenvolvimento da fauna e da flora no mundo.
Endereço: Exhibition Road
Estação de Metrô: South Kensington
Horário: 10 às 18hs

Museu de Ciência conta a história da ciência através de exemplos práticos, com fotos, vídeos, computadores, hologramas e todo tipo de engenhosidade imaginável. Oferece também sessões de cinema IMAX 3D, com entrada à parte.
Endereço: Exhibition Road
Estação de Metrô: South Kensington
Horário: 10 às 18hs
Não deixe de visitar as outras atrações pagas de Londres: Imperial War Museu Duxford (Museu de Aviões), HMS Belfast (navio de Guerra usado na II Guerra e ancorado no Rio Tâmisa), Madame Tussaunds (Museu de Cera), The London Dungeon (Casa do Terror), Sea Life, ..
http://www.youtube.com/watch?v=8x2dN-uEDr8
Para os amantes da arquitetura, Londres é um prato cheio. O contraste de prédios do século XIX, com prédios modernos é encontrado a cada quarteirão caminhando pelo centro.
O 30 St Mary Axe, também conhecido como Gherkin (em inglês: “Pepino”) foi projetado por Norman Foster, e construído entre 2001 e 2004.

London Bridge Tower, também conhecida como “The Shard” (em português, caco de vidro), é um projeto do italiano Renzo Piano, com 309,6 m de altura. No projeto, 72 andares de um prédio multiuso. Do térreo ao 33º piso, ela será ocupada por escritórios e restaurantes, enquanto o Shangri-La Hotel e Spa ocupará do 34º ao 52º pavimento, com 200 suítes. Os últimos andares abrigarão galerias e mirantes.
Os andares mais concorridos – e caros – vão do 53º ao 65º, onde 10 apartamentos de alto luxo estão à venda por preços que variam entre 37 e 62 milhões de euros.
Alguns detalhes impressionantes da torre:
– vista panorâmica de 360° para a cidade;
– os apartamentos avistam o mar nos dias de céu limpo, quando a visão alcança até 66 km a distância;
– mais de 95% dos materiais de construção utilizadas durante a obra são recicláveis;
– entre estes materiais, estão os quase 11 mil painéis de vidro de sua fachada, que totalizam uma área equivalente a oito campos de futebol;
– São ao todo 44 elevadores para que os visitantes possam circular pelo edifício.

Lloyd’s building foi projetado pelo arquiteto Richard Rogers e construído entre 1978 e 1986. Tal como o Centro Pompidou (projetado por Renzo Piano e Rogers), esse edifício foi inovador desde suas escadas e elevadores, até suas canalizações de água do lado de fora, deixando um espaço interior limpo e organizado. Os 12 elevadores de vidro foram os primeiros de seu tipo no Reino Unido. Como o Centro Pompidou, em Paris, o edifício foi muito influenciado pelo trabalho de Archigram da década de 1950 e 1960.
O edifício é composto por três torres principais e três torres de serviços em torno de um espaço central, retangular. Seu ponto principal é o “Underwriting” no piso térreo, que abriga o famoso Sino Lutine . A Sala de “Underwriting”, muitas vezes simplesmente conhecido como “O Quarto”, é formado por galerias e um átrio iluminado naturalmente através de um enorme abobadado telhado de vidro. As primeiras quatro galerias abrem-se para o espaço de átrio, e estão ligados por escadas rolantes através da estrutura. Os andares mais altos são envidraçados, e só podem ser alcançados através dos elevadores externos.

Piccadilly Circus é um dos principais cruzamentos em Londres, sendo um local perfeito para ponto de encontro, além de ser uma atração turística famosa de Londres. Com a estátua de Eros e os Outdoors de LCD na fachada de um de seus prédios que ficam em frente a praça de Piccadilly, se torna um programa ideal para o fim de tarde. Estação de Metrô Piccadilly Circus.

Oxford Circus é um dos principais centros de compra de Londres. Formado pela junção da Regent Street com a Oxford Street, este cruzamento em forma de “x” e não de cruz, como de costume, representa a centro das compras, das lojas de marca e da agitação dos londrinos. Todo ano, mais ou menos 40 milhões de pessoas passam pelas lojas de Oxford Circus.

Oxford Circus foi concebida no início do século 19, projetada pelo arquiteto John Nash. Desde então é um local que faz parte da história da cidade. Exatamente abaixo da interseção das ruas fica a Oxford Station, a famosa estação de metrô que foi incendiada em 1985 devido a um cigarro, o que acarretou a proibição do fumo em toda a rede do underground londrino.A Oxford Street tem a fama de ser a mais visitada rua de compras da Europa. A maioria das lojas abre entre 9 e 10h e fecham por volta das 20h. A maioria também funciona aos domingos.

Algumas lojas que se encontram na Oxford Street: Selfridges, Primark, M & S, HMV, Evans, Wallis, Barratts, Swishy, Dorothy Perkins, Next, New Look, Boots, Russell and Bromley, Clarks, River Island, Marks and Spencer, French Connection, Jane Norman, Accessorize, Gap, The Body Shop, The Disney Store, Debenhams, Sunglass Hut, Fossil, House of Fraser, John Lewis, BHS, Zara, Nike Town, Urban Outfitters,Schuh, Office, Uniqlo, Scoccer Scene, Aldo, Esprit, The Suit Company… Essas são apenas algumas delas.

clima em Londres é imprevisível. Em pleno inverno entre dezembro e fevereiro a temperatura pode descer abaixo de 0º C. Enquanto que no verão entre junho e agosto a temperatura raramente chega a 30º C, mantendo-se abaixo de 25º C a maior parte do tempo.
Em Outubro, por exemplo, amanhece um céu azul, nuvens ao meio dia e chuva no final de tarde, com noites estreladas. Portanto vale a pena ter uma sobrinha na mão, ou um casaco impermeável, pois a chuva geralmente é leve, como uma garoa paulistana.

mapa abaixo do Metro de Londres será importantíssimo em sua viagem. Não se esqueça que o metrô encerra suas atividades as 00:30hs e retorna o funcionamento às 04:30hs. Linhas de ônibus noturnos se encarregam de cobrir esse horário de pausa do metro.