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Como obter a cidadania alemã

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Você é descendente de alemães ou mora na Alemanha e quer saber se tem direito a passaporte alemão? Veja o que informam as representações diplomáticas e o governo alemão.

Reisepass mit Fingerabdrücken

Princípio do “ius sanguinis”

A nacionalidade alemã é transmitida pela filiação. Em geral, o local de nascimento não é relevante. Basta que o pai ou a mãe tenha passaporte alemão. Em caso de os pais não serem casados e apenas o pai ter passaporte alemão, o filho tem de ser reconhecido como legítimo antes de completar 23 anos.

Ter pai alemão…

…que, no momento do nascimento do filho, era casado com a mãe da criança ou que, no momento do nascimento do filho, não era casado com a mãe da criança nascida depois de 30/06/1993 e se tiver sido feito um reconhecimento de paternidade válido segundo a legislação alemã.

Ter mãe alemã…

…que, quando o filho nasceu, era casada com o pai da criança (nascida a partir de 01/01/1975) ou que, quando o filho nasceu, era casada com o pai da criança nascida entre 01/04/1953 e 31/12/1974, e a mãe prestou uma declaração a uma autoridade ou representação alemã de 01/01/1975 a 31/12/1977 (comprovante), ou que, quando o filho nasceu, não era casada com o pai da criança.

Nova regulamentação

Em caso de nascimento fora da Alemanha, não mais se adquire a nacionalidade alemã através do nascimento quando o pai/a mãe alemã(o) nasceu fora da Alemanha depois de 31/12/1999 e tem sua residência fora da Alemanha. Exceto se o nascimento do filho é declarado pelo pai/pela mãe alemã(o) à representação alemã competente no prazo de um ano (declaração de nascimento).

Naturalização facilitada

Em 2012, foram criadas condições privilegiadas de naturalização para quem nasceu antes de 01/01/1975 como filho de mãe alemã casada com pai estrangeiro, se no nascimento do filho a mãe tinha nacionalidade alemã ou a havia perdido por ter se casado com um estrangeiro segundo lei em vigor na época, ou havia perdido a nacionalidade alemã antes do casamento por expatriação entre 1933 e 1945. Ou…

E ainda

… pessoas que nasceram antes de 01/07/1993 como filho de pai alemão e mãe estrangeira, sem serem casados, e se o pai, no dia do nascimento do filho, possuía a nacionalidade alemã ou teria tido o direito à naturalização, e desde que o reconhecimento ou a confirmação da paternidade tenha acontecido efetivamente antes do filho completar 23 anos.

Mas, atenção…

… mesmo se tenha antepassados alemães, é preciso confirmar se eles não perderam a nacionalidade alemã. De 01/01/1871 a 31/12/1913 não se podia morar dez anos fora da Alemanha sem inscrição em um consulado alemão. Em consequência, também a esposa e os filhos menores de idade (na época, menores de 21 anos) também perdiam automaticamente a nacionalidade alemã se morassem no exterior.

Em dia com serviço militar

Um alemão nascido entre 1871 e 1885 com residência permanente fora da Alemanha, que tinha obrigação de prestar serviço militar, perdia a nacionalidade em 01/01/1916 se não tivesse apresentado, entre 01/01/1914 e 01/01/1916, sua decisão definitiva de prestar o serviço militar.

Aquisição de outra nacionalidade

Um alemão perde a nacionalidade ao adquirir outra (exceto da UE ou Suíça), caso a aquisição ocorra com base num requerimento de naturalização. Ele não perde a alemã se tiver recebido, antes da aquisição da nacionalidade estrangeira, uma autorização para ficar com a alemã (esta autorização só vale por dois anos). Até 31/12/1999 só era possível caso não tivesse sua residência habitual na Alemanha.

Exoneração, renúncia ou adoção

Um alemão é exonerado da nacionalidade alemã por requerimento próprio, se ele tenha solicitado uma nacionalidade estrangeira e recebido a confirmação de que esta lhe será concedida. Um alemão pode renunciar à sua nacionalidade alemã se possuir várias nacionalidades.Ou se acontecer uma adoção, segundo a legislação alemã, de um menor de idade alemão por um estrangeiro desde 01/01/1977.

Legitimação por estrangeiro, casamento ou Forças Armadas

Até 31/03/1953, um estrangeiro que legitimasse um filho alemão de pais não casados resultava na perda da nacionalidade alemã. | Pelo casamento de uma alemã com um estrangeiro antes de 23/05/1949. No período de 23/05/1949 a 31/03/1953, só se ela não ficasse apátrida. | Por entrar nas Forças Armadas ou associação armada similar de outro Estado, sempre que o alemão também tiver a outra nacionalidade.

Renaturalização é possível

Antigos cidadãos alemães cuja nacionalidade alemã foi retirada entre 30/01/1933 e 08/05/1945 por motivos políticos, raciais ou religiosos podem requerer a aquisição da nacionalidade alemã. O mesmo também se aplica aos seus descendentes que, se não fosse a expatriação da época, teriam adquirido a nacionalidade alemã.

Certificado de nacionalidade alemã

Para esclarecer se você é cidadão alemão, você pode solicitar o certificado de nacionalidade alemã emitido pela Agência Federal de Administração (BVA). Ele é uma prova juridicamente válida da sua nacionalidade alemã. O processo está sujeito a taxas e demora em torno de dois anos. O requerimento deve ser feito nas representações alemãs competentes.

Como traçar a ascendência?

As seguintes instituições podem ajudar na pesquisa do navio, da data e do local da entrada do seu antepassado no Brasil (elas também emitem certificados de entrada no país): Arquivo Nacional (www.arquivonacional.gov.br)
Memorial do Imigrante (www.memorialdoimigrante.sp.gov.br)
Arquivo Público do Espírito Santo (www.ape.es.gov.br) e Staatsarchiv Hamburg (poststelle@staatsarchiv.hamburg.de)

Pelo nascimento na Alemanha

Filhos de pais estrangeiros nascidos na Alemanha após 01/01/2000 podem receber também a cidadania alemã. A condição é que pelo menos um deles já resida há mais de oito anos na Alemanha e tenha visto permanente. Entre 18 e 23 anos, os jovens têm que optar por uma nacionalidade.

Dupla cidadania

Em princípio, é preciso abdicar da outra nacionalidade ao se tornar cidadão alemão. Mas há exceções. A dupla cidadania é aceita em casos de países que não liberam os cidadãos de sua nacionalidade, como o Brasil, ou quando, por exemplo, o outro Estado impõe condições inaceitáveis, como taxas exorbitantes para a liberação da nacionalidade.

Naturalização por tempo na Alemanha

Quem mora no país pode se naturalizar se:
– tem visto permanente para o país;
– mora de forma permanente e legal no país há pelo menos oito anos (dependendo do caso, pode ser menos);
– garantir o sustento próprio e dos dependentes;
– entender o alemão oral e por escrito (Nível B1 do quadro europeu de referência)
Mais critérios na próxima foto

E também…

…se você
– conhece a ordem jurídica e social da Alemanha, bem como as condições de vida no país
– nunca foi condenado por um delito grave
– se comprometer a respeitar a Constituição alemã
– está disposto a renunciar à sua nacionalidade original

Como pedir a cidadania?

O pedido de naturalização pode ser feito por pessoas maiores de 16 anos junto ao departamento de migração da cidade onde mora. Ele custa 255 euros por pessoa. Para filhos menores de idade cujo pedido é entregue junto ao dos pais, o preço é 51 euros.

Teste para a cidadania

É preciso acertar 17 do questionário com 33 perguntas escolhidas de uma lista de 310 questões sobre vários temas inerentes à Alemanha. Três perguntas se relacionam ao estado onde se vive.
O teste tem de ser feito em 1 hora e custa 25 euros.
Está isento quem tem certificado de conclusão do nível médio na Alemanha ou problemas físicos, mentais, psicológicos, de idade ou alguma deficiência.

Documentos necessários

Além do formulário preenchido, mas ainda não assinado, em geral são necessários foto, currículo, passaporte comprovando o visto permanente, certidão de nascimento e de casamento, comprovante dos conhecimentos de alemão, comprovante de ter passado no teste para a cidadania, comprovante de rendimentos dos últimos três meses e comprovante de dispensa do serviço militar.

Sites de consulta

Para mais informações sobre como obter o passaporte alemão, consulte:
– as representações da Alemanha no Brasil (http://www.brasil.diplo.de)
– o site do governo alemão (http://www.bundesregierung.de/Content/DE/Publikation/IB/wege-zur-einbuergerung.pdf)

By DW

 

Sites interessantes para aprender alemão, fazer intercâmbio, estudar, trabalhar fora, viajar

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  • Trabalhar na Alemanha?

1. Agencias de recrutamento que recomendo mandar o seu CV:

1) http://www.realstaffing.com/
2) http://www.dis-ag.com/dis/Pages/start.aspx
3) http://www.triga-consulting.de/
4) http://www.hays.de

2. CV no estilo europeu: https://europass.cedefop.europa.eu/pt/documents/curriculum-vitae

– Etapas para procurar emprego:

https://backpackingalone.wordpress.com/2014/08/22/procurando-emprego-na-alemanha-inscricoes-para-vagas-de-trainee/

– Montando o CV:

1) https://backpackingalone.wordpress.com/2014/05/30/modelo-de-curriculo-na-alemanha-montar-cv/

2) https://www.youtube.com/watch?v=B3x50BAuEfM&list=UUqZriPiNZhUtNQxzxdfVdsQ

– Entrevista de emprego com estresse:

https://backpackingalone.wordpress.com/2014/05/30/entrevista-de-emprego-na-alemanha/

– Entrevista de emprego por telefone:

https://www.youtube.com/watch?v=QYOuGhpDyXA&list=UUqZriPiNZhUtNQxzxdfVdsQ&index=8

– Dinâmica em grupo (Assessment Center):

https://backpackingalone.wordpress.com/2014/05/30/dinamica-em-grupo-na-alemanha-assessment-center/

E fazer perfil no XING e no LinkedIN. Se estiver procurando emprego coloque como posição atual Job-seeking. Há muitos caça-talentos nesses sites.

3. Agencias e sites de emprego na ALEMANHA:

4. Empregos e conselhos por grupos religiosos (principalmente em pedagogia, enfermagem):

http://caritas.de (Ig. Católica)

• http://www.invia.org (Ig. Católica – comunidade para mulheres)

http://diakonie.de (Ig. Evangélica)

5. Empregos e conselhos por blogs e vlogs:

– http://www.batatolandia.de/category/trabalhar-na-alemanha/

– https://www.youtube.com/watch?v=hJkPxn_DV2s

https://www.youtube.com/watch?v=KWp2kawyUls&list=UUqZriPiNZhUtNQxzxdfVdsQ

 

  • Ano Social (Freiwillige Soziale Jahr (FSJ):

– https://www.youtube.com/watch?v=9rLueqQSwIg&index=1&list=PL_k4uoNZ_S42ldQwmkRnaYnhmP545VUKs (Isabela Campos)

– http://www.pro-fsj.de/

VIAGENS:

  •  Vôos baratos na Europa.

http://www.ryanair.com

http://www.easyjet.com

  • Trens na Alemanha

http://www.bahn.de/international/view/en/index.shtml

  • Viajar pela Europa por 1, 2, 3 meses com 1 único ticket! (para quem mora na Europa) – InterRail

http://www.interrail.eu/

  • Viajar pela Europa por 1, 2, 3 meses com 1 único ticket! (para quem mora FORA da Europa) – EuRail

http://www.eurail.com/

https://backpackingalone.wordpress.com/2011/01/31/interrail-eurail-pass-tips-dicas-para-os-tickets-interrail-eurail/

https://backpackingalone.files.wordpress.com/2011/01/eurail_pass_ticket2.pdf

  • Passagem de trem comum ou Eurail Pass?

http://www.seat61.com/Railpass.htm

OUTROS:

  • Site de consultoria profissional tema Brasil-Alemanha, D-A-C-H, etc. (Connex Consulting):

http://www.connexconsulting.de/

  • Tipos de visto para vir/ir para a Alemanha:

http://meinelebensweise.blogspot.de/2013/03/pesquisa-sobre-visto-para-alemanha.html

  • Site com dicas e informações sobre Brasileiros na Alemanha.

http://www.brasileiros-na-alemanha.com/portal/index.php

  • Livro sobre a cultura alemã e viver na Alemanha escrito por Sandra Santos:

http://mineirinhanalemanha.de/

  • Livro sobre choque cultural na Alemanha escrito por Daniela Schülke:

– http://www.clubedeautores.com.br/book/160234–Choque_Cultural#.U6NNFrHOzZA

– http://www.alivraria.de/shop/article_Soc51/Choque-cultural—Brasil-x-Alemanha

  • Revista online Brasileiros Mundo a Fora escrita por Claudia Bömmels (recomendo ler as entrevistas e dicas valiosas!!!):

http://issuu.com/claudiamullerboemmels

Blogs consultados e recomendados:

–> Caso encontre outros sites interessantes, poste aqui nos comentários e explique um pouco sobre o assunto do site.🙂

 

By Back (Raquel)

Um passeio pelas Estacoes de Metro de Munique

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As estações de metrô são espaços pensados principalmente para prover mobilidade e servirem como zonas de transição para transeuntes. Porém, muitas estações de metrô ao redor do mundo tornaram-se não só pontos de chegada e partida, mas também atrações turísticas por si só.

Nas cidades onde os sistemas de transporte público são eficientes, muitos cidadãos se tornam dependentes do metrô. Mas, infelizmente, a grande maioria dos usuários de metrô não investe tempo extra para apreciarem as diversas artes que podem ser encontradas na arquitetura interna. Seja por falta de interesse, por não perceberem o valor ou estarem com muita pressa, as pessoas costumam simplesmente seguir seu caminho sem pararem para observar os detalhes.

Em inúmeros países, principalmente na Europa, equipes de arquitetos decidiram quebrar a monotonia e proporcionar experiências mais ricas e diversificadas ao público viajante, e o resultado se deu com estações de metrô completamente transformadas em espaços maravilhosos.

Jogos de cor, projeções de luz, jardins suspensos, exposições de arte, desenhos virtuosos ou museus

históricos, enfim, certas estações de metrô são formidáveis quando consideramos os trabalhos únicos que arquitetos fizeram para criar esses espaços subterrâneos.

Essas estações de metrô passaram a refletir o espírito das grandes cidades. Mas existem metrópoles cujas linhas subterrâneas são um espetáculo à parte. Seja em Estocolmo ou em Moscou, em Paris ou Montreal, algumas estações transformam a experiência de circular de trem por baixo da superfície em um deleite para os olhos.

Em Munique são 07 linhas de U-Bahn (metro), 08 linha de S-Bahn (trens de superfície), alem do Straßenbahn (Tram ou Bonde) e ônibus. Você pode utilizar todo o sistema de transporte publico, com um único ticket (Tageskarte ou Cartões Diários). Clique aqui o link e saiba um pouco mais sobre o sistema de transporte publico em Munique.

O passeio começa pela linha do U-Bahn U1 (verde) OLYMPIA-EINKAUFSZENTRUM em direção a MANGFALLPLATZ. Ou vice-versa, começando em MANGFALLPLATZ em direção a OLYMPIA-EINKAUFSZENTRUM

 

  • OLYMPIA-EINKAUFSZENTRUM (foto abaixo)
  • GEORG-BRAUCHLE-RING (foto abaixo)

 

  • WESTFRIEDHOF (foto abaixo)
  •  GERN (foto abaixo)

  •  ROTKREUZPLATZ
  • MAILLINGERSTRASSE
  • STIGLMAIERPLATZ
  • HAUPTBAHNHOF (ESTACAO CENTRAL)
  • SENDLINGER TOR
  • FRAUNHOFERSTRASSE
  • KOLUMBUSPLATZ
  • CANDIDPLATZ (foto abaixo)

  • WETTERSTEINPLATZ (foto abaixo)

  • ST.-QUIRIN-PLATZ (foto abaixo)

  •  MANGFALLPLATZ
    TROCA DE LINHA… U2 (VERMELHA)
     O PASSEIO COMEÇA EM FELDMOCHING E VAI ATE KOLUMBUSPLATZ (OU VICE-VERSA)
  • HASENBERGL (foto abaixo)
  •  DÜLFERSTRASSE (foto abaixo)

  •  HARTHOF
  • AM HART (foto abaixo)

    FRANKFURTER RING

  • MILBERTSHOFEN (foto abaixo)
  • SCHEIDPLATZ
  • HOHENZOLLERNPLATZ
  • JOSEPHSPLATZ
  • THERESIENSTRASSE
  • KÖNIGSPLATZ (foto abaixo)

 

  • HAUPTBAHNHOF (ESTACAO CENTRAL)
  • SILBERHORNSTRASSE
  • UNTERSBERGSTRASSE
  • KARL-PREIS-PLATZ
  • INNSBRUCKER RING
  • KREILLERSTRASSE
  • JOSEPHSBURG (foto abaixo)

  • TRUDERING (foto abaixo)
  •  MOOSFELD (foto abaixo)

  •  MESSESTADT WEST (foto abaixo)

  •  MESSESTADT OST
  • SENDLINGER TOR
  • FRAUNHOFERSTRASSE
  • KOLUMBUSPLATZ

TROCA DE LINHA… U3 (LARANJA) 
O PASSEIO COMEÇA EM MOOSACH E VAI ATE SENDLINGER TOR (VICE-VERSA)

  • MOOSACH (foto abaixo)
  •  MOOSACHER ST.-MARTINS-PLATZ (foto abaixo)

  •  OBERWIESENFELD (foto abaixo)

  •  OLYMPIAZENTRUM
  • PETUELRING
  • SCHEIDPLATZ
  • BONNER PLATZ
  • MÜNCHNER FREIHEIT (foto abaixo)

  • GISELASTRASSE
  • UNIVERSITÄT
  • ODEONSPLATZ
  • MARIENPLATZ (foto abaixo)
  •  GOETHEPLATZ
  • POCCISTRASSE
  • IMPLERSTRASSE
  • BRUDERMÜHLSTRASSE
  • THALKIRCHEN (TIERPARK) – ZOOLOGICO (foto abaixo)

  • OBERSENDLING
  • AIDENBACHSTRASSE
  • MACHTLFINGER STRASSE
  • FORSTENRIEDER ALLEE
  • BASLER STRASSE
  • FÜRSTENRIED WEST
  • HAUPTBAHNHOF (ESTACAO CENTRAL)
  • SENDLINGER TOR

TROCA DE LINHA… U4 (AZUL) 
O PASSEIO COMEÇA EM GARSCHING-FORSCHUNGSZENTRUM E VAI ATE SENDLINGER TOR (OU VICE-VERSA)

  • GARCHING-FORSCHUNGSZENTRUM
    GARCHING

  • GARCHING-HOCHBRÜCK
  • FRÖTTMANING 

  • KIEFERNGARTEN
  • FREIMANN
  • STUDENTENSTADT
  • ALTE HEIDE
  • NORDFRIEDHOF
  • DIETLINDENSTRASSE
  • MÜNCHNER FREIHEIT 
  • GISELASTRASSE
  • UNIVERSITÄT
  • ODEONSPLATZ
  • MARIENPLATZ 

  • GOETHEPLATZ
  • POCCISTRASSE
  • IMPLERSTRASSE
  • HARRAS
  • PARTNACHPLATZ
  • WESTPARK
  • HADERNER STERN
  • GROSS-HADERN 
  • KLINIKUM GROSSHADERN

  •  SENDLINGER TOR

TROCA DE LINHA… U7 (VERDE) 
O PASSEIO COMEÇA EM WESTFRIEDHOF E VAI ATE SENDLINGER TOR (OU VICE-VERSA)
* LEMBRANDO QUE AS ESTACOES MAIS INTERESSANTES DA LINHA U7  SAO WESTFRIEDHOF E GERN. AMBAS ESTACOES FAZEM PARTE DO ROTEIRO DA LINHA U1.

  • WESTFRIEDHOF

  •  GERN

  •  ROTKREUZPLATZ

    MAILLINGERSTRASSE

  • STIGLMAIERPLATZ
  • HAUPTBAHNHOF (ESTACAO CENTRAL)
  • SENDLINGER TOR
  • FRAUNHOFERSTRASSE
  • KOLUMBUSPLATZ
  • SILBERHORNSTRASSE
  • UNTERSBERGSTRASSE
  • KARL-PREIS-PLATZ
  • INNSBRUCKER RING
  • MICHAELIBAD
  • QUIDDESTRASSE
  • NEUPERLACH ZENTRUM

O copo ideal

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Cada cerveja proveniente das diversas regiões alemãs, seja de trigo, clara ou escura, requer copos específicos que ressaltam o sabor, sobrepõem os aromas e ajudam a formar a melhor espuma.

 

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Não é nenhum segredo que a Alemanha é uma das principais produtoras de cerveja. Mas qual a maneira correta de degustar a bebida? Muitas vezes o segredo se resume à espuma do topo. O formato cônico do copo ajuda a manter o aroma, enquanto um copo fininho preserva o frescor.

 

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Para os cervejeiros de Colônia estes copos de 20 cl são essenciais. O termo Kölsch (adjetivo referente a Köln, nome de Colônia em alemão) é restrito a cervejarias dentro e nos arredores de Colônia. Garçons carregam bandejas circulares com alças cheias de Kölsch e trocam constantemente os copos cheios pelos vazios. Se você não quer beber mais, tampe o copo.Para os cervejeiros de Colônia estes copos de 20 cl são essenciais. O termo Kölsch (adjetivo referente a Köln, nome de Colônia em alemão) é restrito a cervejarias dentro e nos arredores de Colônia. Garçons carregam bandejas circulares com alças cheias de Kölsch e trocam constantemente os copos cheios pelos vazios. Se você não quer beber mais, tampe o copo.

 

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Assim como os rivais às margens do Reno, os moradores da vizinha Düsseldorf também têm uma especialidade, a Altbier. O copo também comporta 20 cl, mas é mais curto e largo que o de Colônia. E como a Altbier é de alta fermentação, o sabor ficaria choco se fosse servida em copos largos, diz um produtor. “No copo correto, a ‘Alt’ solta seu aroma e forma uma espuma compacta.”
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“Um copo de pilsen se estreita em direção à boca do copo, para que o aroma de lúpulo alcance o nariz”. “Isto melhora o sabor da cerveja.” Alguns copos são apenas cilíndricos, outros, como o da foto, têm o formato de tulipa. O pedestal da base é somente ornamentação e não influencia o sabor da bebida.

 

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A cerveja típica da Oktoberfest ou “helles” é servida em uma caneca de um litro, chamada “Mass”. Originalmente de cerâmica, estas canecas são produzidas para resistir às diversas rodadas de brindes e celebrações. Quando vazias, elas pesam mais de um quilo cada uma! Imagine então o quanto elas ajudam a delinear os músculos quando estão cheias! Prosit!

 

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Os copos da “Hefeweizen”, a cerveja clara de trigo, são altos e sinuosos. O elevado teor de dióxido de carbono forma a espuma na parte superior da bebida. Para isso, a cerveja deve ser derramada no copo vagarosamente. O diâmetro ampliado no topo do copo acomoda a espuma extra, assim como seus aromas florais.

 

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Até mesmo os soldados de Napoleão levantaram seus copos para brindar a “champanha do norte”. Uma fermentação especial à base de culturas de ácidos lácticos dá à “Berliner Weisse” sua característica borbulhante e de sabor único, geralmente complementada com um toque de framboesa ou xarope de aspérula (Waldmeister). O copo amplo serve para acomodar bem a espuma.

 

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Todos os detalhes do copo da “Schwarzbier”, a cerveja escura, celebram a experiência da degustação. A forma, a espessura e o tratamento dado à borda do vidro salientam o sabor. O formato amplo da boca do copo permite exalar melhor a nota de castanha torrada, chocolate e pão fresco. O formato também ajuda na manutenção da espuma, encorajando a degustar a bebida devagar.

 

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Ao beber a “Bönnsch”, da cidade de Bonn, os amantes de cerveja seguram em suas mãos pequenas obras-primas inspiradas pelo designer Luigi Colani. A “Bönnsch” é uma versão não filtrada da “Kölsch”. Apesar de não alterar o sabor da bebida, o copo é mais popular que a própria cerveja, especialmente entre turistas que procuram por um souvenir diferente, diz o dono da cervejaria.

 

Munique – Cidade do estilo de vida

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Knödel, Strudel, Schmankerl e cerveja – saboreando Munique

 

Comidas típicas da Baviera nos restaurantes e cervejarias, assim como especialidades de outros países nos Ristorantes, Sushibars e Tavernas, convidam para um tour de descobertas culinárias por Munique.

Antes de partir para uma volta ao mundo pela gastronomia internacional de Munique, é recomendável tomar uma deliciosa cerveja de Munique e testar um tradicional “Schmankerl”.

Seis grandes cervejarias fazem a fama da cidade como metrópole da cerveja: Augustiner, Hacker-Pschorr, Löwenbräu, Paulaner, Spaten e Staatliches Hofbräuhaus. Seja em um “Biergarten”, ao ar livre, na Oktoberfest, quando é servida a cerveja mais forte “Starkbier”, ou nos restaurantes tradicionais da cidade, não faltam oportunidades para provar a variedades de cervejas de Munique durante todo o ano.

Uma típica cervejaria de Munique serve pratos bem servidos em todas as variações. Quem prefere porções menores, pode pedir um “Brotzeit”, uma espécie de lanche bávaro: Rettich e Radieschen, dois tipos de rabanete, salsichas e queijo, pão Brezen fresquinho e pão preto, com “Schmalz”, um patê com gordura de porco, ou cebolinhas – tudo isso acompanhado de uma cerveja tirada na pressão, ou de um caneco de Radler, uma mistura de cerveja com refrigerante.

Muitos dos mistérios da cozinha internacional também podem ser descobertos em Munique: o amor pela cozinha “exótica” na cidade começou com os primeiros contatos com a Itália e outros países europeus. Hoje, diversas tratorias, restaurantes e bares, além de tavernas e bistrôs, já são considerados casas tradicionais de Munique. Atualmente, a escolha vai desde a costa do Atlântico até o Extremo Oriente, dando uma volta ao mundo pelas cozinhas da Europa até a Ásia ou África.

Slow or Fast – tradicional ou fusion, leve ou pesada, “haute cuisine” ou “Brotzeit” – a oferta abrange especialidades para todos os gostos. O ambiente também pode ser escolhido de acordo com as preferências, seja um templo gastronômico, um restaurante típico ou um café da moda.

É claro que a escolha número um continua sendo o clássico do verão, os “Biergarten”, onde os habitantes de Munique dividem com visitantes do mundo inteiro a mesma mesa e o mesmo banco nas cervejarias ao ar livre. À sombras das castanheiras, o cliente não só é servido com bebidas geladas, cerveja e especialidades bávaras, mas pode até mesmo trazer sua própria comida – uma particularidade da Baviera.

Já na primavera, começa a “quinta estação do ano”, cuja origem é a arte da fabricação de cerveja: a época católica do jejum é também a época da “Starkbier”, uma cerveja forte com maior teor de malte e álcool. Seguindo a tradição, durante o mês de março, todas as cervejarias da cidade servem esta cerveja muito nutritiva, que foi justamente criada por monges de Munique para suportar melhor as agruras da fase em jejum. O programa também inclui música e dança, completando a alegria.

 

Os níveis do idioma alemão A1 a C2

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Na Alemanha, o nível dos cursos de alemão para estrangeiros é indicado por A1, A2, B1, B2, C1 e C2, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECR), sendo A1 o nível para iniciantes e C2 para um nível linguístico alto. Veja adiante o que esses níveis significam.

A – Domínio elementar do idioma

A1 – Entender e saber empregar frases simples no idioma alemão.
Entender e saber empregar expressões cotidianas e frases simples. Saber fazer e responder perguntas simples do dia-a-dia. Saber apresentar-se e apresentar outras pessoas. Escrever mensagens pessoais curtas. Capacidade de comunicação simples.
A2 – Saber se comunicar em alemão em situações cotidianas.
Entender frases e expressões relacionadas a temas comuns, como à própria pessoa e à família, compras, trabalho, amigos, local onde vive. Capacidade de troca simples e direta de informações sobre coisas comuns em situações do dia-a-dia. Entender conversas breves, mensagens no telefone, informações do rádio ou anúncios simples de jornal. Comunicação suficiente para satisfazer as necessidades básicas.

B – Domínio autônomo do idioma

B1 – Saber conversar sobre diversos temas em idioma alemão simples.
Entender a língua padrão claramente articulada em assuntos conhecidos como escola, família, trabalho, lazer. Saber se expressar e compreender as pessoas durante viagens, em situações familiares e áreas de interesse pessoal. Capacidade de comunicação média, sabendo descrever experiências, acontecimentos, sonhos, esperanças e objetivos e explicar ideias, planos e intenções de uma forma compacta.
B2 ­– Saber interpretar textos mais complexos e conversar normalmente em alemão.
Entender a essência de textos mais complexos e saber expressar-se de forma clara e detalhada. Saber conversar sobre as coisas básicas de sua área profissional. Capacidade de comunicação fluente, sabendo falar normal com falantes nativos sem muito esforço de se expressar e ser compreendido.

C – Domínio competente do idioma

C1 – Entender textos difíceis em alemão e saber expressar-se de forma fluente e espontânea em praticamente todas as áreas.
Entender textos exigentes, variados e longos. Vocabulário suficiente para se expressar fluentemente e de forma estruturada, sem precisar “buscar palavras”. Capacidade de comunicação avançada suficiente para a vida social, profissional ou nos estudos em escola ou faculdade.
C2 – Nível de competência avançado – Saber se comunicar em alemão (quase) como um falante nativo.
Entender praticamente tudo o que lê ou ouve sem esforço, dominar bem a escrita e a fala. Capacidade de comunicação espontânea, muito fluente e exata, mesmo quando se trata de assuntos mais complexos, de forma muito próxima a um falante nativo.

Esses níveis correspondem mais ou menos aos níveis antigos:

Grundstufe – Nível básico (=A)
Mittelstufe – Nível médio (=B)
Oberstufe – Nível superior (=C)

Experiencia do leitor

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Como já havia citado, todos podem contribuir com dicas e compartilhar suas experiencias de viagem. Seguindo essa idéia, estou transcrevendo na integra o comentário de um dos nossos leitores, o Eduardo Magalhaes.

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“Olá Leo, boa noite.
Não pensei que fosse responder tão rápido…rsrs. Muito obrigado.
Legal que possa colocar o que escrevi como post. Eventualmente pode servir de estímulo a outros que tenham o mesmo interesse a irem ver o que estive visitando.

Para baratear e para ficar mais independente em termos de horários e para visitar às vezes locais onde excursões normais não vão nos períodos que desejo, procuro sempre fazer as visitas por conta própria. Só que, algumas dessas visitas a locais onde ocorreram episódios da II Guerra não são muito fáceis de se fazerem sozinho, ou porque o transporte não é simples, ou porque não se tem muita informação. Relato aqui três episódios.
O primeiro, em 1988, quando fui a Berchtesgaden, em maio ou junho daquele ano. Naquela época não tinha internet e não tinha as formas de comunicação que temos hoje. Havia muito menos informação à disposição e até menos preparo para se receber o turista nos locais. Então, fui a Berchtesgaden basicamente para visitar o que era conhecido como o Ninho das Águias, que é o Kehlsteinhaus. Cheguei à estação de trem, vindo de Munique, se não me engano, e dali mesmo, ou de bem perto, já partia o ônibus que sobe aquela estradinha estreita, que fica fechada no inverno, e que vai até um determinado ponto de onde se toma aquele elevador dourado até o Kehlsteinhaus. Fiz a visita ao Ninho da Águia, andei um pouco ali por aqueles caminhos nas montanhas que há lá em cima e depois encerrei, tomando o elevador de volta para o local do estacionamento onde ficam os ônibus. Por sorte, ali na descida do Kehlsteinhaus, conheci um cara, um alemão, que queria visitar também as ruínas do Berghof, que eu nem sabia que eram possíveis de serem visitadas. Fiquei logicamente animado e o acompanhei. Para tanto, tínhamos que saltar numa espécie de estação intermediária naquela estradinha estreita. Saltamos e então fomos a pé até o Gasthof Zum Türken e mais adiante entramos num pedaço do mato ali exatamente onde era o Berghof e depois seguimos mais adiante por uma estradinha local, dando como que uma volta, visitando o Platerhoff, Kaserna dos SS, local onde era a casa de Göring, o que sobrou, e uma ou outra coisa a mais. Naquela época, tínhamos câmeras fotográficas, mas não era essa febre que é hoje em dia com fotografia de tudo o que é jeito, celular e etc… Tenho algumas fotos do Kehlsteinhaus e até ali das ruinas do Berghof, também do Platterhof, mas não com o detalhamento que eu hoje gostaria de ter. Acabei não visitando os bunkers, que na época acho que nem eram abertos a visitas e não fiz o caminho a pé até a Teehaus, que hoje me parece possível ainda de se fazer, com alguns pontos podendo ser reconhecidos, se compararmos com os filmes de época. Esse tipo de visita uma excursão não vai fazer. Nenhuma excursão, naquela época, ia às ruínas do Berghof. E, se não tivesse encontrado aquele alemão ali durante a visita ao Kehlsteinhaus, não teria visto as ruínas do Berghof.
No ano passado, quando estive na Europa, no caminho de trem de Münster para Berlin, resolvi visitar o castelo de Wewelsburg, numa localidade meio isolada relativamente perto da cidade de Padderborn. Saltei do trem em Padderborn e tomei um ônibus para Wewelsburg. Levou uns 40 ou 50 minutos até um ponto de ônibus que fica numa vila há uns 15 ou 20 minutos a pé do castelo. A visita foi ótima. O castelo foi uma espécie de escola ou retiro espiritual da SS. Há algo de místico naquele castelo. Hoje parte dele é um albergue da juventude e a outra parte é um museu. Visita excelente. Depois, na volta, novamente os 20 minutos a pé até o ponto de ônibus e lá uma espera sozinho de 1 hora ou um pouco mais pelo ônibus que me levaria de volta a Padderborn, para ainda no mesmo dia seguir caminho de trem para Berlin. Essa visita não foi propriamente difícil, mas também não foi muito tranquila de se fazer, por causa da logística do transporte. No ponto de ônibus lá na cidadezinha não tem ninguém, nem para perguntar se é ali mesmo que devemos aguardar o ônibus que vai na direção de Padderborn, você fica preocupado com a questão do horário, até porque o ônibus só passa lá um certo número de vezes por dia, razão pela qual a visita ao castelo tinha, no meu caso específico, de se encaixar nos horários mais restritos do transporte, horários esses que estavam, portanto, um pouco apertados por causa da sequencia da minha viagem para Berlin ainda no mesmo dia. Visita boa, mas que há de se ter um certo desprendimento para se fazer sozinho, sem uma excursão. Local um pouco isolado.

Por fim, na Rússia, há dois meses, já foi um pouco diferente. A infraestrutura de transporte é muito inferior à da Alemanha. Em Stalingrado, contando também o pouco tempo que eu ficaria na cidade, apenas dois dias, considerando ainda as distâncias entre os pontos interessantes a serem visitados, preferi contratar uma guia local particular. Queria ver a cidade em si, algumas ruínas e monumentos e memoriais nos locais de batalha dentro da cidade, mas desejava também visitar algumas cidadeszinhas onde houve batalhas nas chamadas “estepes” russas, quando os alemães se aproximavam para tentar tomar Stalingrado. Foi muito legal, visitei vários locais interessantes, embora nem todos necessariamente bonitos do ponto de vista estético, mas foi muito bom. Em Stalingrado e arredores, sem a guia local, não teria sido possível fazer as visitas que fiz em apenas dois dias. Com a guia e com o transporte que ela proporcionou, pude visitar muitos locais de batalhas na cidade de Stalingrado em si, bem como visitar outras localidades, como Zapadnovka, Peschanka, Kalach on Don, Pyatmorsk e Golubinskaya. Não foi muito barato, mas não tinha outro jeito, uma vez que queria ir aos locais das batalhas, tanto na cidade de Stalingrado, quanto em localidades próximas, inclusive onde houve o cerco russo aos exércitos de von Paulus, onde os exércitos russos, num movimento de pinça, isolaram von Paulus. O cerco deu-se em Pyatmorsk, perto de Kalach on Don. Há um monumento no local. Visita ótima a Stalingrado e arredores, mas impossível de se ver isso tudo se tentar-se usar o transporte normal da cidade. Logística, inclusive também por conta da língua, bastante complicada para se fazer esse passeio sozinho.
Você me deu sugestões ótimas: o Memorial da Segunda Guerra em Caen, a base de submarinos de Lorient, o rio Waal em Nimegue, parte da , que gerou o filme Uma Ponte Longe Demais, que é a ponte de Arnhem, que os aliados não alcançaram e foram massacrados, e Bastogne, parte da batalha na floresta das Ardenas, numa das últimas contra ofensivas dos alemães na guerra, pois desde o desembarque do dia D que mais se defendiam do que atacavam. A verdade é que não há tempo de se fazer tudo. Há também ruínas da Linha Maginot, que gostaria de visitar. Mas, dessa vez, acho que será possível talvez somente o Memorial de Caen. Vamos ver…..

Você mencionou que a Bavária foi pouco bombardeada e com isso há vários locais também não muito conhecidos ou não muito visitados, mas que têm significado no período nazista e que de certa forma estão preservados, ou como memoriais ou como museus ou como ruínas mesmo. Você poderia indicar alguns desses lugares ? Na Bavária, relacionados à II Guerra, visitei Munique e vou voltar, Berchtesgaden, que também voltarei, e Nürnberg, que também voltarei, além do campo de Flossenbürg, que não voltarei. Mas, acredito que haja outros locais bastante interessantes para serem visitados e que eventualmente não sejam muito divulgados.
Fico antecipadamente grato e desculpo-me pela longa mensagem.
Abraços
Eduardo”

Eduardo, mais uma vez, obrigado.
Prometo escrever outra materia sobre o tema II Guerra e os locais poucos explorados. Nao se preocupe.
Seja bem-vindo sempre com novos textos e ideias para o blog.
Abracos.

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