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Tag Archives: deutschland

Experiencia do leitor

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Como já havia citado, todos podem contribuir com dicas e compartilhar suas experiencias de viagem. Seguindo essa idéia, estou transcrevendo na integra o comentário de um dos nossos leitores, o Eduardo Magalhaes.

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“Olá Leo, boa noite.
Não pensei que fosse responder tão rápido…rsrs. Muito obrigado.
Legal que possa colocar o que escrevi como post. Eventualmente pode servir de estímulo a outros que tenham o mesmo interesse a irem ver o que estive visitando.

Para baratear e para ficar mais independente em termos de horários e para visitar às vezes locais onde excursões normais não vão nos períodos que desejo, procuro sempre fazer as visitas por conta própria. Só que, algumas dessas visitas a locais onde ocorreram episódios da II Guerra não são muito fáceis de se fazerem sozinho, ou porque o transporte não é simples, ou porque não se tem muita informação. Relato aqui três episódios.
O primeiro, em 1988, quando fui a Berchtesgaden, em maio ou junho daquele ano. Naquela época não tinha internet e não tinha as formas de comunicação que temos hoje. Havia muito menos informação à disposição e até menos preparo para se receber o turista nos locais. Então, fui a Berchtesgaden basicamente para visitar o que era conhecido como o Ninho das Águias, que é o Kehlsteinhaus. Cheguei à estação de trem, vindo de Munique, se não me engano, e dali mesmo, ou de bem perto, já partia o ônibus que sobe aquela estradinha estreita, que fica fechada no inverno, e que vai até um determinado ponto de onde se toma aquele elevador dourado até o Kehlsteinhaus. Fiz a visita ao Ninho da Águia, andei um pouco ali por aqueles caminhos nas montanhas que há lá em cima e depois encerrei, tomando o elevador de volta para o local do estacionamento onde ficam os ônibus. Por sorte, ali na descida do Kehlsteinhaus, conheci um cara, um alemão, que queria visitar também as ruínas do Berghof, que eu nem sabia que eram possíveis de serem visitadas. Fiquei logicamente animado e o acompanhei. Para tanto, tínhamos que saltar numa espécie de estação intermediária naquela estradinha estreita. Saltamos e então fomos a pé até o Gasthof Zum Türken e mais adiante entramos num pedaço do mato ali exatamente onde era o Berghof e depois seguimos mais adiante por uma estradinha local, dando como que uma volta, visitando o Platerhoff, Kaserna dos SS, local onde era a casa de Göring, o que sobrou, e uma ou outra coisa a mais. Naquela época, tínhamos câmeras fotográficas, mas não era essa febre que é hoje em dia com fotografia de tudo o que é jeito, celular e etc… Tenho algumas fotos do Kehlsteinhaus e até ali das ruinas do Berghof, também do Platterhof, mas não com o detalhamento que eu hoje gostaria de ter. Acabei não visitando os bunkers, que na época acho que nem eram abertos a visitas e não fiz o caminho a pé até a Teehaus, que hoje me parece possível ainda de se fazer, com alguns pontos podendo ser reconhecidos, se compararmos com os filmes de época. Esse tipo de visita uma excursão não vai fazer. Nenhuma excursão, naquela época, ia às ruínas do Berghof. E, se não tivesse encontrado aquele alemão ali durante a visita ao Kehlsteinhaus, não teria visto as ruínas do Berghof.
No ano passado, quando estive na Europa, no caminho de trem de Münster para Berlin, resolvi visitar o castelo de Wewelsburg, numa localidade meio isolada relativamente perto da cidade de Padderborn. Saltei do trem em Padderborn e tomei um ônibus para Wewelsburg. Levou uns 40 ou 50 minutos até um ponto de ônibus que fica numa vila há uns 15 ou 20 minutos a pé do castelo. A visita foi ótima. O castelo foi uma espécie de escola ou retiro espiritual da SS. Há algo de místico naquele castelo. Hoje parte dele é um albergue da juventude e a outra parte é um museu. Visita excelente. Depois, na volta, novamente os 20 minutos a pé até o ponto de ônibus e lá uma espera sozinho de 1 hora ou um pouco mais pelo ônibus que me levaria de volta a Padderborn, para ainda no mesmo dia seguir caminho de trem para Berlin. Essa visita não foi propriamente difícil, mas também não foi muito tranquila de se fazer, por causa da logística do transporte. No ponto de ônibus lá na cidadezinha não tem ninguém, nem para perguntar se é ali mesmo que devemos aguardar o ônibus que vai na direção de Padderborn, você fica preocupado com a questão do horário, até porque o ônibus só passa lá um certo número de vezes por dia, razão pela qual a visita ao castelo tinha, no meu caso específico, de se encaixar nos horários mais restritos do transporte, horários esses que estavam, portanto, um pouco apertados por causa da sequencia da minha viagem para Berlin ainda no mesmo dia. Visita boa, mas que há de se ter um certo desprendimento para se fazer sozinho, sem uma excursão. Local um pouco isolado.

Por fim, na Rússia, há dois meses, já foi um pouco diferente. A infraestrutura de transporte é muito inferior à da Alemanha. Em Stalingrado, contando também o pouco tempo que eu ficaria na cidade, apenas dois dias, considerando ainda as distâncias entre os pontos interessantes a serem visitados, preferi contratar uma guia local particular. Queria ver a cidade em si, algumas ruínas e monumentos e memoriais nos locais de batalha dentro da cidade, mas desejava também visitar algumas cidadeszinhas onde houve batalhas nas chamadas “estepes” russas, quando os alemães se aproximavam para tentar tomar Stalingrado. Foi muito legal, visitei vários locais interessantes, embora nem todos necessariamente bonitos do ponto de vista estético, mas foi muito bom. Em Stalingrado e arredores, sem a guia local, não teria sido possível fazer as visitas que fiz em apenas dois dias. Com a guia e com o transporte que ela proporcionou, pude visitar muitos locais de batalhas na cidade de Stalingrado em si, bem como visitar outras localidades, como Zapadnovka, Peschanka, Kalach on Don, Pyatmorsk e Golubinskaya. Não foi muito barato, mas não tinha outro jeito, uma vez que queria ir aos locais das batalhas, tanto na cidade de Stalingrado, quanto em localidades próximas, inclusive onde houve o cerco russo aos exércitos de von Paulus, onde os exércitos russos, num movimento de pinça, isolaram von Paulus. O cerco deu-se em Pyatmorsk, perto de Kalach on Don. Há um monumento no local. Visita ótima a Stalingrado e arredores, mas impossível de se ver isso tudo se tentar-se usar o transporte normal da cidade. Logística, inclusive também por conta da língua, bastante complicada para se fazer esse passeio sozinho.
Você me deu sugestões ótimas: o Memorial da Segunda Guerra em Caen, a base de submarinos de Lorient, o rio Waal em Nimegue, parte da , que gerou o filme Uma Ponte Longe Demais, que é a ponte de Arnhem, que os aliados não alcançaram e foram massacrados, e Bastogne, parte da batalha na floresta das Ardenas, numa das últimas contra ofensivas dos alemães na guerra, pois desde o desembarque do dia D que mais se defendiam do que atacavam. A verdade é que não há tempo de se fazer tudo. Há também ruínas da Linha Maginot, que gostaria de visitar. Mas, dessa vez, acho que será possível talvez somente o Memorial de Caen. Vamos ver…..

Você mencionou que a Bavária foi pouco bombardeada e com isso há vários locais também não muito conhecidos ou não muito visitados, mas que têm significado no período nazista e que de certa forma estão preservados, ou como memoriais ou como museus ou como ruínas mesmo. Você poderia indicar alguns desses lugares ? Na Bavária, relacionados à II Guerra, visitei Munique e vou voltar, Berchtesgaden, que também voltarei, e Nürnberg, que também voltarei, além do campo de Flossenbürg, que não voltarei. Mas, acredito que haja outros locais bastante interessantes para serem visitados e que eventualmente não sejam muito divulgados.
Fico antecipadamente grato e desculpo-me pela longa mensagem.
Abraços
Eduardo”

Eduardo, mais uma vez, obrigado.
Prometo escrever outra materia sobre o tema II Guerra e os locais poucos explorados. Nao se preocupe.
Seja bem-vindo sempre com novos textos e ideias para o blog.
Abracos.

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Dez cervejas de trigo alemãs

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Na Alemanha são produzidos mais de 5.000 tipos de cerveja. Entre elas está a famosa cerveja de trigo (em alemão Weizenbier ou Weissbier).

Paulaner Naturtrüb

Conhecida mundialmente, essa Hefeweizen tem tonalidade dourado-brilhante – cor da composição de quatro diferentes tipos de maltes – e aspecto turvo, já que a levedura (Hefe) não é filtrada. Produzida na oitava maior cervejaria da Alemanha, tem traços de manga e abacaxi e equilibra doce e amargo no paladar.
Teor alcoólico: 5,5%

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Weihenstephaner Vitus

Encorpada e complexa, essa Weizenbock é reconhecida pelo aroma de damascos secos e pelo sabor marcante de especiarias: forte, mas frutado. Premiada diversas vezes pela World Beer Awards como a melhor cerveja de trigo e produzida pela mais antiga cervejaria do mundo, ela pode ser saboreada ao lado de pratos exóticos – e inclusive na hora da sobremesa.
Teor alcoólico: 7,7%

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Franziskaner Royal

A Royal é uma versão especial da Franziskaner, dotada de especiarias e o teor alcoólico mais elevado. Na composição do sabor, toques de figo, melão e banana madura, com aromas de cravo e espuma cor de marfim. De cor acobreada, encorpada e elegante, ela é uma das preferidas em ocasiões comemorativas – podendo facilmente substituir um bom vinho.
Teor alcoólico: 6%

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König Ludwig Weissbier Leicht

Com 40% menos do volume alcoólico de sua versão helles (clara), essa Weissbier é da categoria “light”, muito mais leve e bastante refrescante. A cerveja leva o nome do Rei Luís I, responsável pela inauguração dos primeiros Biergarten, os “jardins de cerveja”, bastante comuns na Alemanha, e da Oktoberfest em Munique.
Teor alcoólico: 2,9%

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Schneider Weisse TAP 7

Feita em Kelheim, na Baixa Baviera, a Schneider Weisse conta com um enorme leque de diferentes cervejas de trigo, sendo a TAP7 a mais tradicional. De espuma leve e gostinho “típico da Baviera”, a Weizen se equilibra entre 60% de malte de trigo e 40% de cevada.
Teor alcoólico: 5,4%

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Erdinger Weissbier

Outro exemplo da tradicionalíssima cerveja de trigo alemã, a Erdinger precisa de um período de três a quatro semanas para atingir a maturação ideal. Ela existe no mercado desde o início do século 20 e reafirma a antiga Lei de Pureza Alemã: contém apenas lúpulo, maltes, levedura e água. Cremosa, com tons de dourado e aparência opaca, é frutada e refrescante.
Teor alcoólico: 5,3%

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Maisel’s Weisse Alkoholfrei

Ideal para quem busca uma Weizen sem álcool e menos calórica, sem abrir mão das características originais de aromas e sabores da cerveja tradicional. Produzida artesanalmente em Bayreuth, no norte da Baviera, a Maisel’s é leve e perfumada, com um sabor acentuado que equilibra banana e frutas cítricas.
Teor alcoólico: 0,5%

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Hofbräu Schwarze Weisse

Mais uma da série: Weizenbier produzida em Munique! Mas, diferente das últimas, essa é uma Schwarze Weisse: versão escura e menos espumante, se comparada à tradicional, ela é bastante aromática e leva um toque de biscoito amanteigado no sabor, misturando ainda notas de marrom glacê e até salada de frutas. A espuma tem cor de cappuccino.
Teor alcoólico: 5,1%

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Berliner Kindl Weisse

Levemente ácida e muito refrescante, a Berliner Kindl Weisse tem um teor alcoólico bastante baixo. Feita na capital alemã, ela já foi considerada a “champagne do norte da Europa”, graças ao seu frescor e à sua característica borbulhante. Além, é claro, do colorido – a Berliner Kindl é famosa por adicionar xaropes dos mais variados sabores às suas cervejas.
Teor alcoólico: 2,8%

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Hacker-Pschorr Dunkle Weisse

De caráter aveludado e notas de caramelo, essa Dunkle Weisse é produzida no coração de Munique. Feita com maltes selecionados, é densa e aromática. A doçura picante do malte escuro se equilibra com um leve gosto amargo, e os traços são de cravo e gengibre.
Teor alcoólico: 5,3%

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(fonte DW)

Cervejas da Oktoberfest

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Você sabia que apenas 06 Cervejarias participam da Oktoberfest e todas são de Munique ? A escolha segue o estatuto da festa: é preciso ter tradição comprovada e seguir as leis de pureza de Munique e da Alemanha. As eleitas são:AugustinerPaulanerHofbräuSpaten-FranziskanerHacker Pschorr eLowenbrau.

A cerveja por excelência do Oktoberfest é conhecida como Märzen, porque se produz em Março (März em alemão). A Cerveja Märzen é um pouco mais forte que a média das cervejas. No séc. XVII os produtores de Cerveja bávaros inventaram um sistema de produção que evitava a perda do sabor e da quantidade de álcool da Cerveja para que se pudesse beber entre Setembro e Outubro.

AUGUSTINER
As Augustiner mais conhecidas são a Augustiner Helles (5,2%) clara e suave, e a Edelstoff (5,6%) um pouco mais forte e doce. Outro destaque desta marca é a Augustiner Weissbier, a tradicional do Oktoberfest. Esta última e a Edelstoff são as únicas que são servidas nos tradicionais barris de madeira.
Festhalle (tenda) onde pode encontrar: Augustiner Festhalle e Fischer-Vroni.

PAULANER
A Cerveja do Oktoberfest é a Paulaner Amber (5,8%), menos forte que as restantes Cervejas que se servem no Oktoberfest e provavelmente a mais famosa. Tem uma caractrística cor ambar escura e um sabor mais suave que as outras Cervejas que se podem beber na Festa.
Festhalle (tenda) onde pode encontrar: Armbrustschützenzelt, Winzerer Fähndl e Wies’n Käfer de Schänke.

HOFBRÄU
Em 2008 ganhou a medalha de ouro no Festival Mundial da Cerveja. E como resistir a provar uma das melhores Cervejas do mundo? Hofbräu, tal como a Spaten-Franziskaner, produzem uma Märzen ligeira, elaborada exclusivamente para satisfazer a variedade do público internacional da Oktoberfest.
Festhalle (tenda) onde poderá encontrar: Hofbrau Festzelt.

SPATEN-FRANZISKANER
As suas Cervejas mais famosas são a Pils (0,5%) que foi a primeira cerveja elaborada em Munique, e Oktoberfestbier (5,7%) que é mais forte e com uma cor mais “pálida”. A Cerveja especial desta marca é a Diät Pils (4,9%), pode ser consumida por diabéticos pois só tem 32 calorias. Sim, também se pode manter a dieta no Oktoberfest.
Festhalle (tenda) onde poderá encontrar: Hipodromo, Schottenhammel, Ochsenbraterei / Spatenbräu

HACKER-PSCHORR

Hacker-Pschorr fermenta três vezes mais do que uma Cerveja normal, o resultado é uma Oktoberfest Märzen (5,8%) com um agradável sabor ainda que ligeiramente amargo, que combina bem com a comida servida no Festhalle.
Festhalle (tenda) onde poderá encontrar: Hacker-Festzelt, Bräurosl

LOWENBRAU
A sua especialidade para o Festival é a Wiesenbier (6,1%) que se refere ao nome Oktoberfest para os bávaros “Wiesn”. A Wiesenbier é clara, brilhante e tem um teor alcoólico superior à média.
Festhalle (tenda) onde a pode encontrar: Schützen-Festzelt, Lowenbrau-Festhalle.

# NÃO SE ESQUEÇA: a Cerveja servida na Oktoberfest é mais forte do qualquer outra cerveja que você já bebeu na sua vida, ainda mais sendo servida em Canecas (Mass) de 1 litro. A notícia boa é que a ressaca é zero.

Melhor época para viajar

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Gosta de Neve ? Ou prefere Sol e calor ? Tudo colorido? ou tudo marrom ?
Eu gosto muito do Inverno e da Primavera.

O Inverno para muitos é sinônimo de frio, lareira e cobertor.
No meu caso, pensar no Inverno é pensar em diversão.
Sair para passear com os cachorros já se torna um programa divertido, ainda mais se esse passeio for com um Snowboard e em uma montanha. 🙂
Perai, mas nem tudo é diversão, tem dias que o “bicho pega”.O último Inverno 2011/12, tivemos noites com -20°C. Isso mesmo, Urso Polar usando casaco.
Sair de casa é uma novela, 30 minutos para terminar de colocar tanta roupa de frio.
A neve que era fofa e divertida, se transforma em uma verdadeira armadilha. Tudo congelado e escorregadio. Porém esse Inverno foi algo atípico, um dos mais frios dos últimos 30 anos.
A dica do Inverno é fugir do início (sem neve) e do final (neve derretendo, tudo sujo)
O ideal é no final de Janeiro, certeza de ter bastante neve, e a neve começa a derreter no finalzinho de Fevereiro, as vezes Março Gosta de Neve ? Ou prefere Sol e calor ? Tudo colorido? ou tudo marrom ?

Primavera: Sol e céu azul, pouca chuva e tudo colorido.
Um simples moleton resolve tudo e a certeza de ter otimas fotos no seu cartão de memória.
Acho legal o mês de Maio, pois a estação já ficou bem definida e é quando acontece algumas festas bem legais por aqui.

“Ah, eu adoro o Verão, calor,…”
O Verão por aqui é quente, quente mesmo. Tem dias, completamente abafados e sem uma brisa pra ajudar a refrescar. Se você está vindo para curtir os lagos da Bavária, ok. Porem se veio para fazer um “city-tour”, caminhando pelo centro da cidade, tenho pena de você. E olha que sou carioca, acostumado com o calor.
Além disso, temos uma grande instabilidade, com duas semanas de muito Sol e calor, e 3 ou 4 dias de chuva .

Outono: Admito que a paisagem é bucólica e bonita, com 400 toneladas de folhas secas espalhadas pelas ruas e calçadas. O problema dessa estação, é que temos um frio similar ao Inverno, porém sem neve.
Ok, mesmo não tendo temperaturas negativas, grande parte dos casacos que uso no Inverno, já começam a sair do armário nessa época.

Cursos de Alemão

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Se você só sabe contar “ein, zwei, drei” e pensa fazer um Curso de Alemão, essas dicas podem te ajudar. Já estudei em três diferentes instituições (particulares e públicas) e todas apresentavam diferentes metodos de ensino.
Tá vindo como turista ?
Visto de Turista é valido por 3 meses. Portanto o melhor, é fazer a matricula do curso pela internet, de preferência assim que forem abertas, deixando para embarcar para Alemanha uns 2 ou 3 dias antes. As turmas são formadas por 10 ou 15 alunos e essa capacidade é atingida já na primeira semana de inscrição.
Tendo tempo e dinheiro, você pode vir com o visto de estudante de 1 ano. Porém o processo é diferente, envolvendo Consulado Alemão, comprovação de renda para se manter por 1 ano na Alemanha, …aquela verdadeira burocracia.

Posso indicar dois cursos para turistas, infelizmente o terceiro além de ser apenas para residentes, tem duração de 6 meses.

– Münchner Volkshochschule ( € 230, por modulo)
3 horas por dia, Seg-Qui, 4 semanas
Mais opções de horarios e lugares, consequentemente mais vagas a disposição.
Gostei bastante desse curso, achei a forma de aprendizado mais fácil.
http://www.mvhs.de

– Deutsch Akademie ( € 265, por modulo)
3 horas por dia, Seg-Qui, 4 semanas
um pouco mais caro, tem poucas vagas e tem mais prestígio entre os alemães.
Achei esse curso um pouco acelerado, ao ponto que quando faltei 1 dia, no dia seguinte eu estava “boiando”, sem entender nada.
http://www.deutschakademie.de/muenchen/