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Tag Archives: brasileiro em munique

Munique – Cidade do estilo de vida

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Knödel, Strudel, Schmankerl e cerveja – saboreando Munique

 

Comidas típicas da Baviera nos restaurantes e cervejarias, assim como especialidades de outros países nos Ristorantes, Sushibars e Tavernas, convidam para um tour de descobertas culinárias por Munique.

Antes de partir para uma volta ao mundo pela gastronomia internacional de Munique, é recomendável tomar uma deliciosa cerveja de Munique e testar um tradicional “Schmankerl”.

Seis grandes cervejarias fazem a fama da cidade como metrópole da cerveja: Augustiner, Hacker-Pschorr, Löwenbräu, Paulaner, Spaten e Staatliches Hofbräuhaus. Seja em um “Biergarten”, ao ar livre, na Oktoberfest, quando é servida a cerveja mais forte “Starkbier”, ou nos restaurantes tradicionais da cidade, não faltam oportunidades para provar a variedades de cervejas de Munique durante todo o ano.

Uma típica cervejaria de Munique serve pratos bem servidos em todas as variações. Quem prefere porções menores, pode pedir um “Brotzeit”, uma espécie de lanche bávaro: Rettich e Radieschen, dois tipos de rabanete, salsichas e queijo, pão Brezen fresquinho e pão preto, com “Schmalz”, um patê com gordura de porco, ou cebolinhas – tudo isso acompanhado de uma cerveja tirada na pressão, ou de um caneco de Radler, uma mistura de cerveja com refrigerante.

Muitos dos mistérios da cozinha internacional também podem ser descobertos em Munique: o amor pela cozinha “exótica” na cidade começou com os primeiros contatos com a Itália e outros países europeus. Hoje, diversas tratorias, restaurantes e bares, além de tavernas e bistrôs, já são considerados casas tradicionais de Munique. Atualmente, a escolha vai desde a costa do Atlântico até o Extremo Oriente, dando uma volta ao mundo pelas cozinhas da Europa até a Ásia ou África.

Slow or Fast – tradicional ou fusion, leve ou pesada, “haute cuisine” ou “Brotzeit” – a oferta abrange especialidades para todos os gostos. O ambiente também pode ser escolhido de acordo com as preferências, seja um templo gastronômico, um restaurante típico ou um café da moda.

É claro que a escolha número um continua sendo o clássico do verão, os “Biergarten”, onde os habitantes de Munique dividem com visitantes do mundo inteiro a mesma mesa e o mesmo banco nas cervejarias ao ar livre. À sombras das castanheiras, o cliente não só é servido com bebidas geladas, cerveja e especialidades bávaras, mas pode até mesmo trazer sua própria comida – uma particularidade da Baviera.

Já na primavera, começa a “quinta estação do ano”, cuja origem é a arte da fabricação de cerveja: a época católica do jejum é também a época da “Starkbier”, uma cerveja forte com maior teor de malte e álcool. Seguindo a tradição, durante o mês de março, todas as cervejarias da cidade servem esta cerveja muito nutritiva, que foi justamente criada por monges de Munique para suportar melhor as agruras da fase em jejum. O programa também inclui música e dança, completando a alegria.

 

Dez cervejas de trigo alemãs

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Na Alemanha são produzidos mais de 5.000 tipos de cerveja. Entre elas está a famosa cerveja de trigo (em alemão Weizenbier ou Weissbier).

Paulaner Naturtrüb

Conhecida mundialmente, essa Hefeweizen tem tonalidade dourado-brilhante – cor da composição de quatro diferentes tipos de maltes – e aspecto turvo, já que a levedura (Hefe) não é filtrada. Produzida na oitava maior cervejaria da Alemanha, tem traços de manga e abacaxi e equilibra doce e amargo no paladar.
Teor alcoólico: 5,5%

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Weihenstephaner Vitus

Encorpada e complexa, essa Weizenbock é reconhecida pelo aroma de damascos secos e pelo sabor marcante de especiarias: forte, mas frutado. Premiada diversas vezes pela World Beer Awards como a melhor cerveja de trigo e produzida pela mais antiga cervejaria do mundo, ela pode ser saboreada ao lado de pratos exóticos – e inclusive na hora da sobremesa.
Teor alcoólico: 7,7%

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Franziskaner Royal

A Royal é uma versão especial da Franziskaner, dotada de especiarias e o teor alcoólico mais elevado. Na composição do sabor, toques de figo, melão e banana madura, com aromas de cravo e espuma cor de marfim. De cor acobreada, encorpada e elegante, ela é uma das preferidas em ocasiões comemorativas – podendo facilmente substituir um bom vinho.
Teor alcoólico: 6%

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König Ludwig Weissbier Leicht

Com 40% menos do volume alcoólico de sua versão helles (clara), essa Weissbier é da categoria “light”, muito mais leve e bastante refrescante. A cerveja leva o nome do Rei Luís I, responsável pela inauguração dos primeiros Biergarten, os “jardins de cerveja”, bastante comuns na Alemanha, e da Oktoberfest em Munique.
Teor alcoólico: 2,9%

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Schneider Weisse TAP 7

Feita em Kelheim, na Baixa Baviera, a Schneider Weisse conta com um enorme leque de diferentes cervejas de trigo, sendo a TAP7 a mais tradicional. De espuma leve e gostinho “típico da Baviera”, a Weizen se equilibra entre 60% de malte de trigo e 40% de cevada.
Teor alcoólico: 5,4%

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Erdinger Weissbier

Outro exemplo da tradicionalíssima cerveja de trigo alemã, a Erdinger precisa de um período de três a quatro semanas para atingir a maturação ideal. Ela existe no mercado desde o início do século 20 e reafirma a antiga Lei de Pureza Alemã: contém apenas lúpulo, maltes, levedura e água. Cremosa, com tons de dourado e aparência opaca, é frutada e refrescante.
Teor alcoólico: 5,3%

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Maisel’s Weisse Alkoholfrei

Ideal para quem busca uma Weizen sem álcool e menos calórica, sem abrir mão das características originais de aromas e sabores da cerveja tradicional. Produzida artesanalmente em Bayreuth, no norte da Baviera, a Maisel’s é leve e perfumada, com um sabor acentuado que equilibra banana e frutas cítricas.
Teor alcoólico: 0,5%

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Hofbräu Schwarze Weisse

Mais uma da série: Weizenbier produzida em Munique! Mas, diferente das últimas, essa é uma Schwarze Weisse: versão escura e menos espumante, se comparada à tradicional, ela é bastante aromática e leva um toque de biscoito amanteigado no sabor, misturando ainda notas de marrom glacê e até salada de frutas. A espuma tem cor de cappuccino.
Teor alcoólico: 5,1%

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Berliner Kindl Weisse

Levemente ácida e muito refrescante, a Berliner Kindl Weisse tem um teor alcoólico bastante baixo. Feita na capital alemã, ela já foi considerada a “champagne do norte da Europa”, graças ao seu frescor e à sua característica borbulhante. Além, é claro, do colorido – a Berliner Kindl é famosa por adicionar xaropes dos mais variados sabores às suas cervejas.
Teor alcoólico: 2,8%

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Hacker-Pschorr Dunkle Weisse

De caráter aveludado e notas de caramelo, essa Dunkle Weisse é produzida no coração de Munique. Feita com maltes selecionados, é densa e aromática. A doçura picante do malte escuro se equilibra com um leve gosto amargo, e os traços são de cravo e gengibre.
Teor alcoólico: 5,3%

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(fonte DW)

Ruínas do Terceiro Reich

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Esse tema é de longe o mais complicado a ser pesquisado em terras alemãs. Simplesmente porque tudo referente a II Guerra Mundial se tornou proibido. Pra você ter uma idéia, se você digitar a palavra “Hitler” no youtube, todos os videos estão bloqueados com a mensagem “conteúdo indisponível no seu país”.

Sempre fui um aficcionado pelo tema “II Guerra Mundial”. São dezenas de filmes, documentários e livros na minha estante. Tudo que envolva as batalhas e o material bélico da época, faço questão de assisitir ou ler mais e mais, tanto que um dos meus hobbys é o Plastimodelismo Militar. Sim montar e pintar “aviãozinho de guerra” (termo usado pela maioria dos leigos)

Na minha primeira visita a Alemanha, isso muito antes de pensar em morar por aqui, cheguei acreditando que iria ter acesso a todo poderio bélico remanescente da década de 40. Na primeira oportunidade, lá estava eu questionando a população local: “Onde posso encontrar tanques Panzers? E os aviões Messerschmitt ? A reação de todos era sempre a mesma, negativar com a cabeça e já mudar de assunto.
Eu não entendia o motivo de tanta antipatia e aversão. Passei a entender depois que deixei de usar o visto de turista no meu passaporte, no dia que passei a viver o dia-a-dia dos alemães.

Uma coisa é certa, tudo o que foi feito à 70 anos atrás, foi pago e continua sendo pago por todas as gerações seguintes. Acredito que isso ainda irá permanecer por mais um século. Você nunca irá ver um alemão discutindo na rua com pessoas de outras etnias. Como assim? Calma, vou explicar exemplificando com um episódio que eu já vi dentro do metro. Um grupo de adolescentes turcos gritavam dentro do metro, gritavam é uma forma de ser educado, eles estavam “zaralhando”. Um senhor alemão, se aproximou com dificuldades e pediu para que falassem um pouco mais baixo, automaticamente o grupo de adolescentes começou a gritar “Sai daqui seu nazista! Sai daqui!”. Naquele dia comecei a entender o peso da bagagem que os alemães carregam, e passei a fazer minha pesquisa sozinho, usando apenas a internet como base.

Numa dessas pesquisas, encontrei o site: http://www.thirdreichruins.com (está todo em inglês).
Depois disso foi extremamente fácil encontrar todos os prédios e ruínas da época. Era só seguir o passo-a-passo feito pelo Geoff Walden (autor do blog).

Munique teve uma grande importância, pois foi a Capital do Movimento – o berço do Partido Nazista. Durante todo o período do Terceiro Reich, Munique continuou sendo a capital espiritual do movimento nazista, com edifícios sede, museus para abrigar as formas de obras aprovadas por Adolf Hitler, além de ter sido o local escolhido para a tentativa do golpe nazista em novembro de 1923.

Vou tentar descrever esses locais históricos:

Já escrevi sobre “Eagle Nest” ou Kehlsteinhaus (em alemão) ou “Ninho da Águia”. É uma casa de montanha de Adolf Hitler situada a 1834m de altitude, no topo da montanha Kehlstein. Encomendada por Martin Bormann como um presente de Aniversário de 50 anos para o líder do Partido Nacional Socialista Adolf Hitler, tornou-se um dos destinos turísticos mais populares no sul da Alemanha.
Atualmente a Kehlsteinhaus abriga um excelente restaurante, com uma vista deslumbrante e onde encontramos os melhores e mais tradicionais pratos da Bavária. O nome de “Ninho da Águia” talvez se deva à sua localização dada a altura ser propícia para as Águias edificarem os seus ninhos, ou a Adolf Hitler ser considerado a Águia da Alemanha, ou de alguma forma remediar ao fato do brasão da Alemanha Nazista constar uma Águia. Mas admito que qualquer uma dessas hipóteses possam ser meras conjecturas minhas.

Hofbräuhaus: A mundialmente famosa cervejaria Hofbräuhaus, localizado na Platzl 9, foi palco de várias reuniões nazistas e alguns dos discursos mais memoráveis ​​de Hitler. Inclusive foi o local de um dos atentados contra Hitler.

Kriegerdenkmal: O Memorial está localizado no Hofgarten. Um grande bloco de pedra, com o slogan “Sie werden aufstehen” (Eles irão se levantar), abrange uma área com uma cripta rebaixada, mostrando uma escultura de um soldado alemão preparado para o enterro. O memorial foi erguido em 1924-1926 em memória aos 13.000 “filhos heróicos de Munique” que caíram na Primeira Guerra Mundial, entre 1914-1918. Após a Segunda Guerra Mundial, uma inscrição no memorial foi acrescentada para os 22.000 soldados mortos e 11.000 desaparecidos, além das 6.600 vítimas dos bombardeios aliados em Munique entre 1939-1945.

Löwenbräukeller: localizado na Nymphenburger Straße 4, foi outro local favorito para os primeiros encontros e discursos do Partido Nazista.

Park Café:  Localizado na Sophienstraße 7, foi construído em 1935-1937 no local do antigo Palácio de Vidro de Munique, que pegou fogo em 1931. O Park Café exibia o estilo neo-clássico preferido pelos nazistas, e era ponto de encontro frequente de Hitler.

Dachau: foi estabelecido nas dependências de uma fábrica abandonada de munição, próxima à parte nordeste da cidade de Dachau, a cerca de 15 quilômetros ao noroeste de Munique, no sul da Alemanha. Foi o primeiro campo de concentração, servindo de modelos para os demais, inclusive como centro de treinamento para os soldados da SS. Dachau chegou a abrigar mais de duzentos mil prisioneiros, sendo a maioria presos politicos, artistas e opositores ao regime nazista. Com um Estado Totalitário, não seriam aceitos aqueles que manisfestassem um pensamento ideológico contrário ao Socialismo Nacionalista de Hitler, que o mesmo afirma em sua biografia: “A lei natural de toda evolução não permite a união de dois movimentos diferentes, mas assegura a vitoria do mais forte e a criação do poder e da força do vitorioso, o que só se pode conseguir por meio de uma luta incondicional (HITLER, 2005, p.257).”

Os judeus que passaram a ser perseguidos, perderam seus direitos políticos e sociais, foram declarados inimigos políticos e consequentemente também foram enviados para Dachau.
Diferente de Auschwitz II (Birkenau), que era um Campo de Extermínio, Dachau era considerado no início, um presídio comum. No entanto, nos ultimos anos da guerra, seus presos passaram a ser fuzilados ou enforcados. Cerca de trinta mil pessoas morreram em Dachau. O campo chegou a possuir uma câmara de gás, mas não há registros de que tenha sido usada.

Minha única visita a Dachau foi feita na Primavera em um dia com Sol e Céu azul, nem por isso o clima ficou menos pesado. Com a frase “Arbeit Macht Frei” (o trabalho liberta) no portão de entrada, é impossível o visitante não se colocar no lugar de um dos 200 mil presos que por ali passaram.

Em Dachau, como em outros campos nazistas, os médicos alemães realizavam experiências médicas nos prisioneiros, tais como testes de alta altitude usando câmaras de descompressão, experimentos com malária e a tuberculose, hipotermia, e testes experimentais para novos remédios e vacinas que servissem aos alemães. Os prisioneiros também eram forçados a serem cobaias em testes de métodos de dessalinização da água e de estancamento de perda de sangue excessivo. Centenas de prisioneiros morreram ou ficaram permanentemente incapacitados como resultado destas experiências.

No dia 26 de abril de 1945, já próximo da data da chegada das Forças Norte-Americanas ao local, os Guardas da SS obrigaram mais de 7.000 prisioneiros, a maioria deles judeus, a iniciarem a chamada “marcha da morte”, uma caminhada que ia de Dachau à Tegernsee, bem mais ao sul. Durante a mencionada marcha, os guardas alemães atiravam em qualquer pessoa que não conseguísse continuar a andar; muitos outros morreram de fome, de frio e exaustão. Três dias depois, as forças norte-americanas libertaram Dachau e uma semana depois libertaram os prisioneiros sobreviventes que haviam sido levados para a marcha da morte

Monumento em homenagem aos prisioneiros que se suicidaram na cerca eletrificada.

Cervejas da Oktoberfest

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Você sabia que apenas 06 Cervejarias participam da Oktoberfest e todas são de Munique ? A escolha segue o estatuto da festa: é preciso ter tradição comprovada e seguir as leis de pureza de Munique e da Alemanha. As eleitas são:AugustinerPaulanerHofbräuSpaten-FranziskanerHacker Pschorr eLowenbrau.

A cerveja por excelência do Oktoberfest é conhecida como Märzen, porque se produz em Março (März em alemão). A Cerveja Märzen é um pouco mais forte que a média das cervejas. No séc. XVII os produtores de Cerveja bávaros inventaram um sistema de produção que evitava a perda do sabor e da quantidade de álcool da Cerveja para que se pudesse beber entre Setembro e Outubro.

AUGUSTINER
As Augustiner mais conhecidas são a Augustiner Helles (5,2%) clara e suave, e a Edelstoff (5,6%) um pouco mais forte e doce. Outro destaque desta marca é a Augustiner Weissbier, a tradicional do Oktoberfest. Esta última e a Edelstoff são as únicas que são servidas nos tradicionais barris de madeira.
Festhalle (tenda) onde pode encontrar: Augustiner Festhalle e Fischer-Vroni.

PAULANER
A Cerveja do Oktoberfest é a Paulaner Amber (5,8%), menos forte que as restantes Cervejas que se servem no Oktoberfest e provavelmente a mais famosa. Tem uma caractrística cor ambar escura e um sabor mais suave que as outras Cervejas que se podem beber na Festa.
Festhalle (tenda) onde pode encontrar: Armbrustschützenzelt, Winzerer Fähndl e Wies’n Käfer de Schänke.

HOFBRÄU
Em 2008 ganhou a medalha de ouro no Festival Mundial da Cerveja. E como resistir a provar uma das melhores Cervejas do mundo? Hofbräu, tal como a Spaten-Franziskaner, produzem uma Märzen ligeira, elaborada exclusivamente para satisfazer a variedade do público internacional da Oktoberfest.
Festhalle (tenda) onde poderá encontrar: Hofbrau Festzelt.

SPATEN-FRANZISKANER
As suas Cervejas mais famosas são a Pils (0,5%) que foi a primeira cerveja elaborada em Munique, e Oktoberfestbier (5,7%) que é mais forte e com uma cor mais “pálida”. A Cerveja especial desta marca é a Diät Pils (4,9%), pode ser consumida por diabéticos pois só tem 32 calorias. Sim, também se pode manter a dieta no Oktoberfest.
Festhalle (tenda) onde poderá encontrar: Hipodromo, Schottenhammel, Ochsenbraterei / Spatenbräu

HACKER-PSCHORR

Hacker-Pschorr fermenta três vezes mais do que uma Cerveja normal, o resultado é uma Oktoberfest Märzen (5,8%) com um agradável sabor ainda que ligeiramente amargo, que combina bem com a comida servida no Festhalle.
Festhalle (tenda) onde poderá encontrar: Hacker-Festzelt, Bräurosl

LOWENBRAU
A sua especialidade para o Festival é a Wiesenbier (6,1%) que se refere ao nome Oktoberfest para os bávaros “Wiesn”. A Wiesenbier é clara, brilhante e tem um teor alcoólico superior à média.
Festhalle (tenda) onde a pode encontrar: Schützen-Festzelt, Lowenbrau-Festhalle.

# NÃO SE ESQUEÇA: a Cerveja servida na Oktoberfest é mais forte do qualquer outra cerveja que você já bebeu na sua vida, ainda mais sendo servida em Canecas (Mass) de 1 litro. A notícia boa é que a ressaca é zero.

Cardápio da Oktoberfest

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O que comer na Oktoberfest???
– Pommes Frites: Batatas-Fritas tamanho XXL
– Brezn: pãozinho tradicional da Baviera, coberto com Sal grosso e em formato de um laço-coração  Dentro das Tendas eles são vendidos pelas “Brotfrauen”
– Brathähnchen: o famoso Frango assado de Padaria. São mais de 500mil frangos consumidos na festa;

– Steckerlfisch : Peixe (cavala) defumada no espeto.

– Eisbein mit Sauerkraut: Joelho de Porco com Repolho.

– Bratwurst mit Semmel: Cachorro-quente com Salsicha Alemã

– Wiener Schnitzel: Filés de Porco empanados; sendo o prato mais tradicional austríaco
– Leberkäse mit Semmel: imagina um sanduiche com um Presunto de 1 polegada.

– Käseknödel: Bolinho de Queijo. Na verdade bolão, do tamanho de uma bola de Tênis.

– Zwiebelkuchen: Bolo de Cebola.

– Lebkuchenherzen: Tradicional lembrança da Festa. Pão de Mel com formado de coração, com alguns dizeres no dialeto da Bavária.
– Apfelkuchen: a tradicional e melhor Torta de Maçã. Com a opção de cobertura de Chantily ou Sorvete de Creme.

– Frutas Açúcaradas ou cobertas com Chocolate: Lembra da Maça do Amor ? Então..

Castelo de Linderhof

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O Castelo Linderhof (Schloss Linderhof) é o menor dos três Castelos construídos pelo Rei Luis II da Baviera, mas o único que o monarca viu concluído. Esse Castelo além de ter uma bela arquitetura, impressiona pelo cenário. Amplos jardins, lago, fontes, cascatas e uma gruta artificial com rochas iluminadas que emolduram um lago menor.

As melhores vistas do Castelo Linderhof são as dos terraços e do templo de Vênus no outro lado desta piscina. Note-se a grande árvore impedindo a simetria – esta com 300 anos de idade, limoeiro ( Linde ) deu o palácio seu nome e não foi arrancada por insistência do Rei Ludwig II.
Atrás do palácio tem uma enorme cascata, onde a água cai por longos 30 degraus.O parque tem várias outras estruturas, aberto apenas no Verão, incluindo:

  • A Gruta de Vênus (Venusgrotto) – uma caverna artificial baseado no primeiro ato da ópera de Wagner Tannhäuser .
  • O Pavilhão Mourisco (Maurischer) – originalmente parte da Feira Mundial de Paris 1867, porém mais comprado depois pelo Rei Ludwig para o parque de Linderhof.
  • A Casa Marroquina (Marokkanisches Haus) – comprado por Ludwig II na Feira Mundial de Paris 1878, mas só erguido em Linderhof Park, em 1998.

Dica: aproveite e faça a visita aos dois Castelos (Neuchwanstein e Linderhof) no mesmo dia, pois a distância entre ambos é pequena.

Como ir: Trem de Munique (Estação Central) para Oberammergau, depois o ônibus 9622 de Oberammergau para Linderhof.

Tarifas e Zonas do Metro (S-Bahn)

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Algum tempo atrás, escrevi um tópico sobre o Sistema de transporte de Munique, inclusive com um mapa de todas as linhas. Agora vou explicar como funcionam as tarifas.
Os mapas abaixo serão úteis e não se assuste com a quantidade de informações nos mapas.

(Mapa 1) http://4.bp.blogspot.com/-RByE_MbiziE/Tst2KUfxSUI/AAAAAAAACa0/YHFMWmQ2gJg/s1600/munich_sbahn_map.jpg

(Mapa 2) http://www.mvv-muenchen.de/fileadmin/media/Dateien/plaene/pdf/TARIFPLAN_Plan_ENGLISCH_2012_Gesamt.pdf

(Mapa 3) http://www.mvv-muenchen.de/fileadmin/media/Dateien/plaene/pdf/TARIFPLAN_Handout_Innen_2012.pdf

Exemplo: digamos que estou em Petershausen e quero ir até Marienplatz (Centro da cidade). No Mapa 1, você já sabe que Petershausen fica no final da linha S2.
No Mapa 2, você pode observar que Petershausen fica no final do anel 12. Portanto você irá pagar 12 zonas. Nos terminais eletronicos para a compra de Tickets, você vai colocar a opção:
Diária, 03 dias, Semanal ou Mensal, depois disso irá colocar da Zona 12 até a Zona 01.
Lembrando que as estações dentro da area BRANCA (Mapa 01) estão na area “Inneraum” (Interna).
No Mapa 2, estão representadas pelas zonas de 1 a 4.
Se você está dentro dessa “area branca” você irá usar o Mapa 3.

Calma, respira..acredite, não é dificil. Mesmo tendo Mapa 1, Mapa 2 e Mapa 3, o sistema funciona perfeitamente e de forma prática. Essa contagem de anéis é mais importante para quem compra o Ticket Semanal ou Mensal. Se for o Ticket diário ou o para 3 dias, você só precisa saber se você irá ficar no “Inneraum” ou na “München XXL”.

Segue abaixo os preços para o Ticket diário (Tageskarten):
Sozinho: 5,60 € (Inneraum – Interno) e 7,50 € (München XXL – Externo)
Familia: 10,20 € (Inneraum – Interno) e 13,10 € (München XXL – Externo)

Não se esqueça que esses valores são das 06hs da manhã até às 06hs do dia seguinte (24hs), ida e volta, podendo usar em todos os transportes públicos (metro, bonde e onibus) e diversas vezes durante o mesmo dia. O Ticket-Familia é para 05 adultos, cada 02 crianças equivalem a 01 adulto.

Na dúvida, é só escrever que terei o prazer em ajudá-lo.