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Tag Archives: Alemanha

O curso de alemão online e sem custos!

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DICA!! Se você gosta do idioma alemão e tem interesse em aprendê-lo não pode perder esta oportunidade! O site Deutsch-lernen.com oferece lições gratuitas da língua tanto para o nível inicial quanto avançado! E todos os conteúdos são acompanhados por exercícios e áudio. O curso é online e sem custos! Aproveite! http://www.deutsch-lernen.com/

O copo ideal

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Cada cerveja proveniente das diversas regiões alemãs, seja de trigo, clara ou escura, requer copos específicos que ressaltam o sabor, sobrepõem os aromas e ajudam a formar a melhor espuma.

 

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Não é nenhum segredo que a Alemanha é uma das principais produtoras de cerveja. Mas qual a maneira correta de degustar a bebida? Muitas vezes o segredo se resume à espuma do topo. O formato cônico do copo ajuda a manter o aroma, enquanto um copo fininho preserva o frescor.

 

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Para os cervejeiros de Colônia estes copos de 20 cl são essenciais. O termo Kölsch (adjetivo referente a Köln, nome de Colônia em alemão) é restrito a cervejarias dentro e nos arredores de Colônia. Garçons carregam bandejas circulares com alças cheias de Kölsch e trocam constantemente os copos cheios pelos vazios. Se você não quer beber mais, tampe o copo.Para os cervejeiros de Colônia estes copos de 20 cl são essenciais. O termo Kölsch (adjetivo referente a Köln, nome de Colônia em alemão) é restrito a cervejarias dentro e nos arredores de Colônia. Garçons carregam bandejas circulares com alças cheias de Kölsch e trocam constantemente os copos cheios pelos vazios. Se você não quer beber mais, tampe o copo.

 

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Assim como os rivais às margens do Reno, os moradores da vizinha Düsseldorf também têm uma especialidade, a Altbier. O copo também comporta 20 cl, mas é mais curto e largo que o de Colônia. E como a Altbier é de alta fermentação, o sabor ficaria choco se fosse servida em copos largos, diz um produtor. “No copo correto, a ‘Alt’ solta seu aroma e forma uma espuma compacta.”
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“Um copo de pilsen se estreita em direção à boca do copo, para que o aroma de lúpulo alcance o nariz”. “Isto melhora o sabor da cerveja.” Alguns copos são apenas cilíndricos, outros, como o da foto, têm o formato de tulipa. O pedestal da base é somente ornamentação e não influencia o sabor da bebida.

 

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A cerveja típica da Oktoberfest ou “helles” é servida em uma caneca de um litro, chamada “Mass”. Originalmente de cerâmica, estas canecas são produzidas para resistir às diversas rodadas de brindes e celebrações. Quando vazias, elas pesam mais de um quilo cada uma! Imagine então o quanto elas ajudam a delinear os músculos quando estão cheias! Prosit!

 

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Os copos da “Hefeweizen”, a cerveja clara de trigo, são altos e sinuosos. O elevado teor de dióxido de carbono forma a espuma na parte superior da bebida. Para isso, a cerveja deve ser derramada no copo vagarosamente. O diâmetro ampliado no topo do copo acomoda a espuma extra, assim como seus aromas florais.

 

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Até mesmo os soldados de Napoleão levantaram seus copos para brindar a “champanha do norte”. Uma fermentação especial à base de culturas de ácidos lácticos dá à “Berliner Weisse” sua característica borbulhante e de sabor único, geralmente complementada com um toque de framboesa ou xarope de aspérula (Waldmeister). O copo amplo serve para acomodar bem a espuma.

 

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Todos os detalhes do copo da “Schwarzbier”, a cerveja escura, celebram a experiência da degustação. A forma, a espessura e o tratamento dado à borda do vidro salientam o sabor. O formato amplo da boca do copo permite exalar melhor a nota de castanha torrada, chocolate e pão fresco. O formato também ajuda na manutenção da espuma, encorajando a degustar a bebida devagar.

 

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Ao beber a “Bönnsch”, da cidade de Bonn, os amantes de cerveja seguram em suas mãos pequenas obras-primas inspiradas pelo designer Luigi Colani. A “Bönnsch” é uma versão não filtrada da “Kölsch”. Apesar de não alterar o sabor da bebida, o copo é mais popular que a própria cerveja, especialmente entre turistas que procuram por um souvenir diferente, diz o dono da cervejaria.

 

Munique – Cidade do estilo de vida

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Knödel, Strudel, Schmankerl e cerveja – saboreando Munique

 

Comidas típicas da Baviera nos restaurantes e cervejarias, assim como especialidades de outros países nos Ristorantes, Sushibars e Tavernas, convidam para um tour de descobertas culinárias por Munique.

Antes de partir para uma volta ao mundo pela gastronomia internacional de Munique, é recomendável tomar uma deliciosa cerveja de Munique e testar um tradicional “Schmankerl”.

Seis grandes cervejarias fazem a fama da cidade como metrópole da cerveja: Augustiner, Hacker-Pschorr, Löwenbräu, Paulaner, Spaten e Staatliches Hofbräuhaus. Seja em um “Biergarten”, ao ar livre, na Oktoberfest, quando é servida a cerveja mais forte “Starkbier”, ou nos restaurantes tradicionais da cidade, não faltam oportunidades para provar a variedades de cervejas de Munique durante todo o ano.

Uma típica cervejaria de Munique serve pratos bem servidos em todas as variações. Quem prefere porções menores, pode pedir um “Brotzeit”, uma espécie de lanche bávaro: Rettich e Radieschen, dois tipos de rabanete, salsichas e queijo, pão Brezen fresquinho e pão preto, com “Schmalz”, um patê com gordura de porco, ou cebolinhas – tudo isso acompanhado de uma cerveja tirada na pressão, ou de um caneco de Radler, uma mistura de cerveja com refrigerante.

Muitos dos mistérios da cozinha internacional também podem ser descobertos em Munique: o amor pela cozinha “exótica” na cidade começou com os primeiros contatos com a Itália e outros países europeus. Hoje, diversas tratorias, restaurantes e bares, além de tavernas e bistrôs, já são considerados casas tradicionais de Munique. Atualmente, a escolha vai desde a costa do Atlântico até o Extremo Oriente, dando uma volta ao mundo pelas cozinhas da Europa até a Ásia ou África.

Slow or Fast – tradicional ou fusion, leve ou pesada, “haute cuisine” ou “Brotzeit” – a oferta abrange especialidades para todos os gostos. O ambiente também pode ser escolhido de acordo com as preferências, seja um templo gastronômico, um restaurante típico ou um café da moda.

É claro que a escolha número um continua sendo o clássico do verão, os “Biergarten”, onde os habitantes de Munique dividem com visitantes do mundo inteiro a mesma mesa e o mesmo banco nas cervejarias ao ar livre. À sombras das castanheiras, o cliente não só é servido com bebidas geladas, cerveja e especialidades bávaras, mas pode até mesmo trazer sua própria comida – uma particularidade da Baviera.

Já na primavera, começa a “quinta estação do ano”, cuja origem é a arte da fabricação de cerveja: a época católica do jejum é também a época da “Starkbier”, uma cerveja forte com maior teor de malte e álcool. Seguindo a tradição, durante o mês de março, todas as cervejarias da cidade servem esta cerveja muito nutritiva, que foi justamente criada por monges de Munique para suportar melhor as agruras da fase em jejum. O programa também inclui música e dança, completando a alegria.

 

Os níveis do idioma alemão A1 a C2

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Na Alemanha, o nível dos cursos de alemão para estrangeiros é indicado por A1, A2, B1, B2, C1 e C2, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECR), sendo A1 o nível para iniciantes e C2 para um nível linguístico alto. Veja adiante o que esses níveis significam.

A – Domínio elementar do idioma

A1 – Entender e saber empregar frases simples no idioma alemão.
Entender e saber empregar expressões cotidianas e frases simples. Saber fazer e responder perguntas simples do dia-a-dia. Saber apresentar-se e apresentar outras pessoas. Escrever mensagens pessoais curtas. Capacidade de comunicação simples.
A2 – Saber se comunicar em alemão em situações cotidianas.
Entender frases e expressões relacionadas a temas comuns, como à própria pessoa e à família, compras, trabalho, amigos, local onde vive. Capacidade de troca simples e direta de informações sobre coisas comuns em situações do dia-a-dia. Entender conversas breves, mensagens no telefone, informações do rádio ou anúncios simples de jornal. Comunicação suficiente para satisfazer as necessidades básicas.

B – Domínio autônomo do idioma

B1 – Saber conversar sobre diversos temas em idioma alemão simples.
Entender a língua padrão claramente articulada em assuntos conhecidos como escola, família, trabalho, lazer. Saber se expressar e compreender as pessoas durante viagens, em situações familiares e áreas de interesse pessoal. Capacidade de comunicação média, sabendo descrever experiências, acontecimentos, sonhos, esperanças e objetivos e explicar ideias, planos e intenções de uma forma compacta.
B2 ­– Saber interpretar textos mais complexos e conversar normalmente em alemão.
Entender a essência de textos mais complexos e saber expressar-se de forma clara e detalhada. Saber conversar sobre as coisas básicas de sua área profissional. Capacidade de comunicação fluente, sabendo falar normal com falantes nativos sem muito esforço de se expressar e ser compreendido.

C – Domínio competente do idioma

C1 – Entender textos difíceis em alemão e saber expressar-se de forma fluente e espontânea em praticamente todas as áreas.
Entender textos exigentes, variados e longos. Vocabulário suficiente para se expressar fluentemente e de forma estruturada, sem precisar “buscar palavras”. Capacidade de comunicação avançada suficiente para a vida social, profissional ou nos estudos em escola ou faculdade.
C2 – Nível de competência avançado – Saber se comunicar em alemão (quase) como um falante nativo.
Entender praticamente tudo o que lê ou ouve sem esforço, dominar bem a escrita e a fala. Capacidade de comunicação espontânea, muito fluente e exata, mesmo quando se trata de assuntos mais complexos, de forma muito próxima a um falante nativo.

Esses níveis correspondem mais ou menos aos níveis antigos:

Grundstufe – Nível básico (=A)
Mittelstufe – Nível médio (=B)
Oberstufe – Nível superior (=C)

Experiencia do leitor

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Como já havia citado, todos podem contribuir com dicas e compartilhar suas experiencias de viagem. Seguindo essa idéia, estou transcrevendo na integra o comentário de um dos nossos leitores, o Eduardo Magalhaes.

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“Olá Leo, boa noite.
Não pensei que fosse responder tão rápido…rsrs. Muito obrigado.
Legal que possa colocar o que escrevi como post. Eventualmente pode servir de estímulo a outros que tenham o mesmo interesse a irem ver o que estive visitando.

Para baratear e para ficar mais independente em termos de horários e para visitar às vezes locais onde excursões normais não vão nos períodos que desejo, procuro sempre fazer as visitas por conta própria. Só que, algumas dessas visitas a locais onde ocorreram episódios da II Guerra não são muito fáceis de se fazerem sozinho, ou porque o transporte não é simples, ou porque não se tem muita informação. Relato aqui três episódios.
O primeiro, em 1988, quando fui a Berchtesgaden, em maio ou junho daquele ano. Naquela época não tinha internet e não tinha as formas de comunicação que temos hoje. Havia muito menos informação à disposição e até menos preparo para se receber o turista nos locais. Então, fui a Berchtesgaden basicamente para visitar o que era conhecido como o Ninho das Águias, que é o Kehlsteinhaus. Cheguei à estação de trem, vindo de Munique, se não me engano, e dali mesmo, ou de bem perto, já partia o ônibus que sobe aquela estradinha estreita, que fica fechada no inverno, e que vai até um determinado ponto de onde se toma aquele elevador dourado até o Kehlsteinhaus. Fiz a visita ao Ninho da Águia, andei um pouco ali por aqueles caminhos nas montanhas que há lá em cima e depois encerrei, tomando o elevador de volta para o local do estacionamento onde ficam os ônibus. Por sorte, ali na descida do Kehlsteinhaus, conheci um cara, um alemão, que queria visitar também as ruínas do Berghof, que eu nem sabia que eram possíveis de serem visitadas. Fiquei logicamente animado e o acompanhei. Para tanto, tínhamos que saltar numa espécie de estação intermediária naquela estradinha estreita. Saltamos e então fomos a pé até o Gasthof Zum Türken e mais adiante entramos num pedaço do mato ali exatamente onde era o Berghof e depois seguimos mais adiante por uma estradinha local, dando como que uma volta, visitando o Platerhoff, Kaserna dos SS, local onde era a casa de Göring, o que sobrou, e uma ou outra coisa a mais. Naquela época, tínhamos câmeras fotográficas, mas não era essa febre que é hoje em dia com fotografia de tudo o que é jeito, celular e etc… Tenho algumas fotos do Kehlsteinhaus e até ali das ruinas do Berghof, também do Platterhof, mas não com o detalhamento que eu hoje gostaria de ter. Acabei não visitando os bunkers, que na época acho que nem eram abertos a visitas e não fiz o caminho a pé até a Teehaus, que hoje me parece possível ainda de se fazer, com alguns pontos podendo ser reconhecidos, se compararmos com os filmes de época. Esse tipo de visita uma excursão não vai fazer. Nenhuma excursão, naquela época, ia às ruínas do Berghof. E, se não tivesse encontrado aquele alemão ali durante a visita ao Kehlsteinhaus, não teria visto as ruínas do Berghof.
No ano passado, quando estive na Europa, no caminho de trem de Münster para Berlin, resolvi visitar o castelo de Wewelsburg, numa localidade meio isolada relativamente perto da cidade de Padderborn. Saltei do trem em Padderborn e tomei um ônibus para Wewelsburg. Levou uns 40 ou 50 minutos até um ponto de ônibus que fica numa vila há uns 15 ou 20 minutos a pé do castelo. A visita foi ótima. O castelo foi uma espécie de escola ou retiro espiritual da SS. Há algo de místico naquele castelo. Hoje parte dele é um albergue da juventude e a outra parte é um museu. Visita excelente. Depois, na volta, novamente os 20 minutos a pé até o ponto de ônibus e lá uma espera sozinho de 1 hora ou um pouco mais pelo ônibus que me levaria de volta a Padderborn, para ainda no mesmo dia seguir caminho de trem para Berlin. Essa visita não foi propriamente difícil, mas também não foi muito tranquila de se fazer, por causa da logística do transporte. No ponto de ônibus lá na cidadezinha não tem ninguém, nem para perguntar se é ali mesmo que devemos aguardar o ônibus que vai na direção de Padderborn, você fica preocupado com a questão do horário, até porque o ônibus só passa lá um certo número de vezes por dia, razão pela qual a visita ao castelo tinha, no meu caso específico, de se encaixar nos horários mais restritos do transporte, horários esses que estavam, portanto, um pouco apertados por causa da sequencia da minha viagem para Berlin ainda no mesmo dia. Visita boa, mas que há de se ter um certo desprendimento para se fazer sozinho, sem uma excursão. Local um pouco isolado.

Por fim, na Rússia, há dois meses, já foi um pouco diferente. A infraestrutura de transporte é muito inferior à da Alemanha. Em Stalingrado, contando também o pouco tempo que eu ficaria na cidade, apenas dois dias, considerando ainda as distâncias entre os pontos interessantes a serem visitados, preferi contratar uma guia local particular. Queria ver a cidade em si, algumas ruínas e monumentos e memoriais nos locais de batalha dentro da cidade, mas desejava também visitar algumas cidadeszinhas onde houve batalhas nas chamadas “estepes” russas, quando os alemães se aproximavam para tentar tomar Stalingrado. Foi muito legal, visitei vários locais interessantes, embora nem todos necessariamente bonitos do ponto de vista estético, mas foi muito bom. Em Stalingrado e arredores, sem a guia local, não teria sido possível fazer as visitas que fiz em apenas dois dias. Com a guia e com o transporte que ela proporcionou, pude visitar muitos locais de batalhas na cidade de Stalingrado em si, bem como visitar outras localidades, como Zapadnovka, Peschanka, Kalach on Don, Pyatmorsk e Golubinskaya. Não foi muito barato, mas não tinha outro jeito, uma vez que queria ir aos locais das batalhas, tanto na cidade de Stalingrado, quanto em localidades próximas, inclusive onde houve o cerco russo aos exércitos de von Paulus, onde os exércitos russos, num movimento de pinça, isolaram von Paulus. O cerco deu-se em Pyatmorsk, perto de Kalach on Don. Há um monumento no local. Visita ótima a Stalingrado e arredores, mas impossível de se ver isso tudo se tentar-se usar o transporte normal da cidade. Logística, inclusive também por conta da língua, bastante complicada para se fazer esse passeio sozinho.
Você me deu sugestões ótimas: o Memorial da Segunda Guerra em Caen, a base de submarinos de Lorient, o rio Waal em Nimegue, parte da , que gerou o filme Uma Ponte Longe Demais, que é a ponte de Arnhem, que os aliados não alcançaram e foram massacrados, e Bastogne, parte da batalha na floresta das Ardenas, numa das últimas contra ofensivas dos alemães na guerra, pois desde o desembarque do dia D que mais se defendiam do que atacavam. A verdade é que não há tempo de se fazer tudo. Há também ruínas da Linha Maginot, que gostaria de visitar. Mas, dessa vez, acho que será possível talvez somente o Memorial de Caen. Vamos ver…..

Você mencionou que a Bavária foi pouco bombardeada e com isso há vários locais também não muito conhecidos ou não muito visitados, mas que têm significado no período nazista e que de certa forma estão preservados, ou como memoriais ou como museus ou como ruínas mesmo. Você poderia indicar alguns desses lugares ? Na Bavária, relacionados à II Guerra, visitei Munique e vou voltar, Berchtesgaden, que também voltarei, e Nürnberg, que também voltarei, além do campo de Flossenbürg, que não voltarei. Mas, acredito que haja outros locais bastante interessantes para serem visitados e que eventualmente não sejam muito divulgados.
Fico antecipadamente grato e desculpo-me pela longa mensagem.
Abraços
Eduardo”

Eduardo, mais uma vez, obrigado.
Prometo escrever outra materia sobre o tema II Guerra e os locais poucos explorados. Nao se preocupe.
Seja bem-vindo sempre com novos textos e ideias para o blog.
Abracos.

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Rota Alpina Alemã – uma viagem fabulosa pelos picos dos Alpes

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A Rota Alpina Alemã – um verdadeiro cinema drive-in! Seja bem-vindo ao um passeio panorâmico cheio de curvas, ao longo de 450 km no cenário deslumbrante das montanhas do sul da Baviera, de Lindau, no Lago de Constança, até Berchtesgaden, no lago Königssee. Esse roteiro reúne uma espécie de “seleção nacional” do turismo alemão, seja de carro, pedalando, ou caminhando.

O melhor das montanhas da Baviera são os lugares onde elas mostram o que há de mais típico nessa região, onde há músicos alegres tocando, gente sentada à mesa, cada um com sua caneca de cerveja, e onde os costumes ainda são preservados – e esses lugares são perfeitos também para dirigir. Se tudo isso ainda vier acompanhando de vistas formidáveis, com a sensação de que você só precisa dar um pulo para chegar do outro lado da cordilheira, então pode ter certeza de que você se encontra na Rota Alpina Alemã, em pleno salão de festas dos Alpes.

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Como numa propaganda de chocolate

Sua companhia durante viagem serão mais de 20 lagos cristalinos nas montanhas, castelos altivos, palácios saídos dos contos de fadas, mais de 60 estâncias terapêuticas, desfiladeiros, vales, centenas de picos de montanha e campos ensolarados, onde as leiterias produzem queijos deliciosos. A rota é também um convite para desfrutar de uma culinária de altíssima qualidade e da atmosfera nos chalés, nas cervejarias que servem ao ar livre ou nos cafés aconchegantes à beira dos lagos. Mas o esporte também não fica atrás, com atividades como rafting, todo tipo de esporte aquático, parapente, ciclismo, excursionismo e escaladas ou, naturalmente, os esportes de inverno nas diversas pistas de esqui.

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Impossível pedir mais

Ao longo da rota, as hospedagens vão desde férias na fazenda até hotéis de luxo. Cercada de uma enorme riqueza natural e cultural, a rota explora atrações mundialmente famosas, como o pico de Zugspitze, os castelos reais perto de Füssen, os mosteiros Ettal e Benediktbeuern, o lago Chiemsee, o patrimônio mundial na igreja Wieskirche, Watzmann, St. Bartholomä no lago Königssee, o Parque Nacional dos Alpes em Berchtesgaden e muito mais.

Alpen_Bayern_Aussicht_Tegernsee_BaumgartenschneidQuem já esteve aqui sabe disso!

É recomendável parar de vez em quando, ou melhor, frequentemente para apreciar esse panorama espetacular oferecido pelos Alpes. Afinal, há poucos lugares onde é possível chegar de carro a uma paisagem digna de um cartão postal, como aqui. Na verdade, uma viagem de curta duração é pouco para a Rota Alpina Alemã!

ROTA ALPINA ALEMÃ

EXTENSÃO: 450 km

DESTAQUES:
Berchtesgaden: Watzmann, Parque Nacional,
Chiemsee: lago Herrenchiemsee, ilha Fraueninsel, mosteiro
Ettal: mosteiro
Füssen: castelo Neuschwanstein
Lindau: Lago de Constança,
Königssee: St. Bartholomä, capela Eiskapelle
Oberammergau: festival Passionsspiele
Garmisch-Partenkirchen: Zugspitze
Pfaffenwinkel: igreja Wieskirche

www.deutsche-alpenstrasse.de

15 cursos online gratuitos para aprender alemão

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Hallo,

Alemão é uma das principais línguas na ciência, pesquisa e tecnologia, mas também no âmbito da cultura e do turismo ela é imprescindível. O idioma é falado por cerca de 180 milhões de pessoas. Veja por que você deve aprender alemão.

Estudar e pesquisar: O alemão é a segunda língua mais importante na ciência e o país oferece diversas oportunidades de estudo e pesquisa para estrangeiros, inclusive disponibilizando muitas bolsas.

Negócios: A Alemanha, no centro da Europa, é uma das economias mais fortes do mundo. Só em São Paulo existem filiais de mais de mil empresas alemãs. As principais feiras industriais acontecem em Hannover (Cebit), Düsseldorf (Boot) ou Munique (Bau), além do salão do automóvel de Frankfurt.

Turismo: O alemão é a língua mais falada na Comunidade Européia. Além disso, é o idioma oficial de Alemanha, Suiça e Áustria, países originários de um dos grupos mais importantes de turistas que chegam ao Brasil.

 

Confira a lista de cursos gratuitos para aprender alemão:

1 – Missão Berlim (em inglês)

2 – Alemão Básico (em inglês)

3 – Rádio D (em inglês)

4 – Aprenda alemão – Livemocha

5 – Fale alemão (em inglês)

6 – Aprenda alemão – Site Deutsch (em inglês)

7 – Alemão interativo (em inglês)

8 – Instituto de Serviços Estrangeiros – Curso Básico (em inglês)

9 – Instituto de Serviços Estrangeiros – Alemão rápido (em inglês)

10 – Germanpod 101 (em inglês)

11 – GerGermanGrammar (em inglês)

12 – Lernen Wir Deutsch (em inglês)

13 – MyDailyPhrase.com (em inglês)

14 – Alemão em um minuto (em inglês)

15 – Alemão no Busuu

Aproveite esta oportunidade para estudar alemão de graça.