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Category Archives: Dicas Europa

Salzburg

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Se você é um daqueles turistas que tem a agenda de viagem um pouco mais folgada, podendo ficar em Munique mais de 3 dias, essa dica é pra você. Não deixe de conhecer Salzburgo (em alemão: Salzburg).
Salzburgo é Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1996. Com esse título, você já pode imaginar o que irá encontrar. São dezenas de construções históricas a poucos passos de distância uma das outras. Além disso, é a cidade natal deMozart. Sendo assim, em algumas épocas dos ano, o número de turistas ultrapassa o de residentes.
Com um cenário tão bucólico como esse dá para entender de onde vinha a fonte de inspiração de Mozart. Os Alpes como pano de fundo, muitas torres de igreja, cúpulas imponentes, um belo forte medieval e uma cidade de arquitetura impecável às margens do rio Salzach.

A dica é fazer uma visita no esquema “bate e volta”. Ou seja, saindo bem cedo de Munique e voltando no início da noite. Até porque, um dia é mais do que suficiente para se visitar tudo.

Salzburgo fica na Austria, quase na fronteira com a Alemanha. Sugiro ir de trem, partindo da Estação Central de Munique (Hauptbahnhof) e com o “Bayern Ticket”. Lembrando que esse Ticket, você poderá ir e voltar por 22 €, caso tenha acompanhantes, + 4 € por pessoa. Lembrando que o máximo permitido por Ticket-Familia serão de 5 adultos. Essa viagem dura por volta de 1 hora e meia e com uma paisagem muito interessante no percurso de 150km.

SALZBURG CARD
Ao chegar na estação ferroviária tem um guichê de informações turísticas. Lá você recebe um mapa da cidade com a explicação dos principais pontos turísticos e ainda opção de comprar um cartão que dá direito a visita dos principais pontos de interesse da cidade por 24 horas por 22 euros. Além de ser prático é eficiente, pois irá te poupar o tempo de fila em cada atração e inclui um “passe livre” de ônibus pela cidade. Molezinha, heim?!A cidade é relativamente pequena (apesar de ser a quarta maior do país). No entanto, é preciso caminhar muito para conhecer seus recantos e alguns lugares interessantes ficam no alto do morro, ou seja, subidas e descidas fazem parte do trajeto.

 Os locais mais importantes a se conhecer são:1. Mozartplatz e Residenzplatz. A praça de Mozartplatz tem uma escultura do famoso músico no seu centro e nas suas ruas se distribuem preciosas lojas. A Residenzplatz (De Quarta a Sábado das 10:30 às 17:00) é o centro da cidade, nela se encontra o Neubau, sede do governo; Glockenspiel, uma igreja cujos sinos interpretam obras clássicas e a Residência dos bispos, atual sede da galeria de arte da cidade.

2. Catedral (Domplatz) destacam-se as esculturas da fachada no exterior e no interior.

3. Abadia de São Pedro (10:30 às 17:00 durante o Verão, das 10:30 às 15:30 durante o Inverno). Este convento pertence à ordem dos Beneditinos, o mais antigo existente no âmbito alemão. O interior da igreja de São Pedro é referencia do Rocócó. Wolfang Amadeus Mozart estreou aqui a sua Missa em Dó Menor e em sua honra na noite anterior ao aniversário da sua morte, se toca o Réquiem. O Cemitério de São Pedro está classificado como o mais bonito campo santo do mundo.4. Igreja dos Franciscanos. Este templo é conhecido por muitos como a Igreja da Universidade. O templo da rua Frankiskanergasse é um dos edifícios mais antigos da cidade. Saindo desta igreja encontra-se o Rupertinum, um museu de arte contemporânea.

5. Tocaninihof abriga a Sala de Festivais, tem três teatros, o mais pequeno construído em 1937 e conhecido como o Cenário de Mozart. O Cenário de Wagner está escavado nas paredes de Mönschberg e o teatro ao ar livre foi construido em 1600.

6. Hagenauer Haus (9 às 17.30, Julho e Agosto até às 18.30 horas. 5,50€) viveu a família de Leopold Mozart desde 1747 até 1773. Em 27 de Janeiro de 1756 nasceu aqui Wolfgang Amadeus Mozart. A antiga casa de Mozart é um museu desde 1880; aqui expõem-se objetos famosos como o violino que ele utilizava desde criança ou o que tocava em concertos, o seu clavicórdio, o piano de martelos, retratos e cartas da família Mozart. Mozart Haus também serve de sala de concertos durante todo o ano.

7. Fortaleza Hohensalzburg (9:00 às 18:00 de 15 de Março a 14 de Junho. 8:30 às 18:00 de 15 de Junho a 14 de Setembro. Das 9:00 às 17:00 de 15 de Setembro a 14 de Março. 3,50€). Para ir à fortaleza prepare-se para a caminhar ladeira acima. Porém essa mini-prova de “Iron Man” será recompensada com a vista de toda a cidade. O interior é todo decorado com objetos de arte medieval. No lado de fora da fortaleza não deixe de visitar o pátio com a Cisterna de Lang.

8. Convento de Nonnberg (9:00 às 18:00 de 15 de Março a 14 de Junho. 8:30 às 18:00 de 15 de Junho a 14 de Setembro. Das 9:00 às 17:00 de 15 de Setembro a 14 de Março. 2,80€) O convento benedito de Nonnmberg é o mais antigo convento de mulheres. Otima vista dos Alpes Tennen e Hagengebirge.

9. O Parque e o Palácio de Mirabell. O jardim em estilo barroco italiano é muito bonito durante a Primavera e o Verão, são cenários constantes nas capas de cadernos e protetores de tela de computador. 🙂

10. Palácio de Hellbrunn, construído por Solari como residência dos príncipes-arcebispos. Fontes “Wasserpiele” formam um bonito cenário nos jardins. O Pátio do Palácio de Hellbrunn parece ter sido feito para as luxuosas festas da época.Restaurantes:
Mercado de Mirabellplatz (manhãs de Quinta-feira), Universitätplatz e Kapitelplatz são uma boa ideia para comprar fruta e comer a bom preço. Indico os restaurantes: Wilder Mann, Stadtalm (Mönchsberg 19), Steinterrase (Hotel Stein, Schwarzstrabe), Vegy Vollwertimbiss (Vollwertkost St. 21) e Goldene Ente (Goldgasse 10).

Para tomar uma boa cerveja e boa música: Augustines Bräustübl (Augustinergasse), Bar do Hotel Alrstadt (Rudolfskai), Bar Flip (Gstättengasse), Cave Club (Leopoldskronstrasse), Andreas Hofer (Weinstube). Em Rudolfkai há uma boa quantidade bares animados, boates e pub’s com música ao vivo. Atravessando o rio também tem uma pequena área de bares ao lado da Steingasse.

Clima:
Salzburg está localizada perto dos Alpes, portanto o clima é sempre uma incógnita. Inverno é muito frio e no Verão dilúvios de 30 minutos no final do dia são frequentes. Tenha sempre um cachecol e luvas na bolsa e dependendo da época do ano, um guarda-chuva. Pra você ter uma idéia, já sai de Munique com Sol e céu azul e cheguei em Salzburg com nevasca de não enxergar o outro lado do rio.
Os “ovos pintados” e o ” Original Salzburger Mozartkugeln” (Chocolate de Mozart) são boas dicas de souvenirs.

Zurique

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Zurique

Essa pequena cidade suíça é sem dúvida um dos lugares mais legais de se conhecer. Quando cito “pequena cidade” é pelo fato de Zurique ter apenas 350 mil habitantes. Ou seja, praticamente a metade dos habitantes de Copacabana no Rio de Janeiro por exemplo.

Zurique é lugar para se visitar em 3 dias, nunca me arrisquei a ficar mais de 3 noites por lá. Digo isso, não só pela facilidade de se conhecer os principais pontos turísticos, mas também pelo preço. Prepare o bolso, pois se existe um lugar caro, esse lugar é Zurique. Acho que os suíços não aderiram ao Euro justamente por isso, acredito que seja um complô para confundir os turistas com a conversão do Franco-Suíço x Euro. Brincadeiras à parte, mas o fato é que você se perde com o dinheiro na hora de comprar souveniers nas dezenas de lojas próximas a catedral Grossmünster, na Nieddorfstrasse O melhor é ir e relaxar, evitar compras desnecessárias, porém nada de ficar conferindo preço do cafézinho ou refrigerante nos restaurantes e cafés. Cafézinho? Chocolate, né. Afinal de contas, o chocolate suíço é um dos melhores do mundo.

A melhor maneira de conhecer o centro de Zurique é de bicicleta ou de bondinho. Como qualquer outra cidade europeia (ok, eu sei..a Suíça não faz parte da União Européia), os carros são abominados e devem ser evitados. Praticamente tudo acontece as margens do rio Limmat, portanto não acredito que irá se perder nesse city-tour.

Se for seguir minha dica de ficar no máximo 3 dias, procure se hospedar na região mais central. O ponto de referência é o Hauptbahnhof (Estação Central de Trens).

Idiomas
Na Suíça são quatro línguas oficiais: alemão, italiano, francês e romanche. Essa última é falada por uma minoria, cerca de 0.5%. O alemão é na verdade chamado de suíço-alemão, pois trata-se de uma variação da língua naquela região. É como se fosse um dialeto, sendo difícil até para os próprios alemães entenderem os suíços. Mas calma, com o tradicional inglês, tudo pode ser resolvido.

Visto

A Suíça faz parte da EFTA e aderiu em 12 de Dezembro de 2008 ao bloco de países europeus que permitem a livre circulação de pessoas sem necessidade de passaporte (passageiros que provenham do espaço Schegen). No entanto, turistas brasileiros, apenas o passaporte em dia.

Turismo

Vale a muito a pena dar um pulo em “Neuhausen am Rheinfall”, onde além do “Schloss Wörth” (castelo), tem a cachoeira “Rheinfall”. Várias empresas oferecem um passeio de barco que vai até a base dessa enorme cachoreira. Há também alguns decks de observação (gratuitos) com uma vista espetacular das quedas. Além de visitas guiadas que começam no Castelo indo até queda d’agua. Vários restaurantes estão localizados em Schloss Laufen, Wörth Schloss e no parque Rheinfall.
As Cataratas do Reno são facilmente acessíveis de carro, bicicleta e transportes públicos. Diversas linhas de trem atendem o local: o DB-Bahnhof “Neuhausen Bad Bf” e SBB-Bahnstation “Schloss Laufen am Rheinfall”. Lembrando que tudo está muito bem sinalizado, portanto fácil para qualquer um.
Compras
 

A Bahnhofstrasse é a principal, para não dizer a mais famosa rua de Zurique. Nela estão as lojas caras e chic’s (Chanel, L.Vuitton, Dior, ..), além de grande parte dos bancos e empresas suíças. Ela começa na estação de trem central (Bahnhof, daí seu nome) e termina na beira do lago Zürichsee. Vale a pena uma caminhada por toda a sua extensão.

Sprüngli – é a confeitaria/chocolateria mais famosa de Zurique, pertencente a marcde Chocolates Lindt. Para os chocolátras, é um passeio obrigatório. Não deixe de experimentar o Luxemburgerli  Bom demais! Os suíços o consideram melhor que o “macaron” francês. Se experimentar um desses, depois me escreva deixando sua opinião. 🙂

Viajar de carro pela Europa ?

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Viajar de carro pela Europa ?

Sem dúvida é a pergunta feita por 100% dos turistas que viajam pela Europa.

A questão é simples: quer conhecer lugares menos conhecidos ?  As possibilidades que aparecem quando viajamos de carro e a quantidade de lugares que estavam fora dos planos, podem fazer valer a pena.
Particulamente na Alemanha, você terá a opção de viajar pela famosa “Autobahn“, onde em vários trechos não existem limites de velocidade. Isso mesmo, verdadeiros “tapetes” de asfalto, em retas bem sinalizadas que cortam o país de ponta a ponta.
Os limites de velocidade surgem com as proximidades de centros urbanos e dos horários do rush.
Já me perguntaram diversas vezes: é preciso ter uma Carteira de Motorista especial para dirigir na Autobahn ? Não. Você só precisa da sua Carteira de Motorista Internacional (válida, obvio) e do Passaporte.
Porém algumas básicas regras deverão ser respeitadas:
– A média de velocidade na Autobahn é de 130km/h
– Não pisque os faróis. Utilize a seta pisca-pisca para indicar que você vem com velocidade superior e deseja ultrapassar o veiculo que vai mais devagar a sua frente. Você irá perceber que todos respeitam a faixa de alta-velocidade.
– Quando estiver na faixa de alta velocidade não se esqueça de olhar seus retrovisores a todo instante. É normal estar sozinho e do nada aparecer um Bugatti Veron praticamente dentro do seu carro.
Além disso, normalmente os carros de policia na Autobahn são descaracterizados e você só irá perceber quando algum desses emparelhar ao seu lado com uma placa de “stop polizei”
Tem um reality-show na tv alemã sobre isso. São  motoristas sendo parados e multados pelas mais diversas situações e em muitos o carro da policia tem até cadeirinha de bebê no banco de trás, sendo conduzido por um pacato casal.
Viaje com seu GPS.
Mesmo sabendo que 100% dos carros alugados tem aparelhos de GPS e 90% estão em inglês, é comum muitos viajantes ficarem perdidos na hora de acessar menu e rota, principalmente dos originais de fabrica com controle de navegação no volante e/ou no console central. Portanto não custa nada incluir seu aparelho de GPS e o devido carregador.
Viajar de carro é uma ótima maneira de conhecer novos lugares e interagir com a população local. Muitas cidades nunca ficam cheias mas isso não quer dizer que você deve deixar de reservar pousadas e hotéis.
Lembre-se que as grandes cidades abominam carros, portanto evite ir de carro à hoteis nos grandes centros. A maioria das vezes, a diária de um estacionamento sai quase a metade do valor pago na estadia de uma noite. E o mais importante: uma noite mal dormida pode estragar a programação. Portanto, evite dormir uma noite em cada lugar. Ao invés disso, faça a base em uma cidade e vasculhe a região.
Pedágio
Felizmente as auto-estradas alemãs não cobram pedágio, porem o mesmo é cobrado em todos os outros países da Europa. O pedágio europeu é feito através de um selo-adesivo colado no pára-brisa e comprado em Lojas de Conveniência “VignettenVerkauf” (em alemão). Esses adesivos tem a validade de 3 dias,  10 dias,. 1 mês e deverá ser comprado em todo país que será visitado. O preço médio é de 10€ por adesivo e caso seja pego sem o “adesivo-pedágio” (Vignetten) do referente país em que esteja, a multa é de 110€ e paga na hora. Acredite, o desculpa de “comprei um na Austria e achei que poderia usar na Rep.Tcheca também” não será aceita.

Amsterdam

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Se existe um lugar que consegue ser um “mix” de tudo, esse lugar se chama Amsterdam.
Em Amsterdam temos toda a estrutura de uma cidade grande, sem perder as características de cidade pequena. É fácil se perder em suas estreitas ruas, porém nada que 10 minutos a mais de caminhada não resolvam. Afinal, as suas estreitas ruas quase sempre tem um canal no meio e a arquitetura que acompanha esse canal é muito parecida.

Por falar em arquitetura, observe a inclinação das fachadas para frente. Pois bem, você não está delirando por conta da fumaça dos “Coffee Shops”, a razão é simples: no alto de cada fachada, tem umas roldanas para que sejam erguidos o mobiliário, eletrodomésticos,..pois as casas são estreitas, se tornando impossível o uso das escadas nessas tarefas do cotidiano.

Normalmente, a chegada é pelo Aeroporto Schiphol (Aeroporto Internacional de Amsterdam). Digo normalmente, pois poucas pessoas utilizam o Trem, tendo em vista os altos custos de passagem. A outra opção é ir de carro, porém lembre-se que que o carro ficará no estacionamento do Hotel e pagando diárias altas de estacionamento. Amsterdam por ser pequena, poucas pessoas utilizam o carro, optando pela rede de transporte pública e/ou as bicicletas. Chegando no Aeroporto, basta seguir as placas do trem em direção a “Centraal Station”. De lá é comprar o cartão de transporte referente aos dias que você irá permanecer na cidade (24hs, 48hs, 72hs e 96hs). Acredite, esse cartão de transporte é a maneira mais confortável e tranquila em Amsterdam, pois os bondes e onibus serão utilizados a todo instante.
Obvio que você tem a opção de pagar por viagem (trecho percorrido), porém muitas vezes você que poupar a sola de sapato e utilizar o bonde por 3 ou 4 pontos, no final vai sair mais caro sem considerar o “pega moeda, paga, espera o troco, ..corre que já vamos descer!”
Se não me engano, o valor do cartão por cada 24hs de uso é de uns 5 euros.

No site www.gvb.nl , você pode verificar com precisão as tarifas, mapas das linhas e os horários.

Lembre-se que todos os bondes encerram suas atividades as 00:30hs, retornando as 5hs. Portanto consulte também os horários e rotas dos ônibus noturnos.
Bicicletas: o que não falta é bicicleta em Amsterdam. A sensação é que cada pessoas tem umas 5 bicicletas em casa, tamanho o caos de ver tanta bicicleta amontoada pelas praças e ruas.
Cuidado ! Agora é sério, nas ciclovias circulam bicicletas e Scooters. Essas Scooters passam a poucos centímetros de você em velocidades absurdas. Portanto o “Ooopa, quase vi um acidente” é repetido a todo instante. Sendo assim, olhe sempre para os dois lados antes de atravessar ruas e ciclovias.
Se quiser alugar uma, o que por sinal é um programa muito divertido, varias empresas estão espalhadas pelo centro, principalmente na area do Red Light District e DAM.
O que fazer em Amsterdam ?
Amsterdam tem uma farta programação diurna e noturna.
  • Museu Anne frank
  • Van Gogh Museum
  • Nemo: Museu de Ciências de Amsterdam
  • Museu de Cera Madame Tussauds
  • Dam Square (imensa praça em frente ao Madame Tussauds)
  • Red Light District
  • Coffee Shops
  • Passeio turístico de ônibus (com guia-audio em português)
  • Passeio de barco pelos canais
Existem diversas outras opções, porém são programas que não indico. Não indico, pois simplesmente não achei nada demais. Considerei o famoso “dinheiro jogado no lixo” (Lembre-se que é minha opinião).
Dentre eles posso citar, ou melhor, não recomendar: Heinenken Experience, Museu do Sexo, Museu da Tortura e Museu da Maconha.
Por exemplo, o Vondelpark eu nunca visitei. Sempre fui recomendado a fazer, porém minhas estadias em Amsterdam sempre são de 3 ou 4 dias, acabo optando por outros programas. O mesmo posso dizer em relação aos Moinhos: De Bloem e De Gooyer, e ao Keukenhof (Jardim das tulipas).
O destaque imperdível é o Red Light District, onde a prostituíção (dentro das vitrines) e o consumo da maconha (dentro dos Coffee Shops) são legalizados. O local é visitado por jovens a procura de diversão, recém-casados, idosos, …todos convivendo em total harmonia. As ruas mais estreitas (becos com 2 metros de largura) é onde encontramos a maioria das vitrines vermelhas com as Garotas de Programa. Acredite, só transita por ali, quem está interessado em ver essas belas mulheres, porém é normal encontrar casais de idosos caminhando de mãos dadas por ali.
Rembrantplein é uma praça que concentra bastante vida noturna de Amsterdam, com seus bares e boates abertos até o amanhecer.
ATENÇÃO: A noite, no Red Light District, podem lhe oferecer drogas. São traficantes/viciados que vivem por ali e tentam se aproveitar de turistas ao vender placebo. Caso te ofereçam algo, apenas diga não com a cabeça, eles não ficaram te perseguindo e coagindo a que compre algo.
Alimentação: experimente o Stroopwafel – Waffle de caramelo, típico holandês. Você pode comprá-los em saquinhos simples ou em latas enfeitadas para presente. Segundo os holandeses, você deve deixá-lo alguns minutos sobre a xícara de café, para que o caramelo amoleça. No meu caso é devorar sem qualquer técnica ou cerimônia. Tem também os Croquetes de Carne vendidos em gavetas de acrílico com o uso de moedas, particulamente não achei nada demais. Gosto é gosto, né ?!
Por ultimo, lembre-se que Amsterdam é cortada por canais, devido a essa proximidade do mar, se torna muito fria no Inverno. De Outubro até Abril, luvas e cachecol se tornam itens importantes na mala.

LONDRES

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Mesmo meu blog tendo Munique como tema principal, resolvi ampliar um pouco mais as fronteiras sobre as minhas dicas de viagem. Nesse caso, vamos para Londres. Se você nunca esteve em Londres, prepare-se. Tenho certeza de irá se surpreender muito com o essa cidade.  A minha chegada em Londres foi pelo aeroporto Standsted e seguindo de metro ate o centro da cidade. Admito que nesse aspecto, o metro de Munique é infinitamente melhor, mais limpo e mais fácil de ser usado. Ainda sim, o metro de Londres é referência mundial pois atinge todos os pontos da cidade.

Procurei desembarcar na estação mais central possível, por isso optei pela “Oxford Circus“. Eram 18hs de uma Sexta-Feira, tente imaginar as milhões de pessoas transitando ao meu lado, todas as luzes acessas, vitrines decoradas,..fiquei 30 minutos parado no mesmo lugar, tentado assimilar tanta informação.

Passado esse periodo de adaptação, tratei de procurar um hotel ou hostel. Para minha surpresa, tudo lotado. Isso mesmo, em pleno Outubro, sem qualquer feriado ou data festiva e tudo no “centrão” estava lotado. A opção foi começar a me afastar do centro, infelizmente. Consegui um Hostel em “Canada Water”, com quarto individual e café-da-manhã.

Segunda etapa era resolver o translado na cidade. Optei pelo ”London Oyster Card“, que nada mais é que um cartão magnético que te dá direito de usar onibus e metro, 24 horas, 7 dias da semana. Esse cartão é carregado de acordo com o periodo que você irá permanecer na cidade e com uma taxa de 5 Libras para ter o cartão. Lembrando que essas 5 libras serão devolvidas ao final da sua viagem, quando devolver o cartão nos Postos de Atendimento de Waterloo Station ou Liverpool Station. A média é de 5 libras por dia de uso, portanto 1 semana (7 dias) será faixa de 35 libras. Caso você compre o de 1 semana e utilize apenas 4 ou 5 dias, a diferença será será devolvida juntamente com as 5 libras pagas pelo cartão.

Até esse momento, tudo poderá ser feito com cartão de débito e/ou cartão de crédito. As libras deverão ser compradas depois de algumas pesquisas e de preferencia em lojas do centro. Fuja das casas de cambio do aeroporto, pois todas cobram comissões e trabalham com as piores cotações. Todas as casas de câmbio do centro funcionam 7 dias da semana, de 9 às 22. Particulamente eu vacilei nesse aspecto, pois fiquei com receio dessas lojas não funcionarem no final de semana. A outra dica, é ir comprando as Libras aos poucos, conforme a demanda.

Passeios: Londres é uma cidade extremamente cultural, com dezenas de museus e locais emblemáticos.
A dica é pegar aquele “City Tour” de onibus, com guias em todos os idiomas (inclusive português), no qual você embarca e desembarca quantas vezes quiser e conhece os pontos turisticos de maior interesse. Acredite, esse passeios foram as melhores idéias para turistas, pois além de poupar tempo, você conece praticamente tudo sem gastar a sola do sapato.

Locais a visitar: obviamente que London Bridge, Big Ben, Palácio de Buckingham, London Eye (enorme Roda-Gigante), Catedral de St Paul’s e Westminster, … são paradas obrigatórias. Porém não se esqueça dos museus. Que além de serem uns dos melhores do mundo, muitos são de graça.

Museu Imperial de Guerra (IWM) em Londres tem um acervo que cobre todos os conflitos envolvendo a Grã-Bretanha no século XX e XXI.
Endereço: Lambeth Road
Estação de Metrô: Waterloo
Horário: 10 às 18hs

Museu de História Natural de Londres (Natural History Museum). Fundado em 1881, possui itens relacionados a Botânica, Entomologia, Mineralogia, Paleontologia e Zoologia. Resumindo: bom para quem gosta de ver dinossauros e ossos e aprender mais sobre o desenvolvimento da fauna e da flora no mundo.
Endereço: Exhibition Road
Estação de Metrô: South Kensington
Horário: 10 às 18hs

Museu de Ciência conta a história da ciência através de exemplos práticos, com fotos, vídeos, computadores, hologramas e todo tipo de engenhosidade imaginável. Oferece também sessões de cinema IMAX 3D, com entrada à parte.
Endereço: Exhibition Road
Estação de Metrô: South Kensington
Horário: 10 às 18hs
Não deixe de visitar as outras atrações pagas de Londres: Imperial War Museu Duxford (Museu de Aviões), HMS Belfast (navio de Guerra usado na II Guerra e ancorado no Rio Tâmisa), Madame Tussaunds (Museu de Cera), The London Dungeon (Casa do Terror), Sea Life, ..
http://www.youtube.com/watch?v=8x2dN-uEDr8
Para os amantes da arquitetura, Londres é um prato cheio. O contraste de prédios do século XIX, com prédios modernos é encontrado a cada quarteirão caminhando pelo centro.
O 30 St Mary Axe, também conhecido como Gherkin (em inglês: “Pepino”) foi projetado por Norman Foster, e construído entre 2001 e 2004.

London Bridge Tower, também conhecida como “The Shard” (em português, caco de vidro), é um projeto do italiano Renzo Piano, com 309,6 m de altura. No projeto, 72 andares de um prédio multiuso. Do térreo ao 33º piso, ela será ocupada por escritórios e restaurantes, enquanto o Shangri-La Hotel e Spa ocupará do 34º ao 52º pavimento, com 200 suítes. Os últimos andares abrigarão galerias e mirantes.
Os andares mais concorridos – e caros – vão do 53º ao 65º, onde 10 apartamentos de alto luxo estão à venda por preços que variam entre 37 e 62 milhões de euros.
Alguns detalhes impressionantes da torre:
– vista panorâmica de 360° para a cidade;
– os apartamentos avistam o mar nos dias de céu limpo, quando a visão alcança até 66 km a distância;
– mais de 95% dos materiais de construção utilizadas durante a obra são recicláveis;
– entre estes materiais, estão os quase 11 mil painéis de vidro de sua fachada, que totalizam uma área equivalente a oito campos de futebol;
– São ao todo 44 elevadores para que os visitantes possam circular pelo edifício.

Lloyd’s building foi projetado pelo arquiteto Richard Rogers e construído entre 1978 e 1986. Tal como o Centro Pompidou (projetado por Renzo Piano e Rogers), esse edifício foi inovador desde suas escadas e elevadores, até suas canalizações de água do lado de fora, deixando um espaço interior limpo e organizado. Os 12 elevadores de vidro foram os primeiros de seu tipo no Reino Unido. Como o Centro Pompidou, em Paris, o edifício foi muito influenciado pelo trabalho de Archigram da década de 1950 e 1960.
O edifício é composto por três torres principais e três torres de serviços em torno de um espaço central, retangular. Seu ponto principal é o “Underwriting” no piso térreo, que abriga o famoso Sino Lutine . A Sala de “Underwriting”, muitas vezes simplesmente conhecido como “O Quarto”, é formado por galerias e um átrio iluminado naturalmente através de um enorme abobadado telhado de vidro. As primeiras quatro galerias abrem-se para o espaço de átrio, e estão ligados por escadas rolantes através da estrutura. Os andares mais altos são envidraçados, e só podem ser alcançados através dos elevadores externos.

Piccadilly Circus é um dos principais cruzamentos em Londres, sendo um local perfeito para ponto de encontro, além de ser uma atração turística famosa de Londres. Com a estátua de Eros e os Outdoors de LCD na fachada de um de seus prédios que ficam em frente a praça de Piccadilly, se torna um programa ideal para o fim de tarde. Estação de Metrô Piccadilly Circus.

Oxford Circus é um dos principais centros de compra de Londres. Formado pela junção da Regent Street com a Oxford Street, este cruzamento em forma de “x” e não de cruz, como de costume, representa a centro das compras, das lojas de marca e da agitação dos londrinos. Todo ano, mais ou menos 40 milhões de pessoas passam pelas lojas de Oxford Circus.

Oxford Circus foi concebida no início do século 19, projetada pelo arquiteto John Nash. Desde então é um local que faz parte da história da cidade. Exatamente abaixo da interseção das ruas fica a Oxford Station, a famosa estação de metrô que foi incendiada em 1985 devido a um cigarro, o que acarretou a proibição do fumo em toda a rede do underground londrino.A Oxford Street tem a fama de ser a mais visitada rua de compras da Europa. A maioria das lojas abre entre 9 e 10h e fecham por volta das 20h. A maioria também funciona aos domingos.

Algumas lojas que se encontram na Oxford Street: Selfridges, Primark, M & S, HMV, Evans, Wallis, Barratts, Swishy, Dorothy Perkins, Next, New Look, Boots, Russell and Bromley, Clarks, River Island, Marks and Spencer, French Connection, Jane Norman, Accessorize, Gap, The Body Shop, The Disney Store, Debenhams, Sunglass Hut, Fossil, House of Fraser, John Lewis, BHS, Zara, Nike Town, Urban Outfitters,Schuh, Office, Uniqlo, Scoccer Scene, Aldo, Esprit, The Suit Company… Essas são apenas algumas delas.

clima em Londres é imprevisível. Em pleno inverno entre dezembro e fevereiro a temperatura pode descer abaixo de 0º C. Enquanto que no verão entre junho e agosto a temperatura raramente chega a 30º C, mantendo-se abaixo de 25º C a maior parte do tempo.
Em Outubro, por exemplo, amanhece um céu azul, nuvens ao meio dia e chuva no final de tarde, com noites estreladas. Portanto vale a pena ter uma sobrinha na mão, ou um casaco impermeável, pois a chuva geralmente é leve, como uma garoa paulistana.

mapa abaixo do Metro de Londres será importantíssimo em sua viagem. Não se esqueça que o metrô encerra suas atividades as 00:30hs e retorna o funcionamento às 04:30hs. Linhas de ônibus noturnos se encarregam de cobrir esse horário de pausa do metro.