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Author Archives: Leo Cunha

Passaporte brasileiro: 8 dúvidas que você também pode ter!

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1. Passaporte emitido pelo correio também é válido por 10 anos

Uma informação importante e que pouca gente sabe sobre o novo passaporte é que o documento – quando solicitado via correio – também terá a validade de 10 (dez) anos. Antes o documento solicitado por via postal era emitido com um prazo de validade menor (apenas 3 (três) anos) do que o documento solicitado pessoalmente.

Desde o final de 2015, com a emissão do novo modelo, a validade do documento passou a ser a mesma. Veja mais informações no artigo Passaporte brasileiro solicitado via correio terá validade de 10 anos!

2. Passaporte pode ser emitido em qualquer repartição consular

Outra informação interessante e que, acredito, algumas pessoas também não tenham conhecimento é o fato de que a emissão do passaporte não depende de jurisdição consular. Isto quer dizer que você pode solicitar o passaporte em qualquer repartição consular brasileira, independente do seu local de residência.

3. O passaporte brasileiro pode ser emitido mesmo havendo pendências eleitorais

Esta é uma dúvida muito comum dos brasileiros que residem no exterior. Muitos cidadãos não se preocupam em transferir o título eleitoral para o país onde passam a residir – ou, em outros casos, não exercem o direito do voto por três vezes consecutivas – e acabam por ter o título eleitoral cancelado. O ideal é que isto não aconteça mas, caso aconteça, ainda assim o documento é emitido pela repartição consular.

Porém, o(a) solicitante é avisado(a) de que, ao chegar ao Brasil, ele(a) deve comparecer ao Cartório Eleitoral para resolver a pendência e regularizar a situação perante a Justiça Eleitoral.

4. Não há diferença entre o valor do passaporte emitido presencialmente ou via correio

O valor cobrado para a emissão do passaporte pela repartição consular, tanto presencial quanto via correio, é o mesmo. Mas, é importante lembrar que quem solicita o documento via postal deve arcar com outros gastos com envelope e taxa cobrada pelas empresas de correio de cada país para envio da documentação, além de eventuais taxas que possam ser cobradas pelos bancos para efetuar o pagamento.

5. O nome dos pais é impresso no documento de viagem

Exatamente, desde o final de 2015, o novo passaporte para menor vem com filiação. Porém, nos passaportes emitidos no exterior o nome dos pais aparece na etiqueta colada na página 4, ao contrário do emitidos no Brasil, onde aparece logo após os dados do menor.

6. É possível incluir a autorização de viagem do menor durante a emissão do passaporte

Viajar com menor de idade nem sempre é a coisa mais simples do mundo. Na verdade, o problema não é nem para entrar no Brasil mas, sim, para deixar o país. A fiscalização brasileira, em geral, é bastante rigorosa quando se trata de deixar o Brasil com menores, sem a presença de ambos os pais ou responsáveis.

Há diversas maneiras de solucionar a questão mas, sem dúvida, a mais simples é incluir a autorização no documento de viagem do menor.

7. A validade do passaporte do menor varia conforme a faixa etária

Ao contrário do que acontecia antes, a validade do passaporte para menor agora depende da idade do mesmo, conforme a tabela abaixo:

Idade Validade
0 a 1 ano incompleto 1 ano
1 ano completo a 2 anos incompletos 2 anos
2 anos completos a 3 anos incompletos 3 anos
3 anos completos a 4 anos incompletos 4 anos
4 anos completos a 18 anos incompletos 5 anos
8. Não é possível embarcar com destino ao Brasil com passaporte brasileiro vencido

Outra dúvida muito frequente dos cidadãos brasileiros que vivem no exterior é se podem ou não embarcar para o Brasil com passaporte vencido e renovar no Brasil. A resposta para esta questão é não! As empresas áreas não podem autorizar embarque sem documento de viagem válido. Assim como em relação à questão do título eleitoral, o ideal é estar com o passaporte brasileiro em dia.

Somente em caso de extrema urgência de embarcar é que você poderá solicitar uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB).

Um dos imprevistos mais desagradáveis em uma viagem internacional é, sem dúvida alguma, perder seus documentos, principalmente quando este documento é nada mais, nada menos, do que o seu passaporte. Seja porque você foi furtado, roubado (sim, isto também acontece lá fora) ou porque você perdeu o documento em algum lugar, a falta do documento é, no mínimo, uma situação muito chata e que muitas vezes deixa a pessoa desorientada e sem saber o que fazer.

O que fazer se extraviar seu passaporte durante uma viagem ao exterior?

  1. Procurar a delegacia de polícia mais próxima do local onde o documento foi roubado ou extraviado para fazer a denúncia por roubo ou extravio, ou seja, o boletim de ocorrência (BO);
  2. Solicitar um novo passaporte ou a Autorização de Retorno ao Brasil (ARB).
  3. Dirigir-se à Repartição Consular Brasileira mais próxima (consulado ou embaixada), portando o BO e o protocolo de solicitação de passaporte ou da ARB.
    O que é Autorização de Retorno ao Brasil (ARB)?

    A Autorização de Retorno ao Brasil é um documento que permite ao seu titular fazer apenas uma viagem direta ao Brasil. Inclui-se no conceito de viagem direta os voos com escala em aeroportos internacionais, em que o passageiro permanece na área de embarque. Cabe, exclusivamente, à autoridade consular decidir sobre a emissão ou não da ARB. O Setor Consular pode emitir gratuitamente Autorização de Retorno ao Brasil em um prazo de 3 (três) dias úteis.

    Como você pode localizar a repartição consular mais próxima de onde se encontra?

    No Portal Consular há uma lista completa de todas as Repartições Consulares do Brasil no mundo. Se a cidade onde você estiver possuir ambos, embaixada e consulado, dê preferência ao Consulado. E se você estiver em uma cidade sem representação brasileira, será necessário viajar até a localidade mais próxima onde exista uma repartição consular do Brasil.

    E se você não conseguir entrar em contato com nenhuma Repartição Consular Brasileira, o que poderá fazer?

    Em último caso, você poderá entrar em contato com o Núcleo de Assistência a Brasileiros (NAB) do Ministério das Relações Exteriores:

    – por telefone: (61) 8197-2284 ou (61) 2030-6456

    – ou e-mail (dac@itamaraty.gov.br)

    O que acontece com os vistos que você possui no passaporte?

    Infelizmente todos os vistos que você porventura possuir no documento extraviado serão perdidos.

    E se você estiver em um país que exija visto para que você possa permanecer ou deixar o País, como proceder?

    Caso o visto seja necessário para permanecer no País ou continuar sua viagem, será necessário obter novo visto junto às autoridades locais. Neste caso, a Repartição Consular poderá fornecer assistência em relação aos órgãos locais a serem contatados pelo cidadão brasileiro com vistas a obtenção de novo visto.

    A perda de documento caracteriza situação de emergência?

    Não, o Ministério das Relações Exteriores ressalta que a perda de documento não configura risco à ida ou à segurança de cidadão brasileiro, não sendo considerado situação de emergência. Por isto, o pedido de novo passaporte deverá ser feito durante o horário de expediente. O MRE alerta que você não deve procurar o plantão consular.

    Bom, a gente torce para que você nunca tenha este tipo de problema durante uma viagem ao exterior mas, caso aconteça, esperamos ajudá-lo com estas informações. Para finalizar, uma orientação especial do Ministério das Relações Exteriores do Brasil:

    “Recomenda-se ao ter o máximo de cuidado com seu passaporte brasileiro, mantendo cópia autenticada de documento de identidade e de certidão de nascimento e cópia simples de seu passaporte no cofre do hotel, para fins de eventual obtenção de novo documento de viagem.” (MRE/Itamaraty)

Trabalhando “Lá Fora”

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Trabalhar lá fora (no exterior) é um assunto muito importante quando você está traçando seu planejamento. Afinal, a vida em outros países pode sair bem caro e se sustentar apenas com as economias pode se tornar uma tarefa difícil.

Existem alguns tipos de vistos que permitem trabalhar no exterior, cada país destino tem suas regras específicas para o país de origem, do estrangeiro. Alguns brasileiros, acabam trabalhando ilegalmente no país, as vezes por falta de informação, pois não conhecem as possibilidades de trabalhar de forma legal. Trabalhar ilegalmente não é considerado uma opção, no meu ponto de vista. Quando você trabalha ilegal, geralmente, você acaba sofrendo algum tipo de exploração pelo empregador, pois o próprio sabe que ele não pode ser denunciado à as autoridades. Fora que se você for pego por agentes de imigração trabalhando ilegalmente, você pode ser preso e será deportado para o Brasil sem direito de pegar o seus pertences antes. A pessoa que é deportada ela sempre vai carregar esse o histórico para o resto da vida, ou seja, toda vez que você tentar entrar em algum país, os agentes de imigração vão saber que você foi deportado no passado e vão decidir se  deixarão ou não você entrar no país. Não é preciso pensar muito para chegar à conclusão que o não é quase certo.

Mas se você não quer se arriscar, existem vistos que permite você trabalhar no país, como alguns tipos de visto de estudante (student visa), visto de trabalho nas férias (working holiday), visto de trabalho (working visa) e visto permanente (green card ou permanent residency).

Alguns países como Austrália e Canadá permitem que estudantes trabalhem enquanto estão matriculados nas escolas locais. Esse visto geralmente é limitado permitindo apenas trabalhar meio período (20 horas semanais). Ao contrário que todas as agências de intercâmbio vão tentar te convencer, não é fácil conseguir emprego com esse visto, pelo simples fato que empresas não estão interessadas em estudantes estrangeiros, para trabalhar meio período. Eles sempre procuram trabalhadores locais para este tipo de emprego, mas o visto pode servir para empregos em cafés, restaurantes e quiosques na qual não exige uma longa carga horária de trabalho.

O visto de trabalho nas férias (working holiday) é permitido em alguns países e apenas para alguns países de origem. Por exemplo, na Austrália, o working holiday visa é permitido para os estrangeiros dos países como Belgica, Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Coreia, Suiça e Reino Unido. No caso dos brasileiros, quem tem a família de origem européia, como Itália ou Suiça, o brasileiro pode primeiro requerir a dupla cidadania e tendo em mãos o passaporte europeu, pode aplicar para o working holiday visa.

O visto de trabalho, depende de uma empresa local querer te patrocinar o visto (o famoso sponsorship). O processo tem que ser aberto pelos dois lados, seu e o da empresa. Após a empresa te fazer uma oferta de emprego, ela começa um processo na imigração, declarando que precisa “importar” um profissional que requer um visto de trabalho. Ao mesmo, tempo você entra com um processo na imigração do país, declarando que aceita a oferta e gostaria de trabalhar nesta empresa. Se o processo for feito corretamente e todos os documentos necessários forem entregues no prazo estipulado, o departamento de imigração do país emite um visto de trabalho em seu nome. Apesar de você estar apto a trabalhar no país, esse visto vem com algumas limitações. Você passa a ter permissão de trabalhar apenas na empresa que disponibilizou o visto. Outro limite, é que geralmente este visto é válido por alguns anos (de 2 a 4), caso essa data de validade expirar, a empresa deve renovar o seu visto na imigração. Se você desejar trocar de emprego, a nova empresa vai ter que transferir o seu visto na imigração e o prazo de expiração vai começar a partir da data de emissão do novo visto.

O visto permanente, (o famoso e tão almejado green card americano ou permanent residency), é o visto mais completo que uma pessoa pode obter antes de virar cidadão do país estrangeiro, com esse visto você pode morar por tempo indeterminado e trabalhar para qualquer empresa de sua escolha. Ao contrário de que muitos pensam, não é preciso ter obtido nenhum visto antes de aplicar para o visto permanente, pode se aplicar para residência permanente do Brasil, você apenas precisa preencher os requerimentos do visto que varia de país para país. Na Austrália, por exemplo, exite uma lista de profissões que o país tem deficiência e se você for graduado ou tiver experiência comprovada em alguma das profissões dessa lista, você é um candidato a aplicar para o visto do Brasil. Obviamente, esse não é o único requisito para ser considerado apto a aplicar para o visto.

Entre no site da imigração dos país que deseja viajar e veja os vistos disponíveis para a sua situação e quais são os caminhos para conseguir trabalhar LEGALMENTE, assim conseguindo a tão desejada experiência internacional, que as empresas brasileiras tanto prezam na hora de uma seleção.

Abaixo alguns sites de imigração de países dos países que permitem estudantes trabalhar.

Canadá – http://www.cic.gc.ca/english/study/index.asp

Austrália – http://www.border.gov.au/Trav/Stud

Estados Unidos (trabalhar no campus)- http://www.uscis.gov/working-united-states/students-and-exchange-visitors/students-and-employment

As dez cervejas mais populares na Alemanha

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Com suas quase 1.400 cervejarias, a Alemanha é um dos maiores consumidores de cerveja do mundo, atrás apenas dos tchecos e pertinho dos austríacos. Conheça as marcas mais populares.

10º lugar – Erdinger Weissbier

A cervejaria Erdinger Weissbier Privatbrauerei existe desde 1886 e tem sede em Erding, na Baviera. A linha de produtos vai desde a tradicional cerveja de trigo até cervejas sem álcool, bocks de trigo e a “Urweisse”, cerveja de trigo um pouco mais escura, produzida seguindo a receita original bávara e que vem numa garrafa clássica.dscf1890

9º lugar – Radeberger Pilsner

A cervejaria fica em Radeberg, na Saxônia. A marca é conhecida pela longa tradição de sua cerveja tipo pilsen. A decisão de criar a cerveja foi de cinco amigos em 1872, enquanto tomavam vinho. Eles não entendiam nada de cerveja, mas queriam uma melhor do que as que havia na época. A ideia era fazer uma cerveja nos moldes da feita em Pilsen, na República Checa, a 250 quilômetros de Raderberg.radeberger-pilsener-dresden

8º lugar – Paulaner

A cervejaria Paulaner tem sede em Munique, na Baviera, e produz cervejas desde 1780. Conhecida principalmente pela Oktoberfest e pelo Bayern de Munique, é uma marca de grande reputação. Seu nome vem da Paulanerorden (Ordem dos Mínimos), uma ordem religiosa fundada por São Francisco de Paula. Os membros dessa ordem já fabricavam cerveja para consumo próprio desde 1634.

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7º lugar – Hasseröder

A sede fica em Hasserode, um bairro de Wernigerode, no estado da Saxônia-Anhalt. A fábrica existe desde 1872 e produz cervejas tipo pilsen, export e preta, além da tradicional Fürstenbräu, fabricada sob licença do príncipe de Stolberg-Wernigerode.

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6º lugar – Beck’s

A tradicional cervejaria surgiu em Bremen em 1873. A marca é conhecida por suas cervejas tipo export e bebidas que misturam cerveja com refrigerante. Há mais de dez anos ela está nas mãos da Anheuser-Busch InBev, com sede em Löwen, na Bélgica.

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5º lugar – Veltins

Esta marca especializada em cerveja tipo pilsen e misturas de cerveja com outras bebidas existe desde 1824 e fica em Grevenstein (Renânia do Norte-Vestfália). Um aspecto interessante é que a caixa de cerveja da Veltins foi desenhada em cooperação com o estúdio de design da Porsche.

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4º lugar – Warsteiner

A cervejaria com sede em Warstein (Renânia do Norte-Vestfália) existe desde 1753 e oferece, além da pilsen Warsteiner Premium, outras misturas de pilsen, como a Radler Grapegruit (com toranja), a Warsteiner Lemon (com limão) e a Warsteiner Ginger (com gengibre).

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3º lugar – Bitburger

A medalha de bronze das marcas preferidas na Alemanha vai para a Bitburger, um dos patrocinadores da seleção alemã de futebol. A sede fica em Bitburg (Renânia-Palatinado), onde a Bitburger Pils é fabricada desde 1817. Além dela, são fabricadas cervejas sem álcool e misturas com refrigerantes, o que atrai especialmente a clientela jovem.

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2º lugar – Krombacher

A medalha de prata das dez cervejas mais populares na Alemanha vai para esta cervejaria de Krombach, distrito de Kreuztal, na Renânia do Norte-Vestfália. Desde 1803 são produzidas lá, além da tradicional pilsen, muitas outras variedades, como uma cerveja de trigo, uma escura e uma “Radler”, misturada com refrigerante sabor limão.

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1º lugar – Oettinger

A sede do grupo fica em Oettingen, na Baviera. Há ainda fábricas em Gotha (Turíngia), Mönchengladbach (Renânia do Norte-Vestfália) e Braunschweig (Baixa Saxônia). A Oettinger produz 25 tipos de cerveja e dez bebidas de baixo teor alcoólico. Ao longo dos anos, conquistou fama de produzir cerveja barata – no preço e, para alguns, também na qualidade. É a marca mais vendida desde 2004.

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Lembrando que esse Top 10 é das mais POPULARES (mais vendidas).
Nao confunda com as melhores cervejas da Alemanha. 🙂

 

 

Os níveis do idioma alemão A1 a C2

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Na Alemanha, o nível dos cursos de alemão para estrangeiros é indicado por A1, A2, B1, B2, C1 e C2, de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECR), sendo A1 o nível para iniciantes e C2 para um nível linguístico alto. Veja adiante o que esses níveis significam.

A – Domínio elementar do idioma

A1 – Entender e saber empregar frases simples no idioma alemão.
Entender e saber empregar expressões cotidianas e frases simples. Saber fazer e responder perguntas simples do dia-a-dia. Saber apresentar-se e apresentar outras pessoas. Escrever mensagens pessoais curtas. Capacidade de comunicação simples.
A2 – Saber se comunicar em alemão em situações cotidianas.
Entender frases e expressões relacionadas a temas comuns, como à própria pessoa e à família, compras, trabalho, amigos, local onde vive. Capacidade de troca simples e direta de informações sobre coisas comuns em situações do dia-a-dia. Entender conversas breves, mensagens no telefone, informações do rádio ou anúncios simples de jornal. Comunicação suficiente para satisfazer as necessidades básicas.

B – Domínio autônomo do idioma

B1 – Saber conversar sobre diversos temas em idioma alemão simples.
Entender a língua padrão claramente articulada em assuntos conhecidos como escola, família, trabalho, lazer. Saber se expressar e compreender as pessoas durante viagens, em situações familiares e áreas de interesse pessoal. Capacidade de comunicação média, sabendo descrever experiências, acontecimentos, sonhos, esperanças e objetivos e explicar ideias, planos e intenções de uma forma compacta.
B2 ­– Saber interpretar textos mais complexos e conversar normalmente em alemão.
Entender a essência de textos mais complexos e saber expressar-se de forma clara e detalhada. Saber conversar sobre as coisas básicas de sua área profissional. Capacidade de comunicação fluente, sabendo falar normal com falantes nativos sem muito esforço de se expressar e ser compreendido.

C – Domínio competente do idioma

C1 – Entender textos difíceis em alemão e saber expressar-se de forma fluente e espontânea em praticamente todas as áreas.
Entender textos exigentes, variados e longos. Vocabulário suficiente para se expressar fluentemente e de forma estruturada, sem precisar “buscar palavras”. Capacidade de comunicação avançada suficiente para a vida social, profissional ou nos estudos em escola ou faculdade.
C2 – Nível de competência avançado – Saber se comunicar em alemão (quase) como um falante nativo.
Entender praticamente tudo o que lê ou ouve sem esforço, dominar bem a escrita e a fala. Capacidade de comunicação espontânea, muito fluente e exata, mesmo quando se trata de assuntos mais complexos, de forma muito próxima a um falante nativo.

Esses níveis correspondem mais ou menos aos níveis antigos:

Grundstufe – Nível básico (=A)
Mittelstufe – Nível médio (=B)
Oberstufe – Nível superior (=C)

‘Aula sobre refrigerantes’

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Na verdade, a fórmula ‘secreta’ da Coca-Cola se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico, e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10 bilhões de dólares para brigar com a Coca-Cola na justiça, porque eles vão cair matando.

A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar.

Entre outras coisas, tive que aprender tudo sobre refrigerante gaseificado para produzir o guaraná Golly (nos EUA), que usa o concentrado Brahma. Está no mercado até hoje, mas falhou terrivelmente em estratégia promocional e vende só para o mercado local, tudo isso devido à cabeça dura de alguns diretores.

Tive que aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tivemos até equipe de competição em stock-car.

Tire a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata) e você verá que a Coca-Cola fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado. É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser ‘very low sodium’) que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de ‘açúcar’ (sacarose).

É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de Coca-Cola, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro… Isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA!…

– Fórmula da Coca-Cola?…

Simples: Concentrado de Açúcar queimado – Caramelo – para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose – açúcar (HFCS – High Fructose Corn Syrup – açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração.

O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o fosfórico literalmente frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o artofosfórico ‘chupa’ todo o cálcio do organismo, podendo causar até osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.).

Só como informação geral, é proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão… (claro, se tirar, a Coca-Cola ficará com gosto de sabão).

O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque legalmente tem que estar (questão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto.

O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos. Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão! Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada.

Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei). O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semipolímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate.

O segundo refrigerante mais vendido aqui nos Estados Unidos é o Dr. Pepper, o mais antigo de todos, mais antigo que a própria Coca-Cola. Esse refrigerante era vendido obviamente sem refrigeração e sem gaseificação em mil oitocentos e pedrada, em garrafinhas com rolha como medicamento, nas carroças ambulantes que você vê em filmes do velho oeste americano. Além de tirar dor de barriga e unha encravada, também tirava mancha de ferrugem de cortina, além de ajudar a renovar a graxa dos eixos das carroças. Para quem não sabe, Dr. Pepper tem um sabor horrível, e é muito fácil de experimentar em casa: pegue GELOL spray, aquele que você usa quando leva um chute na canela, e dê um bom spray na boca! Esse é o gosto do tal famoso Dr.Pepper que vende muito por aqui.

– Refrigerante DIET

Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet? Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc… Olha, só para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta. O aspartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo.

Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar ‘edge’ no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai… A lista é enorme.

Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar: Sabe qual é o melhor refrigerante? Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo… Mais nada !!! Nem açúcar, nem sal.

**O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE**
Primeiros 10 minutos:10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
20 minutos:O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).
40 mpurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE.
60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação.a tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.

*Pense nisso antes de beber refrigerantes.
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão!
Prefira sucos naturais.
Seu corpo agradece!*

Se achar interessante, repasse.
Certamente estará fazendo bem a alguém

Mitos e fatos da Reinheitsgebot, a ‘lei de pureza da cerveja alemã’

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A Reinheitsgebot, nome moderno dado à lei de 1516 que transformou a água, a cevada e o lúpulo nos únicos ingredientes permitidos para a cerveja na Baviera, vai completar meio milênio de existência no ano que vem, cercada de falta de conhecimento, mitos e besteiras repetidas à exaustão por entusiastas das cervejas artesanais. Por outro lado, continua sendo vista, e tratada, como um patrimônio do mundo cervejeiro, tanto que há um grupo de cervejeiros alemães empenhado em torná-la patrimônio da humanidade.

Poucas pessoas entendem realmente a sua origem e suas implicações. Mesmo a maioria das cervejarias que dizem segui-la não a respeitam de verdade a lei de pureza. Para começar, é necessário separar a lei de 1516 da atualmente vigente. São completamente distintas.

A lei promulgada pelo duque Guilherme IV da Baviera, em 23 de abril de 1516, não tinha nome e não incluía as leveduras, que só mais tarde, no século 19, foram reconhecidas como protagonistas da fermentação, pelos estudos de Louis Pasteur, e o termo “cevada” (gersten) foi substituído por “malte de cevada” (gerstenmalz). Em 1918, quando da formação da República de Weimar, ela foi batizada de “Reinheitsgebot” ou “exigência de pureza”.

Dizem seus adeptos que ela é a mais antiga lei de controle de alimentos do mundo ainda em vigor. Seria, se ainda estivesse em vigor de fato. Ocorre que, recentemente, por influências da União Européia (que considerava a Reinheitsgebot uma norma protecionista, e a derrubou em 1987) e para se adaptar ao mercado moderno ela acabou sofrendo drásticas modificações, fazendo hoje parte do “German Tax Code”.

Com o passar dos anos a Reinheitsgebot aumentou a sua abrangência, mas desde a decisão da Corte Europeia, ela não atinge a produção de cerveja voltada ao mercado externo. Aliás, muitos de vocês ficariam pasmos de saber que a produção de cervejas com arroz para exportação foi uma grande característica das cervejarias alemães que certamente contribuíram para o “enfraquecimento” da cerveja no século passado. Não abrange também cervejas produzidas fora da Alemanha e por cervejeiros caseiros. A Reinheitsgebot atual, aliás, libera o uso de açúcar. E, tecnicamente, pode piorar a qualidade da cerveja, com as limitações ao tratamento da água, ao uso de nutrientes para as leveduras, à adição de gás carbônico, ao tratamento das leveduras para reutilização, e dos lúpulos para evitar aromas desagradáveis.

Fora isso, não se pode dizer sequer que ela é a lei do tipo mais antiga da Alemanha. Em Augsburg, em 1156, havia uma lei muito mais diretamente ligada à qualidade da bebida, que determinava que o cervejeiro que fizesse cerveja ruim teria que doá-la aos pobres, ou simplesmente jogá-la fora. Outras legislações cervejeiras apareceram em Nuremberg em 1293, em Munique em 1363 até que em 1447 surgiu a limitação dos ingredientes, ignorada pelos cervejeiros por 40 anos, até que o duque Albrecht IV (pai de Guilherme IV) repetiu a ordem, que aparece em outra lei em 1493. Todas essas normas vieram antes da Reinheitsgebot, que, pelo visto, não trouxe grandes novidades.

É importante notar que a lei de 1516 não era sequer uma lei “alemã”, era uma lei “bávara”. Existe uma tendência, hoje em dia, de classificar os estilos cervejeiros por “escolas” seguindo as fronteiras atuais, que inexistiam séculos atrás. A região norte do que hoje é a Alemanha não estava sujeita a lei da Baviera, e assim permaneceram por quase quatro séculos, até a unificação, produzindo estilos que não se enquadravam nas restrições, como as gose de Leipzig (que têm adição de sal e coentro) e as berliner weisse (que usam trigo).

Falando em trigo… um dos motivos que destrói o argumento de que a Reinheitsgebot seria uma regra para manter a “qualidade da cerveja” é a exclusão do trigo como ingrediente. Esse é um dos indicativos mais claros do contexto político e econômico que gerou a lei. O trigo está na gênese da história cervejeira alemã, tanto que os vestígios mais antigos de fabricação da bebida naquela região, encontrados no sítio arqueológico próximo ao vilarejo de Kasendorf, em Kulmbach, datados de cerca de 800 a.C. são de uma cerveja de trigo escura.

Na época da promulgação da lei, o monopólio da produção das cervejas de trigo era privilégio da casa nobre de Degenberg. Ao proibir o trigo, o duque Guilherme IV, que pertencia à casa de Wittelsbach, deu um golpe fatal na saúde financeira dos rivais, como conta Horst Dornbusch, uma das principais autoridades na história da cerveja alemã. Somente em 1602, quando Sigismund Degenberg morreu sem deixar herdeiros, as propriedades da família foram passadas ao clã reinante e – surpresa! – as weissbiers voltaram a ser legalizadas, pelo duque Maximilian I, bisneto de Guilherme IV.

Nunca é demais ressaltar que, além de não ostentar desde o início o nome pelo qual se tornou um fenômeno de marketing das cervejarias, a maior parte do texto da Reinheitsgebot trata puramente de controle de preços. Além de motivações locais, essa preocupação com o tabelamento pode estar relacionada ao prelúdio da chamada “Revolução dos Preços” que afetou a Europa Ocidental entre o fim do século 15 e o começo do século 17, como demonstra o economista Douglas Fisher no ensaio “The Price Revolution: A Monetary Interpretation”, publicado em 1989 no World Journal of Economic History.

Outras razões de ordem econômica, mais específicas, já foram apresentadas por diversos autores. A necessidade de resguardar o trigo e o centeio para a fabricação de pães é frequentemente destacada, ainda que não haja fontes documentais contemporâneas muito precisas quanto a este ponto. Mais bem documentado é o poder que a Igreja Católica havia obtido por meio do “grutrecht”, o direito de distribuir e conceder permissão para uso do “gruit”, a (suposta) mistura de ervas que antecedia o lúpulo como elemento de tempero e conservação da cerveja. Instituir o lúpulo foi uma forma de retomar o controle sobre as novas cervejarias que começaram a proliferar.

Havia mais um fator econômico a respeito do lúpulo. Sem contar um outro fator fundamental: as cervejas bávaras perdiam de lavada a disputa no comércio marítimo para as cidades integrantes da Liga Hanseática, que haviam adotado o lúpulo há cerca de um século e meio, e tinham suas cervejas exportadas com sucesso para Amsterdam e outros portos europeus. Ao adotá-lo como ingrediente básico, longe de estar na vanguarda de qualquer coisa, a Baviera estava no máximo tentando alcançar os concorrentes. E isso quando as cervejas lupuladas de Einbeck – chamadas jocosamente de bock – já começavam a invadir a região.

Enfim, a crítica básica à Reinheitsgebot é bem simples, na realidade. Deriva do “misticismo” em torno dela, que gera uma admiração pueril. O que mais se vê são cervejarias afirmando com orgulho que “seguem a lei de pureza alemã de 1516″… A maioria, provavelmente em sua ignorância, a desrespeita nas entrelinhas dos rótulos.

Para comparação, seguem os textos, traduzidos para o inglês:

A lei de 1516:

We hereby proclaim and decree, by Authority of our Province, that henceforth in the Duchy of Bavaria, in the country as well as in the cities and marketplaces, the following rules apply to the sale of beer:

From Michaelmas to Georgi, the price for one Mass [Bavarian Liter 1,069] or one Kopf [bowl-shaped container for fluids, not quite one Mass], is not to exceed one Pfennig Munich value, and From Georgi to Michaelmas, the Mass shall not be sold for more than two Pfennig of the same value, the Kopf not more than three Heller [Heller usually one-half Pfennig].

If this not be adhered to, the punishment stated below shall be administered. Should any person brew, or otherwise have, other beer than March beer, it is not to be sold any higher than one Pfennig per Mass. Furthermore, we wish to emphasize that in future in all cities, markets and in the country, the only ingredients used for the brewing of beer must be Barley, Hops and Water. Whosoever knowingly disregards or transgresses upon this ordinance, shall be punished by the Court authorities’ confiscating such barrels of beer, without fail. Should, however, an innkeeper in the country, city or markets buy two or three pails of beer (containing 60 Mass) and sell it again to the common peasantry, he alone shall be permitted to charge one Heller more for the Mass of the Kopf, than mentioned above. Furthermore, should there arise a scarcity and subsequent price increase of the barley (also considering that the times of harvest differ, due to location), WE, the Bavarian Duchy, shall have the right to order curtailments for the good of all concerned.

Signed: Duke Wilhelm IV of Bavaria on April 23, 1516 in Ingolstadt.

A lei atual, do código tributário de 1993:

Only barley malt, hops, yeast and water may be used for the brewing of bottom-fermented beer, with the exceptions contained in the regulations in paragraphs 4 to 6.
The brewing of top-fermenting beer underlies the same regulations, however other malts may be used and the use of technically pure cane, beet or invert sugars as well as dextrose and colouring agents derived from these sugars is allowed.
Malt shall be taken to mean: any grain that has been caused to germinate.
The use of colouring beers, if brewed from malt, hops, yeast and water, in the preparation of beer is allowed but is subject to special supervisory measures.
Hop powder, hops in other milled forms and hop extracts may be used in brewing, so long as these products comply with the following requirements:
Hop powder and other milled hop forms, as well as hop extracts must be produced exclusively from hops.
Hop extracts must:
contribute the same flavouring and bittering substances to the wort as would have been contributed had hops been simmered with the wort.
fulfil the requirements of the German Pure Food Laws.
only be added to the wort before or during the simmering phase.
Only materials which act mechanically or by absorption and are thereafter removable, leaving no, or only such residue in the beer which is of no health, taste or odour concern may be used to clarify beer.
Upon request, in individual cases, such as the preparation special beers and beers intended for export or scientific experiments, exceptions to the requirements of paragraphs 1 and 2 can be made.
The requirements of paragraphs 1 and 2 are not applicable to brewing for personal consumption (home brewing).
After establishing the original extract content in the fermenting room, water may not be added to beer without permission of the customs office. The customs office can permit the brewer to add water to beer after the original extract content has been established in the fermenting room, provided the appropriate precautionary measures have been observed. Beer wholesalers or publicans are, under no circumstances, allowed to add water to beer.
Brewers, beer wholesalers or publicans are not allowed to mix beers of different original extract contents nor to add sugar to beer after the beer tax has been calculated. The Finance Minister can allow exceptions by decree.
For the production of top-fermenting simple or very low original extract content beer, according to the Additive Authorisation Regulation (…)

2015 Quality of Living Rankings

Posted on

A consultoria em gestão Mercer divulgou o ranking referente a 2015 listando as cidades com a melhor qualidade de vida do mundo. Como sempre, o ranking leva em consideração as cidades com a melhor infraestrutura, serviços de fornecimento de energia elétrica, disponibilidade de água, telefonia e serviço postal, transporte público, congestionamento do trânsito e a diversidade de vôos internacionais oferecida pelos aeroportos locais entre outras coisas.

Top City amarelo

1 Vienna Austria
2 Zurich Switzerland
3 Auckland New Zealand
4 Munich Germany
5 Vancouver Canada
6 Dusseldorf Germany
7 Frankfurt Germany
8 Geneva Switzerland
9 Copenhagen Denmark
10 Sydney Australia
11 Amsterdam Netherlands
12 Wellington New Zealand
13 Bern Switzerland
14 Berlin Germany
15 Toronto Canada
16 Hamburg Germany
16 Melbourne Australia
16 Ottawa Canada
19 Luxembourg Luxembourg
19 Stockholm Sweden
21 Stuttgart Germany
22 Brussels Belgium
22 Perth Australia
24 Montreal Canada
25 Nurnberg Germany
26 Singapore Singapore
27 Adelaide Australia
27 Paris France
27 San Francisco United States
30 Canberra Australia
31 Helsinki Finland
31 Oslo Norway
33 Calgary Canada
34 Boston United States
34 Dublin Ireland
36 Honolulu United States
37 Brisbane Australia
38 Barcelona Spain
39 Lyon France
40 London United Kingdom
41 Lisbon Portugal
41 Milan Italy
43 Chicago United States
44 New York City United States
44 Seattle United States
44 Tokyo Japan
47 Kobe Japan
48 Los Angeles United States
48 Yokohama Japan
50 Washington United States
51 Madrid Spain
52 Birmingham United Kingdom
52 Rome Italy
54 Pittsburgh United States
55 Glasgow United Kingdom
55 Philadelphia United States
57 Aberdeen United Kingdom
58 Osaka Japan
59 Leipzig Germany
60 Minneapolis United States
61 Nagoya Japan
62 Dallas United States
63 Belfast United Kingdom
64 Houston United States
65 Miami United States
66 Atlanta United States
67 St. Louis United States
68 Prague Czech Republic
69 Pointe-a-Pitre Guadeloupe
70 Detroit United States
70 Hong Kong Hong Kong
72 San Juan Puerto Rico
72 Seoul South Korea
74 Dubai United Arab Emirates
75 Budapest Hungary
75 Ljubljana Slovenia
77 Abu Dhabi United Arab Emirates
78 Montevideo Uruguay
79 Vilnius Lithuania
79 Warsaw Poland
81 Bratislava Slovakia
82 Port Louis Mauritius
83 Taipei Taiwan
84 Kuala Lumpur Malaysia
85 Athens Greece
85 Durban South Africa
87 Limassol Cyprus
88 Tallinn Estonia
89 Riga Latvia
90 Busan South Korea
91 Buenos Aires Argentina
91 Cape Town South Africa
93 Santiago Chile
94 Johannesburg South Africa
95 Panama City Panama
96 Victoria Seychelles
97 Zagreb Croatia
98 Cheonan South Korea
99 Taichung Taiwan
100 Wroclaw Poland
101 Shanghai China
102 Bandar Seri Begawan Brunei
103 Johor Bahru Malaysia
104 Muscat Oman
105 Tel Aviv Israel
106 San Jose Costa Rica
107 Brasilia Brazil
108 Doha Qatar
109 Monterrey Mexico
110 Bucharest Romania
111 Noumea New Caledonia
112 Nassau Bahamas
113 Tunis Tunisia
114 Asuncion Paraguay
115 Sofia Bulgaria
116 Rabat Morocco
117 Bangkok Thailand
118 Beijing China
119 Rio de Janeiro Brazil
120 Sao Paulo Brazil
121 Guangzhou China
122 Amman Jordan
122 Istanbul Turkey
124 Lima Peru
125 Kuwait City Kuwait
126 Mexico City Mexico
127 Manaus Brazil
128 Casablanca Morocco
129 Quito Ecuador
130 Manama Bahrain
131 Bogota Colombia
132 Colombo Sri Lanka
133 Chengdu China
133 Windhoek Namibia
135 Santo Domingo Dominican Republic
136 Manila Philippines
137 Nanjing China
138 Hyderabad India
139 Shenzhen China
140 Jakarta Indonesia
141 Belgrade Serbia
142 Xi’an China
142 Chongqing China
144 Gaborone Botswana
145 Pune India
146 Bangalore India
147 Port of Spain Trinidad and Tobago
147 Qingdao China
149 Lusaka Zambia
150 Guatemala City Guatemala
151 Chennai India
152 Mumbai India
153 Ho Chi Minh City Vietnam
154 Hanoi Vietnam
154 New Delhi India
156 Kingston Jamaica
156 La Paz Bolivia
156 Shenyang China
159 Skopje Macedonia
160 Kolkata India
161 Sarajevo Bosnia-Herzegovina
162 Dakar Senegal
163 Riyadh Saudi Arabia
164 Libreville Gabon
165 Accra Ghana
166 Jeddah Saudi Arabia
167 Moscow Russia
168 Jilin China
169 Kampala Uganda
170 Cairo Egypt
171 Vientiane Laos
172 San Salvador El Salvador
173 Managua Nicaragua
174 Saint Petersburg Russia
175 Almaty Kazakhstan
176 Kiev Ukraine
177 Blantyre Malawi
178 Maputo Mozambique
179 Caracas Venezuela
180 Tirana Albania
181 Beirut Lebanon
182 Cotonou Benin
183 Yerevan Armenia
184 Banjul Gambia
184 Tegucigalpa Honduras
186 Nairobi Kenya
187 Algiers Algeria
188 Djibouti Djibouti
189 Kigali Rwanda
189 Minsk Belarus
191 Islamabad Pakistan
192 Yaounde Cameroon
193 Havana Cuba
194 Tbilisi Georgia
195 Phnom Penh Cambodia
196 Douala Cameroon
197 Baku Azerbaijan
198 Dar es Salaam Tanzania
199 Lahore Pakistan
200 Luanda Angola
201 Yangon Myanmar
202 Karachi Pakistan
203 Tehran Iran
204 Lome Togo
205 Addis Ababa Ethiopia
206 Harare Zimbabwe
206 Tashkent Uzbekistan
208 Bishkek Kyrgyzstan
209 Abidjan Côte d’Ivoire
210 Ashkhabad Turkmenistan
211 Dhaka Bangladesh
211 Lagos Nigeria
213 Abuja Nigeria
214 Dushanbe Tajikistan
215 Ouagadougou Burkina Faso
216 Tripoli Libya
217 Antananarivo Madagascar
217 Niamey Niger
219 Bamako Mali
220 Damascus Syria
221 Nouakchott Mauritania
222 Conakry Guinea
223 Kinshasa Congo, Democratic Republic of
224 Brazzaville Congo, Republic of
225 Sana’a Yemen
226 N’Djamena Chad
227 Khartoum Sudan
228 Port au Prince Haiti
229 Bangui Central African Republic
230 Baghdad Iraq

 

Essas são as cidades alemãs mais bem colocadas:

Posição 1: Munique
Posição 2: Düsseldorf
Posição 3: Frankfurt
Posição 4: Berlim
Posição 5: Hamburg
Posição 6: Stuttgart
Posição 7: Nürnberg
Posição 8: Leipzig

(fonte: www.imercer.com)