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Monthly Archives: Dezembro 2015

2015 Quality of Living Rankings

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A consultoria em gestão Mercer divulgou o ranking referente a 2015 listando as cidades com a melhor qualidade de vida do mundo. Como sempre, o ranking leva em consideração as cidades com a melhor infraestrutura, serviços de fornecimento de energia elétrica, disponibilidade de água, telefonia e serviço postal, transporte público, congestionamento do trânsito e a diversidade de vôos internacionais oferecida pelos aeroportos locais entre outras coisas.

Top City amarelo

1 Vienna Austria
2 Zurich Switzerland
3 Auckland New Zealand
4 Munich Germany
5 Vancouver Canada
6 Dusseldorf Germany
7 Frankfurt Germany
8 Geneva Switzerland
9 Copenhagen Denmark
10 Sydney Australia
11 Amsterdam Netherlands
12 Wellington New Zealand
13 Bern Switzerland
14 Berlin Germany
15 Toronto Canada
16 Hamburg Germany
16 Melbourne Australia
16 Ottawa Canada
19 Luxembourg Luxembourg
19 Stockholm Sweden
21 Stuttgart Germany
22 Brussels Belgium
22 Perth Australia
24 Montreal Canada
25 Nurnberg Germany
26 Singapore Singapore
27 Adelaide Australia
27 Paris France
27 San Francisco United States
30 Canberra Australia
31 Helsinki Finland
31 Oslo Norway
33 Calgary Canada
34 Boston United States
34 Dublin Ireland
36 Honolulu United States
37 Brisbane Australia
38 Barcelona Spain
39 Lyon France
40 London United Kingdom
41 Lisbon Portugal
41 Milan Italy
43 Chicago United States
44 New York City United States
44 Seattle United States
44 Tokyo Japan
47 Kobe Japan
48 Los Angeles United States
48 Yokohama Japan
50 Washington United States
51 Madrid Spain
52 Birmingham United Kingdom
52 Rome Italy
54 Pittsburgh United States
55 Glasgow United Kingdom
55 Philadelphia United States
57 Aberdeen United Kingdom
58 Osaka Japan
59 Leipzig Germany
60 Minneapolis United States
61 Nagoya Japan
62 Dallas United States
63 Belfast United Kingdom
64 Houston United States
65 Miami United States
66 Atlanta United States
67 St. Louis United States
68 Prague Czech Republic
69 Pointe-a-Pitre Guadeloupe
70 Detroit United States
70 Hong Kong Hong Kong
72 San Juan Puerto Rico
72 Seoul South Korea
74 Dubai United Arab Emirates
75 Budapest Hungary
75 Ljubljana Slovenia
77 Abu Dhabi United Arab Emirates
78 Montevideo Uruguay
79 Vilnius Lithuania
79 Warsaw Poland
81 Bratislava Slovakia
82 Port Louis Mauritius
83 Taipei Taiwan
84 Kuala Lumpur Malaysia
85 Athens Greece
85 Durban South Africa
87 Limassol Cyprus
88 Tallinn Estonia
89 Riga Latvia
90 Busan South Korea
91 Buenos Aires Argentina
91 Cape Town South Africa
93 Santiago Chile
94 Johannesburg South Africa
95 Panama City Panama
96 Victoria Seychelles
97 Zagreb Croatia
98 Cheonan South Korea
99 Taichung Taiwan
100 Wroclaw Poland
101 Shanghai China
102 Bandar Seri Begawan Brunei
103 Johor Bahru Malaysia
104 Muscat Oman
105 Tel Aviv Israel
106 San Jose Costa Rica
107 Brasilia Brazil
108 Doha Qatar
109 Monterrey Mexico
110 Bucharest Romania
111 Noumea New Caledonia
112 Nassau Bahamas
113 Tunis Tunisia
114 Asuncion Paraguay
115 Sofia Bulgaria
116 Rabat Morocco
117 Bangkok Thailand
118 Beijing China
119 Rio de Janeiro Brazil
120 Sao Paulo Brazil
121 Guangzhou China
122 Amman Jordan
122 Istanbul Turkey
124 Lima Peru
125 Kuwait City Kuwait
126 Mexico City Mexico
127 Manaus Brazil
128 Casablanca Morocco
129 Quito Ecuador
130 Manama Bahrain
131 Bogota Colombia
132 Colombo Sri Lanka
133 Chengdu China
133 Windhoek Namibia
135 Santo Domingo Dominican Republic
136 Manila Philippines
137 Nanjing China
138 Hyderabad India
139 Shenzhen China
140 Jakarta Indonesia
141 Belgrade Serbia
142 Xi’an China
142 Chongqing China
144 Gaborone Botswana
145 Pune India
146 Bangalore India
147 Port of Spain Trinidad and Tobago
147 Qingdao China
149 Lusaka Zambia
150 Guatemala City Guatemala
151 Chennai India
152 Mumbai India
153 Ho Chi Minh City Vietnam
154 Hanoi Vietnam
154 New Delhi India
156 Kingston Jamaica
156 La Paz Bolivia
156 Shenyang China
159 Skopje Macedonia
160 Kolkata India
161 Sarajevo Bosnia-Herzegovina
162 Dakar Senegal
163 Riyadh Saudi Arabia
164 Libreville Gabon
165 Accra Ghana
166 Jeddah Saudi Arabia
167 Moscow Russia
168 Jilin China
169 Kampala Uganda
170 Cairo Egypt
171 Vientiane Laos
172 San Salvador El Salvador
173 Managua Nicaragua
174 Saint Petersburg Russia
175 Almaty Kazakhstan
176 Kiev Ukraine
177 Blantyre Malawi
178 Maputo Mozambique
179 Caracas Venezuela
180 Tirana Albania
181 Beirut Lebanon
182 Cotonou Benin
183 Yerevan Armenia
184 Banjul Gambia
184 Tegucigalpa Honduras
186 Nairobi Kenya
187 Algiers Algeria
188 Djibouti Djibouti
189 Kigali Rwanda
189 Minsk Belarus
191 Islamabad Pakistan
192 Yaounde Cameroon
193 Havana Cuba
194 Tbilisi Georgia
195 Phnom Penh Cambodia
196 Douala Cameroon
197 Baku Azerbaijan
198 Dar es Salaam Tanzania
199 Lahore Pakistan
200 Luanda Angola
201 Yangon Myanmar
202 Karachi Pakistan
203 Tehran Iran
204 Lome Togo
205 Addis Ababa Ethiopia
206 Harare Zimbabwe
206 Tashkent Uzbekistan
208 Bishkek Kyrgyzstan
209 Abidjan Côte d’Ivoire
210 Ashkhabad Turkmenistan
211 Dhaka Bangladesh
211 Lagos Nigeria
213 Abuja Nigeria
214 Dushanbe Tajikistan
215 Ouagadougou Burkina Faso
216 Tripoli Libya
217 Antananarivo Madagascar
217 Niamey Niger
219 Bamako Mali
220 Damascus Syria
221 Nouakchott Mauritania
222 Conakry Guinea
223 Kinshasa Congo, Democratic Republic of
224 Brazzaville Congo, Republic of
225 Sana’a Yemen
226 N’Djamena Chad
227 Khartoum Sudan
228 Port au Prince Haiti
229 Bangui Central African Republic
230 Baghdad Iraq

 

Essas são as cidades alemãs mais bem colocadas:

Posição 1: Munique
Posição 2: Düsseldorf
Posição 3: Frankfurt
Posição 4: Berlim
Posição 5: Hamburg
Posição 6: Stuttgart
Posição 7: Nürnberg
Posição 8: Leipzig

(fonte: www.imercer.com)

Experiencia do leitor

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Como já havia citado, todos podem contribuir com dicas e compartilhar suas experiencias de viagem. Seguindo essa idéia, estou transcrevendo na integra o comentário de um dos nossos leitores, o Eduardo Magalhaes.

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“Olá Leo, boa noite.
Não pensei que fosse responder tão rápido…rsrs. Muito obrigado.
Legal que possa colocar o que escrevi como post. Eventualmente pode servir de estímulo a outros que tenham o mesmo interesse a irem ver o que estive visitando.

Para baratear e para ficar mais independente em termos de horários e para visitar às vezes locais onde excursões normais não vão nos períodos que desejo, procuro sempre fazer as visitas por conta própria. Só que, algumas dessas visitas a locais onde ocorreram episódios da II Guerra não são muito fáceis de se fazerem sozinho, ou porque o transporte não é simples, ou porque não se tem muita informação. Relato aqui três episódios.
O primeiro, em 1988, quando fui a Berchtesgaden, em maio ou junho daquele ano. Naquela época não tinha internet e não tinha as formas de comunicação que temos hoje. Havia muito menos informação à disposição e até menos preparo para se receber o turista nos locais. Então, fui a Berchtesgaden basicamente para visitar o que era conhecido como o Ninho das Águias, que é o Kehlsteinhaus. Cheguei à estação de trem, vindo de Munique, se não me engano, e dali mesmo, ou de bem perto, já partia o ônibus que sobe aquela estradinha estreita, que fica fechada no inverno, e que vai até um determinado ponto de onde se toma aquele elevador dourado até o Kehlsteinhaus. Fiz a visita ao Ninho da Águia, andei um pouco ali por aqueles caminhos nas montanhas que há lá em cima e depois encerrei, tomando o elevador de volta para o local do estacionamento onde ficam os ônibus. Por sorte, ali na descida do Kehlsteinhaus, conheci um cara, um alemão, que queria visitar também as ruínas do Berghof, que eu nem sabia que eram possíveis de serem visitadas. Fiquei logicamente animado e o acompanhei. Para tanto, tínhamos que saltar numa espécie de estação intermediária naquela estradinha estreita. Saltamos e então fomos a pé até o Gasthof Zum Türken e mais adiante entramos num pedaço do mato ali exatamente onde era o Berghof e depois seguimos mais adiante por uma estradinha local, dando como que uma volta, visitando o Platerhoff, Kaserna dos SS, local onde era a casa de Göring, o que sobrou, e uma ou outra coisa a mais. Naquela época, tínhamos câmeras fotográficas, mas não era essa febre que é hoje em dia com fotografia de tudo o que é jeito, celular e etc… Tenho algumas fotos do Kehlsteinhaus e até ali das ruinas do Berghof, também do Platterhof, mas não com o detalhamento que eu hoje gostaria de ter. Acabei não visitando os bunkers, que na época acho que nem eram abertos a visitas e não fiz o caminho a pé até a Teehaus, que hoje me parece possível ainda de se fazer, com alguns pontos podendo ser reconhecidos, se compararmos com os filmes de época. Esse tipo de visita uma excursão não vai fazer. Nenhuma excursão, naquela época, ia às ruínas do Berghof. E, se não tivesse encontrado aquele alemão ali durante a visita ao Kehlsteinhaus, não teria visto as ruínas do Berghof.
No ano passado, quando estive na Europa, no caminho de trem de Münster para Berlin, resolvi visitar o castelo de Wewelsburg, numa localidade meio isolada relativamente perto da cidade de Padderborn. Saltei do trem em Padderborn e tomei um ônibus para Wewelsburg. Levou uns 40 ou 50 minutos até um ponto de ônibus que fica numa vila há uns 15 ou 20 minutos a pé do castelo. A visita foi ótima. O castelo foi uma espécie de escola ou retiro espiritual da SS. Há algo de místico naquele castelo. Hoje parte dele é um albergue da juventude e a outra parte é um museu. Visita excelente. Depois, na volta, novamente os 20 minutos a pé até o ponto de ônibus e lá uma espera sozinho de 1 hora ou um pouco mais pelo ônibus que me levaria de volta a Padderborn, para ainda no mesmo dia seguir caminho de trem para Berlin. Essa visita não foi propriamente difícil, mas também não foi muito tranquila de se fazer, por causa da logística do transporte. No ponto de ônibus lá na cidadezinha não tem ninguém, nem para perguntar se é ali mesmo que devemos aguardar o ônibus que vai na direção de Padderborn, você fica preocupado com a questão do horário, até porque o ônibus só passa lá um certo número de vezes por dia, razão pela qual a visita ao castelo tinha, no meu caso específico, de se encaixar nos horários mais restritos do transporte, horários esses que estavam, portanto, um pouco apertados por causa da sequencia da minha viagem para Berlin ainda no mesmo dia. Visita boa, mas que há de se ter um certo desprendimento para se fazer sozinho, sem uma excursão. Local um pouco isolado.

Por fim, na Rússia, há dois meses, já foi um pouco diferente. A infraestrutura de transporte é muito inferior à da Alemanha. Em Stalingrado, contando também o pouco tempo que eu ficaria na cidade, apenas dois dias, considerando ainda as distâncias entre os pontos interessantes a serem visitados, preferi contratar uma guia local particular. Queria ver a cidade em si, algumas ruínas e monumentos e memoriais nos locais de batalha dentro da cidade, mas desejava também visitar algumas cidadeszinhas onde houve batalhas nas chamadas “estepes” russas, quando os alemães se aproximavam para tentar tomar Stalingrado. Foi muito legal, visitei vários locais interessantes, embora nem todos necessariamente bonitos do ponto de vista estético, mas foi muito bom. Em Stalingrado e arredores, sem a guia local, não teria sido possível fazer as visitas que fiz em apenas dois dias. Com a guia e com o transporte que ela proporcionou, pude visitar muitos locais de batalhas na cidade de Stalingrado em si, bem como visitar outras localidades, como Zapadnovka, Peschanka, Kalach on Don, Pyatmorsk e Golubinskaya. Não foi muito barato, mas não tinha outro jeito, uma vez que queria ir aos locais das batalhas, tanto na cidade de Stalingrado, quanto em localidades próximas, inclusive onde houve o cerco russo aos exércitos de von Paulus, onde os exércitos russos, num movimento de pinça, isolaram von Paulus. O cerco deu-se em Pyatmorsk, perto de Kalach on Don. Há um monumento no local. Visita ótima a Stalingrado e arredores, mas impossível de se ver isso tudo se tentar-se usar o transporte normal da cidade. Logística, inclusive também por conta da língua, bastante complicada para se fazer esse passeio sozinho.
Você me deu sugestões ótimas: o Memorial da Segunda Guerra em Caen, a base de submarinos de Lorient, o rio Waal em Nimegue, parte da , que gerou o filme Uma Ponte Longe Demais, que é a ponte de Arnhem, que os aliados não alcançaram e foram massacrados, e Bastogne, parte da batalha na floresta das Ardenas, numa das últimas contra ofensivas dos alemães na guerra, pois desde o desembarque do dia D que mais se defendiam do que atacavam. A verdade é que não há tempo de se fazer tudo. Há também ruínas da Linha Maginot, que gostaria de visitar. Mas, dessa vez, acho que será possível talvez somente o Memorial de Caen. Vamos ver…..

Você mencionou que a Bavária foi pouco bombardeada e com isso há vários locais também não muito conhecidos ou não muito visitados, mas que têm significado no período nazista e que de certa forma estão preservados, ou como memoriais ou como museus ou como ruínas mesmo. Você poderia indicar alguns desses lugares ? Na Bavária, relacionados à II Guerra, visitei Munique e vou voltar, Berchtesgaden, que também voltarei, e Nürnberg, que também voltarei, além do campo de Flossenbürg, que não voltarei. Mas, acredito que haja outros locais bastante interessantes para serem visitados e que eventualmente não sejam muito divulgados.
Fico antecipadamente grato e desculpo-me pela longa mensagem.
Abraços
Eduardo”

Eduardo, mais uma vez, obrigado.
Prometo escrever outra materia sobre o tema II Guerra e os locais poucos explorados. Nao se preocupe.
Seja bem-vindo sempre com novos textos e ideias para o blog.
Abracos.

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Rota Alpina Alemã – uma viagem fabulosa pelos picos dos Alpes

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A Rota Alpina Alemã – um verdadeiro cinema drive-in! Seja bem-vindo ao um passeio panorâmico cheio de curvas, ao longo de 450 km no cenário deslumbrante das montanhas do sul da Baviera, de Lindau, no Lago de Constança, até Berchtesgaden, no lago Königssee. Esse roteiro reúne uma espécie de “seleção nacional” do turismo alemão, seja de carro, pedalando, ou caminhando.

O melhor das montanhas da Baviera são os lugares onde elas mostram o que há de mais típico nessa região, onde há músicos alegres tocando, gente sentada à mesa, cada um com sua caneca de cerveja, e onde os costumes ainda são preservados – e esses lugares são perfeitos também para dirigir. Se tudo isso ainda vier acompanhando de vistas formidáveis, com a sensação de que você só precisa dar um pulo para chegar do outro lado da cordilheira, então pode ter certeza de que você se encontra na Rota Alpina Alemã, em pleno salão de festas dos Alpes.

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Como numa propaganda de chocolate

Sua companhia durante viagem serão mais de 20 lagos cristalinos nas montanhas, castelos altivos, palácios saídos dos contos de fadas, mais de 60 estâncias terapêuticas, desfiladeiros, vales, centenas de picos de montanha e campos ensolarados, onde as leiterias produzem queijos deliciosos. A rota é também um convite para desfrutar de uma culinária de altíssima qualidade e da atmosfera nos chalés, nas cervejarias que servem ao ar livre ou nos cafés aconchegantes à beira dos lagos. Mas o esporte também não fica atrás, com atividades como rafting, todo tipo de esporte aquático, parapente, ciclismo, excursionismo e escaladas ou, naturalmente, os esportes de inverno nas diversas pistas de esqui.

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Impossível pedir mais

Ao longo da rota, as hospedagens vão desde férias na fazenda até hotéis de luxo. Cercada de uma enorme riqueza natural e cultural, a rota explora atrações mundialmente famosas, como o pico de Zugspitze, os castelos reais perto de Füssen, os mosteiros Ettal e Benediktbeuern, o lago Chiemsee, o patrimônio mundial na igreja Wieskirche, Watzmann, St. Bartholomä no lago Königssee, o Parque Nacional dos Alpes em Berchtesgaden e muito mais.

Alpen_Bayern_Aussicht_Tegernsee_BaumgartenschneidQuem já esteve aqui sabe disso!

É recomendável parar de vez em quando, ou melhor, frequentemente para apreciar esse panorama espetacular oferecido pelos Alpes. Afinal, há poucos lugares onde é possível chegar de carro a uma paisagem digna de um cartão postal, como aqui. Na verdade, uma viagem de curta duração é pouco para a Rota Alpina Alemã!

ROTA ALPINA ALEMÃ

EXTENSÃO: 450 km

DESTAQUES:
Berchtesgaden: Watzmann, Parque Nacional,
Chiemsee: lago Herrenchiemsee, ilha Fraueninsel, mosteiro
Ettal: mosteiro
Füssen: castelo Neuschwanstein
Lindau: Lago de Constança,
Königssee: St. Bartholomä, capela Eiskapelle
Oberammergau: festival Passionsspiele
Garmisch-Partenkirchen: Zugspitze
Pfaffenwinkel: igreja Wieskirche

www.deutsche-alpenstrasse.de