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Monthly Archives: Outubro 2012

Berchtesgaden

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Em outras dicas de viagem pela Bavária, citei Berchtesgaden, porém sempre como um ponto intermédiario ou de transição para outra atração turística. Afinal de contas, Berchtesgaden se encontra no centro de tudo de legal que acontece na Bavária, além de ter uma estrutura hoteleira fantástica.
Para que você tenha uma idéia, o Parque Nacional Berchtesgaden está como “uma das mais belas paisagens da Terra”, palavra de quem entende.

Acho que já estivesse mais vezes em Berchtesgaden, do que na casa da minha mãe para o almoço de Domingo, tamanha a proximidade do centro de Munique e das diversas opções de lazer que já citei anteriormente. De carro ou de trem é muito fácil chegar lá.
Começamos de carro, pois é só digitar “Berchtesgaden” no GPS e seguir pela Autobahn (óbvio). Porém a primeira dica surge aqui, o GPS  normalmente indica o caminho mais rápido, com isso você irá transitar  uns 15 minutos na Autobahn austríaca e consequentemente terá que comprar o “Adesivo-Pedágio” austríaco (Vignete custa uns 10 euros). Para evitar esse gasto e acredite, o tempo será o mesmo, siga as placas para “Bad Reinchhall”. Caso você perca essa entrada, pare no Posto de pedágio seguinte e compre o “Selo-Pedágio” (Vignete), pois a fiscalização acontece, mesmo que por 15 minutos em solo austriaco.
Ilustrei o mapa abaixo e você vai ver como é simples e fácil.
De trem: na Estação Central de Munique (Hauptbahnhof), os trens partem de hora em hora, com o Bayern-Ticket custando 22 Euros (Individual) e por mais 4 Euros por acompanhante. Lembrando que o limite é de 5 pessoas por ticket. Ou seja, um casal pagará 26 euros no total em um ticket válido das 6 da manhã até às 6 da manhã do dia seguinte.
Dica: se você pagar 2 euros a mais (totalizando 28, euros para o casal) você poderá usar o trem e os onibus locais. É só comprar o Bayern-Ticket Familia (mesmo a viagem sendo feita por amigos).
 O trem de Munique vai até Freilassing e de lá já parte outro para Berchtesgaden. É praticamente descer de um e entrar no outro, tudo com letreiro indicativo, tempo de espera de no máximo 5 minutos e já tudo incluso no Bayern-Ticket.
                         Trem de Munique para Freilassing
Trem de Freilassing para Berchtesgaden
Chegando em Berchtesgaden você poderá ir para a Montanha Kehlstein e visitar Eagle Nest “Ninho da Aguia” (já escrevi sobre isso aqui), ir para Königsee(também já escrevi sobre isso), além de um city-tour em Berchtesgaden.

Berchtesgaden é cercada de montanhas, além do ar limpo vindo das montanhas, o sal e os lagos da região também possuem um papel importante nos tratamentos de saúde naturais oferecido pelas clínicas da região. Salzheilstollen, é um spa debaixo da terra, em uma mina de sal. As terapias oferecidas incluem tratamentos para bronquite asmática, febre do feno, sinusite, trato respiratório super-sensível, problemas de pele, insônia, zunido, depressão, esgotamento físico e stress.

Salzheilstollen é um programa para toda a familia, pois é conhecido como um “Centro de Aventura” dentro da maior e mais moderna Mina de Sal do Mundo. Um trenzinho leva os visitantes para as profundezas da montanha onde a mina é apresentado de uma forma mística por meio de luz, cor e som – uma “catedral de sal” impressionante aparece diante dos olhos dos visitantes. Todas as dúvidas sobre o Sal são respondidas de forma bem lúdica no “Laboratório de Sal. O espelho lago, a 150 metros abaixo da superfície, recebe os visitantes em um ambiente sereno. Em uma composição fascinante de luz e som, a balsa atravessa a água e leva os visitantes para a margem oposta, sob um céu artificial de cristais de sal.

Maiores informações sobre valores e horários de funcionamento no site:http://www.salzheilstollen.com/
Para os interessados em “Schnapps“, não deixe de visitar a Destilaria que segue a mais tradicional e conhecida receita. A destilaria produz não só a Schnapps, mas também para mais de 20 outros licores alpinos. Por ano, cerca de 100 mil visitantes de todo o mundo visitam o mundo interessante desta pequena destilaria de Unterau. A visita inclui um passeio pela destilaria, um filme interessante, degustação e uma loja bem abastecida com muito mais do que apenas garrafas.

Maiores informações sobre valores e horários de funcionamento no site:www.grassl.com

Berchtesgaden situa-se no meio de um vale e na base da Montanha Watzmann. De acordo com a lenda local, uma perversa família real que vivia na região, foi transformada em rocha por Deus como punição.
Na caminhada pela cidade você encontrará Markplatz (praça central), atravessando um arco do século 16, chega-se à Schlossplatz “Praça do Castelo” com algumas das mais antigas construções locais, a Igreja “Stiftskirche”.

Se você procura paisagens encontradas apenas em “protetores de tela” do seu computador, Berchtesgaden é uma das melhores opções. O Parque Nacional foi declarado Reserva da Biosfera pela Unesco em 1990,  fauna inclui mais de 100 espécies de pássaros, 15 tipos de peixes e animais raros, como o cabrito montanhês, reintroduzido na região nos últimos 30 anos.

Uma rede de trilhas de aproximadamente 230 km o transforma num verdadeiro paraíso para contempladores da natureza, amantes do montanhismo e do esqui e também para artistas.

Uma dica legal para quem quiser pernoitar na região, fugindo um pouco das tradicionais pousadas da região é ir ate “Stahlhaus“. O local é muito procurado pelos praticantes de Trekker. Afinal de contas, essa cabana fica a 30 minutos da estação de teleférico que está no topo do Jenner.  Essa cabana é toda de madeira, possui 24 camas e mais de 70 colchões, extremamente limpa e com ótimos preços. Por questão de higiene, deve-se levar também um lençol e uma capa de cobertor. Localizada na fronteira entre a Alemanha e a Austria, funciona o ano inteiro. Se quiser reservar ou obter maiores informações sobre o local: http://www.carl-von-stahl-haus.com/

De Stahlhaus partem diversas trilhas para escalar as montanhas nos arredores ou fazer caminhadas de vários dias pelo parque, inclusive até o lago Funtensee, o ponto mais frio da Alemanha. A decida no dia seguinte, até o estacionamento de Jennerbahn, dura cerca de 2 horas a pé, ou se preferir, utilize os teleféricos de Jennerbahn. Informações sobre horários e valores no website: http://www.jennerbahn.de/de/home/
Se a sua opção é pernoitar em Pousadas mais tradicionais, com quartos e banheiros privativos, não faltará opções na base da Montanha Jenner, exatamente num raio de 5 minutos à pé da Estação de partida dos Teleféricos, próximo ao grande estacionamento.
São diversas opções de quartos e preços. A média de preços é de 70 euros por casal com café-da-manhã incluso. Lojas de Souveniers e restaurantes estão em uma rua que liga o estacionamento ao lago de Königsee.

Quem prefere fazer caminhadas curtas em vez de uma longa e cansativa, pode, por exemplo, emendar uma visita a Ramsau, a 10 km do centro de Berchtesgaden. A principal atração deste pequeno povoado com menos de 2.000 habitantes é a Igreja de São Sebastião e São Fabiano.
Com a montanha Reiteralpe ao fundo, é um dos mais belos cartões-postais da Baviera. Sua fama mundial se deve ao fato de ser nos selos dos Correios Alemães.

Próximo a Igreja encontramos o lago e a região de Hintersee, ponto de partida para caminhadas a diferentes pontos do parque, uma delas leva à Schärtenalm, a 1362 m de altitude.

A Schärtenalm é um rancho transformado em rústico restaurante panorâmico, que oferece pratos típicos, como o Kaiserschmarrn (panqueca em pedaços), cerveja, refrigerantes, café e tortas deliciosas.

Quem quiser dormir mais uma noite nas alturas, precisa caminhar mais uma hora até a cabana Blaueishütte, na trilha que vai em direção à Blaueis (Geleira Azul), a geleira mais setentrional dos Alpes.

Sölden

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Sölden é onde tudo acontece primeiro quando o assunto é esportes de Inverno. Isso tudo, porque as atividades já começam em Setembro. Em Outubro começam os campeonatos, esse ano (2012) por exemplo, acontece o AUDI FIS Skiweltcup Auftakt de 26 a 28 de outubro e, mais tarde, eventos em quase todos os finais de semana. Ou seja, é “bagunça” até o início de Maio.

Nas duas geleiras acima da vila e na parte posterior do Vale Ötz, a temporada de neve começa em setembro. A estrada panorâmica de maior altitude dos Alpes orientais guia esquiadores e snowboarders, de carro ou de ônibus, de Sölden até as geleiras de Tiefenbach e Rettenbach, uma das maiores regiões de Esqui Glacial da Áustria. As duas geleiras gigantes são interligadas por uma estrada e um túnel, formando o único circuito de esqui glacial dos Alpes. São 148 km de pistas, para todos os níveis, sem estresse nem tempo de espera de transporte devido aos inúmeros Lift’s (teleféricos). As áreas de esqui vão de 1.350 a 3.340 metros de altitude e aproximadamente 80% das pistas são abastecidas por canhões de neve.
Além disso, Sölden é a única região de esqui da Áustria que possui três montanhas com mais de três mil metros de altitude: Gaislachkogl (3.058 m), Tiefenbachkogl (3.250 m) e Schwarze Schneide (3.340 m).  Quem quiser conquistar as “BIG3“ em um dia pode participar do “BIG3 Rallye“. O ponto de partida é a estação de teleférico Giggijoch e a chegada é a estação Gaislachkogl. Entre as duas estações encontram-se quatro horas de descidas, 50 km de pistas, 10 mil metros verticais e três paisagens alpinas de tirar o folêgo, admiradas nas plataformas panorâmicas. Um destaque especial para todos os fãs de Sölden é o novo “Multimedia Nightshow“, nas noites de quarta-feira na estação intermediária de Gaislachkogl, contando inclusive com a participação de DJ’s Internacionais como David Guetta. Além disso, todas as Escolas de Esqui da cidade, em conjunto com o tradicional Skiclub Sölden, fazem uma demonstração impressionante de Esportes de Inverno, apresentando as técnicas de esqui desde seu início até os dias atuais.
Mais informações consulte o site: http://www.soelden.com/main/EN/SD/WI/index.html

Innsbruck

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Innsbruck na Áustria, quase na Alemanha, é a capital do Estado do Tirol.

O Tirol é dividido entre Áustria e Itália, tendo sido uma região do extenso Império Austríaco, com os seus costumes preservados ate hoje em dia. Essa divisão ocorreu em 1919, com o tratado de Saint-Germain-en-Laie, divisão um tanto polêmica porque boa parte dos moradores que ficavam na parte italiana eram de origem alemã. Depois da Segunda Guerra Mundial, a Itália concedeu autonomia ao Tirol do Sul, demarcado na região de Trentino-Alto Adigio, enquanto a zona austríaca, cuja capital é Innsbruck, é conhecida como o estado federal do Tirol.
Os tiroleses afirmam que o Esqui Alpino surgiu em Innsbruck. Independente disso, não podemos negar a imensa relação do Tirol com o esqui. Não foi por acaso que Innsbruck foi escolhida para palco dos Jogos Olímpicos de Inverno em 1964 e em 1976 tornando-a mundialmente famosa.
Em dias de Céu limpo, descer nas pistas de de Nordkette, Seegrube e de Hafelekar, com a cidade ao fundo, se tornam uma experiência certamente memorável.
Se você ainda não é praticante da modalidade, não se preocupe, o teleférico chega até ao topo do Hafelekar (2334 metros), com uma estação intermediária em Seegrube (1905 metros), oferecendo uma vista magnífica do Vale. Já do outro lado do Vale temos as pistas e outras instalações olímpicas, onde se realizaram os Jogos de Inverno. Quem está por dentro do mundo do esqui não necessita de grandes explicações e detalhes, pois sabem que as possibilidades são inúmeras. Os mais aventureiros podem se arriscar por uma pista de Bobsled, com capacidade para seis pessoas no trenó. A experiência é muito divertida.

Mas a diversão não se limita somente às pistas de esqui, o ambiente depois de um dia esquiando supera o de muitas das célebres estações francesas e suíças de esqui. Com seu centro histórico, formado por belos edifícios góticos, renascentistas e barrocos, situado na margem do rio Inn, exatamente no eixo formado pelas ruas Friederich Strasse e Maria Theresien Strasse, a cidade fica cheia de turistas durante todo o ano. Seu principal cartão-postal é o Goldenes Dachl.

A cidade é relativamente pequena, com a sensação de estar em uma aldeia nos Alpes, podendo ser percorrida toda a pé em poucas horas. O comércio oferece diversas opções de compras, desde lojas elegantes à lojas de bugingangas e souvenirs.

Caminhando desde “o telhado de ouro” (Goldenes Dachl) em direção ao rio, encontramos o Castelo de Otto de Andechs-Goldener Adler, onde hoje funciona um restaurante. Não muito distante dali, podemos visitar a Catedral Dom S. Jakob, e a “Hofkirche” ou Igreja da Corte, onde se encontram as 28 estátuas de bronze que formam o Mausoléu de Maximiliano I.

Uma curiosidade: ao passear pelas ruas do centro, encontramos várias lojas cuja fachada exibe letreiros de ferro forjado, onde além do nome da loja, podemos ver representado o ofício do proprietário ou os objetos vendidos. Era assim que as pessoas que não sabiam ler podiam encontrar o que procuravam sem ter que entrar nos estabelecimentos. Hoje em dia, muitas lojas tem os letreiros novos, mas a tradição se mantém.

Não deixe de conhecer, durante a temporada de esqui, algumas das pequenas aldeias dos Alpes: Aldrans, Ampass, Axams, Birgitz, Ellbögen, Igls, Lams, Mutters, Patsch, Sistrans e Rinn.

Aqui percebe-se que a Áustria recebe bem seus convidados. As estações de esqui preservam a paisagem e oferecem todas as comodidades. Ter uma experiência desconfortável ou incômoda na Áustria é praticamente impossível.

Tenho certeza de que você irá conhecer um povo que sabe ser hospitaleiro, que sabe a importância de cuidar dos turistas e que oculta lugares com encanto único. Não deixe de brindar tudo com Schnaps (cachacinha local), porque apesar da fama que têm os austríacos de metódicos, racionais e demasiado sérios, aqui também há lugar para improvisos e diversão, e Innsbruck pode ser o local certo para isso.

Zugspitze

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Com a chegada do Inverno no Hemisfério Norte, é inevitável não pensar em Neve. Até porque em Outubro, já começa troca de pneus dos carros para pneus de Inverno, revisão no sistema de calefação das residências e a preparar as roupas, botas e luvas de neve. A neve mesmo, começa em Nov/Dez terminando em Mar/Abr. Obviamente se você quer neve, muita neve, o ideal é o final de Janeiro, início de Fevereiro.
Um fato curioso e atraente $$, é que a Alemanha é o país europeu com preços mais acessíveis, desbancando regiões tradicionais de esqui como Suíça, Áustria, Itália e França.
As principais pistas de esqui da Alemanha se concentram na Algóvia (Allgäu) e na Bavária.

Já saindo um pouquinho da Alemanha e cruzando a fronteira em direção a Austria, temos Innsbruck que é bastante famosa (tema para o próximo artigo). Em ambas as regiões, as opções de Resorts e Estações de Esqui são amplas, com ofertas de atividades tanto para veteranos, quanto para quem vai se arriscar pela primeira vez.
Um dos points da região da Bavária é a cidade de Garmisch-Partenkirchen, frequentemente usada como sede de Campeonatos Mundiais de Esportes de Inverno. Localizada a poucos minutos da fronteira com a Áustria, o lugar é fantástico.

Lá se encontra o Zugspitze, pico mais alto da Alemanha (2,962m), sendo uma atração turística visitada por milhares de pessoas todos os anos. Para chegar até seu cume é preciso pegar um dos mais longos teleféricos da Europa, com o qual se alcança dois mil metros de altitude em apenas dez minutos.

No cume, há um grande complexo formado por restaurantes, lojas de souveniers e vários pontos de observação. Em um dia de tempo bom, dá pra ter uma visão dos Vales Alpinos, lagos austriacos e com sorte, é possível avistar até os alpes italianos. Há uma segunda área, um pouco mais abaixo (2300m), com outros restaurantes de padrão bem acima da média de restaurantes turísticos de cumes de montanha, com propostas mais contemporâneas de culinária regional.

Da “Zugspitzplatz” parte também o segundo meio de acesso à montanha: um trem de cremalheira, incluso também no Ticket-diário. Demora bem mais, e boa parte do trajeto é feito por túnel, mas como tem maior capacidade, as filas são quase inexistentes. Na base da montanha, a estação do trem (Zugspitzbahn) é bem próxima à estação do teleférico.
No site é possível ter acesso a webcam 24hs, condições meteorológicas, quantos e quais teleféricos estão funcionando, etc. http://www.zugspitze.de/en/winter/

Dica importante: só faça o passeio com tempo razoavelmente bom. Consulte a previsão do tempo e acesse as webcam’s locais.

Os trens regionais partem de de hora em hora do HauptBahnhof (Munique) para Garmisch-Partenkirchen. A viagem dura 1h30m, já a segunda viagem no trem (cremalheira) que vai até Eibsee demora uns 30 minutos. De lá você escolhe: continua no mesmo trem até Zugspitzplatt ou vai de Teleférico. Eu recomendo continuar no trem e fazer a volta (descida) de teleférico.

Preços: Ticket diário: € 38 no Inverno e € 47 no Verão.

Observação: O Lago Eibsee, que fica próximo da Estação do Teleférico, fica congelado durante quase 5 meses no ano e é ponto de partida de várias trilhas no Verão. Existem Hotéis no local para quem quiser ficar mais de um dia. No entanto na cidade você tem infinitamente mais opções com melhores preços, além de lojas de vestuário, supermercados, farmácias, bares e restaurantes.

Além do tradicional “entra e pergunta o preço do quarto”, costumo usar digitar no Google “gasthof garmisch partenkirchen” para consultar o preço de duas ou três pousadas/hotéis na região antes de embarcar.
O que torna Zugspitze particularmente interessante? Você tem a experiência de visitar a montanha mais alta da Alemanha, sem precisar de tornar isso um programa de trekking extenuante.

Deutsche Museum

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O que eu escreva sobre Deutsche Museum será insuficiente. para que você entenda, é o maior museu de ciência e tecnologia do mundo e faz juz ao título. O museu possui um acervo gigantesco e fascinante para toda a família.  Pelos setores do museu, conhecemos a história das maiores invenções da humanidade e acompanhamos a sua evolução. Praticamente tudo o que um dia foi inventado está exposto lá, dos moinhos aos enormes aviões de passageiros.

Muitos setores do museu são interativos, o que torna a visita ainda mais interessante. Na seção de aviação (minha favorita), podemos comtenplar aviões que fizeram parte história mundial. O Fokker DR.1, que pertenceu ao lendário Manfred von Richthofen, e que ficou mais conhecido como o às “Barão Vermelho”.  O BF109E, o ME262, o JU-52, o Lockheed F-104, o Airbus A300, entre outros.

O museu ainda conta com um Planetário, Moinhos, setores de Metalurgia, Robótica, Fisica, Instrumentos Musicais, Fotografia, Moinhos, Navegação e o grande destaque são as impressionantes e realísticas minas, que ocupam um grande setor dedicado inteiramente à mineração. Perdemos a noção do tempo dentro das minas, tão extenso é o percurso. Cada período é retratado, das precárias condições das minas de antigamente aos modernos equipamentos disponíveis na atualidade. Acredite, até o cheiro das cavernas claustofóbicas foram recriadas. É praticamente um parque temático dentro do museu.

Dicas:
Se prepare para passar o dia nesse Museu. Caso não tenha muito tempo em sua agenda de viagem, procure escolher os temas de maior interesse antes de omeçar o seu tour.

Leve um lanche, frutas, refrigerante,..em sua mochila, ou utilize o restaurante e/ou cafés nas pausas para o descanso.

Como ir: o Deutsche Museum está em uma região bem central, portanto não faltará opções.
– Todos os “S-Bahn” que passem pela estação Isartor
– U-Bahnen U1 und U2 em direção a Fraunhoferstraße.
– onibus 132 em direção Boschbrücke.
– Straßenbahn (Bonde) Linha 18 em direção a Isartor.
– Straßenbahn Linha 16 em direção Deutsches Museum.

Horario de Funcionamento:
Todos os dias de 09 às 17hs, porem o último visitante deverá entrar até as 16hs.

Preço:
Adultos  – 8,50€
Crianças ate 15 anos – 3,00€
Ticket Familia – 17€
Ticket Combo (Deutsche Museum + Museu do Avião) – 15€

Museu do Avião ??? Poucos turistas conhecem o segundo acervo do Deutsche Museum, voltado exclusivamente para a aviação. Devido ao gigantesco acervo, o Deutsche Museum disponibilizou um segundo museu para expor outras dezenas de aviões. Uma boa pedida é visitar esse Museu do Avião e o Castelo de Nyphemburg no mesmo dia, tendo em vista que ambos estão quase juntos, com uma distancia de 200 metros.

Parte do acervo:
Otto-DD, Acrostar, An-2, Bücker Bü 181, Cessna 195, Do 24, DC-3, Fieseler Fi 156, Fw 44, Fokker D VII, He 111, Krähe, Lancair, Cmelak, MBB Flamingo, Monsun, Müller, Musculair 2, Ranger M, Taifun, Udet Flamingo, UL-Arco, Vollmoeller, Waco, Yak-50, EADS / Boeing X-31, Eurofighter EF-2000 DA 1, Hispano Aviacion HA-300, Hindustan Aeronautics Ltd. HAL HF 24 Marut,  Lockheed T-33A, Lockheed F-104F Starfighter, McDonnell Douglas F-4E Phantom II, Mikojan-Gurewitsch MiG-21 MF, Mikojan-Gurewitsch MiG-23 BN, North American F-86 (Canadair CL-13 B Sabre Mk  6), Panavia Tornado IDS, …

Como ir para o “Deutsches Museum Flugwerft Schleißheim
S-Bahn Linha S1 em direção a Freising/Flughafen,  descendo na estação deOberschleißheim + uma caminhada de 15 Minutos. Todo o caminho é indicado por placas.

Horário de Funcionamento:
Todos os dias de 09 às 17hs.

Amsterdam

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Se existe um lugar que consegue ser um “mix” de tudo, esse lugar se chama Amsterdam.
Em Amsterdam temos toda a estrutura de uma cidade grande, sem perder as características de cidade pequena. É fácil se perder em suas estreitas ruas, porém nada que 10 minutos a mais de caminhada não resolvam. Afinal, as suas estreitas ruas quase sempre tem um canal no meio e a arquitetura que acompanha esse canal é muito parecida.

Por falar em arquitetura, observe a inclinação das fachadas para frente. Pois bem, você não está delirando por conta da fumaça dos “Coffee Shops”, a razão é simples: no alto de cada fachada, tem umas roldanas para que sejam erguidos o mobiliário, eletrodomésticos,..pois as casas são estreitas, se tornando impossível o uso das escadas nessas tarefas do cotidiano.

Normalmente, a chegada é pelo Aeroporto Schiphol (Aeroporto Internacional de Amsterdam). Digo normalmente, pois poucas pessoas utilizam o Trem, tendo em vista os altos custos de passagem. A outra opção é ir de carro, porém lembre-se que que o carro ficará no estacionamento do Hotel e pagando diárias altas de estacionamento. Amsterdam por ser pequena, poucas pessoas utilizam o carro, optando pela rede de transporte pública e/ou as bicicletas. Chegando no Aeroporto, basta seguir as placas do trem em direção a “Centraal Station”. De lá é comprar o cartão de transporte referente aos dias que você irá permanecer na cidade (24hs, 48hs, 72hs e 96hs). Acredite, esse cartão de transporte é a maneira mais confortável e tranquila em Amsterdam, pois os bondes e onibus serão utilizados a todo instante.
Obvio que você tem a opção de pagar por viagem (trecho percorrido), porém muitas vezes você que poupar a sola de sapato e utilizar o bonde por 3 ou 4 pontos, no final vai sair mais caro sem considerar o “pega moeda, paga, espera o troco, ..corre que já vamos descer!”
Se não me engano, o valor do cartão por cada 24hs de uso é de uns 5 euros.

No site www.gvb.nl , você pode verificar com precisão as tarifas, mapas das linhas e os horários.

Lembre-se que todos os bondes encerram suas atividades as 00:30hs, retornando as 5hs. Portanto consulte também os horários e rotas dos ônibus noturnos.
Bicicletas: o que não falta é bicicleta em Amsterdam. A sensação é que cada pessoas tem umas 5 bicicletas em casa, tamanho o caos de ver tanta bicicleta amontoada pelas praças e ruas.
Cuidado ! Agora é sério, nas ciclovias circulam bicicletas e Scooters. Essas Scooters passam a poucos centímetros de você em velocidades absurdas. Portanto o “Ooopa, quase vi um acidente” é repetido a todo instante. Sendo assim, olhe sempre para os dois lados antes de atravessar ruas e ciclovias.
Se quiser alugar uma, o que por sinal é um programa muito divertido, varias empresas estão espalhadas pelo centro, principalmente na area do Red Light District e DAM.
O que fazer em Amsterdam ?
Amsterdam tem uma farta programação diurna e noturna.
  • Museu Anne frank
  • Van Gogh Museum
  • Nemo: Museu de Ciências de Amsterdam
  • Museu de Cera Madame Tussauds
  • Dam Square (imensa praça em frente ao Madame Tussauds)
  • Red Light District
  • Coffee Shops
  • Passeio turístico de ônibus (com guia-audio em português)
  • Passeio de barco pelos canais
Existem diversas outras opções, porém são programas que não indico. Não indico, pois simplesmente não achei nada demais. Considerei o famoso “dinheiro jogado no lixo” (Lembre-se que é minha opinião).
Dentre eles posso citar, ou melhor, não recomendar: Heinenken Experience, Museu do Sexo, Museu da Tortura e Museu da Maconha.
Por exemplo, o Vondelpark eu nunca visitei. Sempre fui recomendado a fazer, porém minhas estadias em Amsterdam sempre são de 3 ou 4 dias, acabo optando por outros programas. O mesmo posso dizer em relação aos Moinhos: De Bloem e De Gooyer, e ao Keukenhof (Jardim das tulipas).
O destaque imperdível é o Red Light District, onde a prostituíção (dentro das vitrines) e o consumo da maconha (dentro dos Coffee Shops) são legalizados. O local é visitado por jovens a procura de diversão, recém-casados, idosos, …todos convivendo em total harmonia. As ruas mais estreitas (becos com 2 metros de largura) é onde encontramos a maioria das vitrines vermelhas com as Garotas de Programa. Acredite, só transita por ali, quem está interessado em ver essas belas mulheres, porém é normal encontrar casais de idosos caminhando de mãos dadas por ali.
Rembrantplein é uma praça que concentra bastante vida noturna de Amsterdam, com seus bares e boates abertos até o amanhecer.
ATENÇÃO: A noite, no Red Light District, podem lhe oferecer drogas. São traficantes/viciados que vivem por ali e tentam se aproveitar de turistas ao vender placebo. Caso te ofereçam algo, apenas diga não com a cabeça, eles não ficaram te perseguindo e coagindo a que compre algo.
Alimentação: experimente o Stroopwafel – Waffle de caramelo, típico holandês. Você pode comprá-los em saquinhos simples ou em latas enfeitadas para presente. Segundo os holandeses, você deve deixá-lo alguns minutos sobre a xícara de café, para que o caramelo amoleça. No meu caso é devorar sem qualquer técnica ou cerimônia. Tem também os Croquetes de Carne vendidos em gavetas de acrílico com o uso de moedas, particulamente não achei nada demais. Gosto é gosto, né ?!
Por ultimo, lembre-se que Amsterdam é cortada por canais, devido a essa proximidade do mar, se torna muito fria no Inverno. De Outubro até Abril, luvas e cachecol se tornam itens importantes na mala.

LONDRES

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Mesmo meu blog tendo Munique como tema principal, resolvi ampliar um pouco mais as fronteiras sobre as minhas dicas de viagem. Nesse caso, vamos para Londres. Se você nunca esteve em Londres, prepare-se. Tenho certeza de irá se surpreender muito com o essa cidade.  A minha chegada em Londres foi pelo aeroporto Standsted e seguindo de metro ate o centro da cidade. Admito que nesse aspecto, o metro de Munique é infinitamente melhor, mais limpo e mais fácil de ser usado. Ainda sim, o metro de Londres é referência mundial pois atinge todos os pontos da cidade.

Procurei desembarcar na estação mais central possível, por isso optei pela “Oxford Circus“. Eram 18hs de uma Sexta-Feira, tente imaginar as milhões de pessoas transitando ao meu lado, todas as luzes acessas, vitrines decoradas,..fiquei 30 minutos parado no mesmo lugar, tentado assimilar tanta informação.

Passado esse periodo de adaptação, tratei de procurar um hotel ou hostel. Para minha surpresa, tudo lotado. Isso mesmo, em pleno Outubro, sem qualquer feriado ou data festiva e tudo no “centrão” estava lotado. A opção foi começar a me afastar do centro, infelizmente. Consegui um Hostel em “Canada Water”, com quarto individual e café-da-manhã.

Segunda etapa era resolver o translado na cidade. Optei pelo ”London Oyster Card“, que nada mais é que um cartão magnético que te dá direito de usar onibus e metro, 24 horas, 7 dias da semana. Esse cartão é carregado de acordo com o periodo que você irá permanecer na cidade e com uma taxa de 5 Libras para ter o cartão. Lembrando que essas 5 libras serão devolvidas ao final da sua viagem, quando devolver o cartão nos Postos de Atendimento de Waterloo Station ou Liverpool Station. A média é de 5 libras por dia de uso, portanto 1 semana (7 dias) será faixa de 35 libras. Caso você compre o de 1 semana e utilize apenas 4 ou 5 dias, a diferença será será devolvida juntamente com as 5 libras pagas pelo cartão.

Até esse momento, tudo poderá ser feito com cartão de débito e/ou cartão de crédito. As libras deverão ser compradas depois de algumas pesquisas e de preferencia em lojas do centro. Fuja das casas de cambio do aeroporto, pois todas cobram comissões e trabalham com as piores cotações. Todas as casas de câmbio do centro funcionam 7 dias da semana, de 9 às 22. Particulamente eu vacilei nesse aspecto, pois fiquei com receio dessas lojas não funcionarem no final de semana. A outra dica, é ir comprando as Libras aos poucos, conforme a demanda.

Passeios: Londres é uma cidade extremamente cultural, com dezenas de museus e locais emblemáticos.
A dica é pegar aquele “City Tour” de onibus, com guias em todos os idiomas (inclusive português), no qual você embarca e desembarca quantas vezes quiser e conhece os pontos turisticos de maior interesse. Acredite, esse passeios foram as melhores idéias para turistas, pois além de poupar tempo, você conece praticamente tudo sem gastar a sola do sapato.

Locais a visitar: obviamente que London Bridge, Big Ben, Palácio de Buckingham, London Eye (enorme Roda-Gigante), Catedral de St Paul’s e Westminster, … são paradas obrigatórias. Porém não se esqueça dos museus. Que além de serem uns dos melhores do mundo, muitos são de graça.

Museu Imperial de Guerra (IWM) em Londres tem um acervo que cobre todos os conflitos envolvendo a Grã-Bretanha no século XX e XXI.
Endereço: Lambeth Road
Estação de Metrô: Waterloo
Horário: 10 às 18hs

Museu de História Natural de Londres (Natural History Museum). Fundado em 1881, possui itens relacionados a Botânica, Entomologia, Mineralogia, Paleontologia e Zoologia. Resumindo: bom para quem gosta de ver dinossauros e ossos e aprender mais sobre o desenvolvimento da fauna e da flora no mundo.
Endereço: Exhibition Road
Estação de Metrô: South Kensington
Horário: 10 às 18hs

Museu de Ciência conta a história da ciência através de exemplos práticos, com fotos, vídeos, computadores, hologramas e todo tipo de engenhosidade imaginável. Oferece também sessões de cinema IMAX 3D, com entrada à parte.
Endereço: Exhibition Road
Estação de Metrô: South Kensington
Horário: 10 às 18hs
Não deixe de visitar as outras atrações pagas de Londres: Imperial War Museu Duxford (Museu de Aviões), HMS Belfast (navio de Guerra usado na II Guerra e ancorado no Rio Tâmisa), Madame Tussaunds (Museu de Cera), The London Dungeon (Casa do Terror), Sea Life, ..
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Para os amantes da arquitetura, Londres é um prato cheio. O contraste de prédios do século XIX, com prédios modernos é encontrado a cada quarteirão caminhando pelo centro.
O 30 St Mary Axe, também conhecido como Gherkin (em inglês: “Pepino”) foi projetado por Norman Foster, e construído entre 2001 e 2004.

London Bridge Tower, também conhecida como “The Shard” (em português, caco de vidro), é um projeto do italiano Renzo Piano, com 309,6 m de altura. No projeto, 72 andares de um prédio multiuso. Do térreo ao 33º piso, ela será ocupada por escritórios e restaurantes, enquanto o Shangri-La Hotel e Spa ocupará do 34º ao 52º pavimento, com 200 suítes. Os últimos andares abrigarão galerias e mirantes.
Os andares mais concorridos – e caros – vão do 53º ao 65º, onde 10 apartamentos de alto luxo estão à venda por preços que variam entre 37 e 62 milhões de euros.
Alguns detalhes impressionantes da torre:
– vista panorâmica de 360° para a cidade;
– os apartamentos avistam o mar nos dias de céu limpo, quando a visão alcança até 66 km a distância;
– mais de 95% dos materiais de construção utilizadas durante a obra são recicláveis;
– entre estes materiais, estão os quase 11 mil painéis de vidro de sua fachada, que totalizam uma área equivalente a oito campos de futebol;
– São ao todo 44 elevadores para que os visitantes possam circular pelo edifício.

Lloyd’s building foi projetado pelo arquiteto Richard Rogers e construído entre 1978 e 1986. Tal como o Centro Pompidou (projetado por Renzo Piano e Rogers), esse edifício foi inovador desde suas escadas e elevadores, até suas canalizações de água do lado de fora, deixando um espaço interior limpo e organizado. Os 12 elevadores de vidro foram os primeiros de seu tipo no Reino Unido. Como o Centro Pompidou, em Paris, o edifício foi muito influenciado pelo trabalho de Archigram da década de 1950 e 1960.
O edifício é composto por três torres principais e três torres de serviços em torno de um espaço central, retangular. Seu ponto principal é o “Underwriting” no piso térreo, que abriga o famoso Sino Lutine . A Sala de “Underwriting”, muitas vezes simplesmente conhecido como “O Quarto”, é formado por galerias e um átrio iluminado naturalmente através de um enorme abobadado telhado de vidro. As primeiras quatro galerias abrem-se para o espaço de átrio, e estão ligados por escadas rolantes através da estrutura. Os andares mais altos são envidraçados, e só podem ser alcançados através dos elevadores externos.

Piccadilly Circus é um dos principais cruzamentos em Londres, sendo um local perfeito para ponto de encontro, além de ser uma atração turística famosa de Londres. Com a estátua de Eros e os Outdoors de LCD na fachada de um de seus prédios que ficam em frente a praça de Piccadilly, se torna um programa ideal para o fim de tarde. Estação de Metrô Piccadilly Circus.

Oxford Circus é um dos principais centros de compra de Londres. Formado pela junção da Regent Street com a Oxford Street, este cruzamento em forma de “x” e não de cruz, como de costume, representa a centro das compras, das lojas de marca e da agitação dos londrinos. Todo ano, mais ou menos 40 milhões de pessoas passam pelas lojas de Oxford Circus.

Oxford Circus foi concebida no início do século 19, projetada pelo arquiteto John Nash. Desde então é um local que faz parte da história da cidade. Exatamente abaixo da interseção das ruas fica a Oxford Station, a famosa estação de metrô que foi incendiada em 1985 devido a um cigarro, o que acarretou a proibição do fumo em toda a rede do underground londrino.A Oxford Street tem a fama de ser a mais visitada rua de compras da Europa. A maioria das lojas abre entre 9 e 10h e fecham por volta das 20h. A maioria também funciona aos domingos.

Algumas lojas que se encontram na Oxford Street: Selfridges, Primark, M & S, HMV, Evans, Wallis, Barratts, Swishy, Dorothy Perkins, Next, New Look, Boots, Russell and Bromley, Clarks, River Island, Marks and Spencer, French Connection, Jane Norman, Accessorize, Gap, The Body Shop, The Disney Store, Debenhams, Sunglass Hut, Fossil, House of Fraser, John Lewis, BHS, Zara, Nike Town, Urban Outfitters,Schuh, Office, Uniqlo, Scoccer Scene, Aldo, Esprit, The Suit Company… Essas são apenas algumas delas.

clima em Londres é imprevisível. Em pleno inverno entre dezembro e fevereiro a temperatura pode descer abaixo de 0º C. Enquanto que no verão entre junho e agosto a temperatura raramente chega a 30º C, mantendo-se abaixo de 25º C a maior parte do tempo.
Em Outubro, por exemplo, amanhece um céu azul, nuvens ao meio dia e chuva no final de tarde, com noites estreladas. Portanto vale a pena ter uma sobrinha na mão, ou um casaco impermeável, pois a chuva geralmente é leve, como uma garoa paulistana.

mapa abaixo do Metro de Londres será importantíssimo em sua viagem. Não se esqueça que o metrô encerra suas atividades as 00:30hs e retorna o funcionamento às 04:30hs. Linhas de ônibus noturnos se encarregam de cobrir esse horário de pausa do metro.